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Ateliê Cambará: bordados e pinturas com toques subversivos

Metade Pernambuco, metade Rio Grande do Norte e criado por duas primas de prefixo “Sil”.  Foi com essa mistura que nasceu o Ateliê Cambará, desenvolvido há três meses e já está chamando bastante atenção nas redes sociais e feiras. As primas Sylara Silvério e Silmara Rocha Silvério desenvolvem produtos artesanais e personalizados com artes subversivas.  O foco delas é pintura e bordados. Como assim? A arte delas é quanto mais fugir do tradicional, melhor. Então, elas abordam diversos temas que ainda são considerados um “tabu”.  A intenção era desenvolver uma arte que representasse tanto as duas quanto as outras pessoas, “uma necessidade real e urgente”. O ateliê começou a ser desenvolvido quando Sylara se mudou para Recife por conta do trabalho do marido e encontrou com a prima, que é artista plástica há anos. “Não sabia nem a pau fazer bordado (risos). Quando criança tive uma semana intensa aprendendo a fazer crochê, até que eu resolvi que era melhor tá no meio da rua brincando”, comentou Sylara Silvério. Um belo dia, então, Sylara resolveu que iria aprender a bordar. Comprou uma linha, pano e assistiu vários tutoriais do You Tube. Ela conseguiu desenvolver o seu próprio estilo e começou a postar no Instagram. Uma de suas fotos mostrando os seus bordados foi publicada no site Buzz Feed. “A galera está adorando e já estivemos em algumas feirinhas em Recife, como no Som Na Rural e Coquetel Molotov. As pessoas sentem representadas com nossas artes. É incrível como as pinturas e bordados com palavrão são as que…

Metade Pernambuco, metade Rio Grande do Norte e criado por duas primas de prefixo “Sil”.  Foi com essa mistura que nasceu o Ateliê Cambará, desenvolvido há três meses e já está chamando bastante atenção nas redes sociais e feiras. As primas Sylara Silvério e Silmara Rocha Silvério desenvolvem produtos artesanais e personalizados com artes subversivas.  O foco delas é pintura e bordados.

Como assim? A arte delas é quanto mais fugir do tradicional, melhor. Então, elas abordam diversos temas que ainda são considerados um “tabu”.  A intenção era desenvolver uma arte que representasse tanto as duas quanto as outras pessoas, “uma necessidade real e urgente”.

O ateliê começou a ser desenvolvido quando Sylara se mudou para Recife por conta do trabalho do marido e encontrou com a prima, que é artista plástica há anos. “Não sabia nem a pau fazer bordado (risos). Quando criança tive uma semana intensa aprendendo a fazer crochê, até que eu resolvi que era melhor tá no meio da rua brincando”, comentou Sylara Silvério.

Ateliê Cambará surgiu há três meses (Foto: Facebook)
Ateliê Cambará surgiu há três meses (Foto: Facebook)

Um belo dia, então, Sylara resolveu que iria aprender a bordar. Comprou uma linha, pano e assistiu vários tutoriais do You Tube. Ela conseguiu desenvolver o seu próprio estilo e começou a postar no Instagram. Uma de suas fotos mostrando os seus bordados foi publicada no site Buzz Feed.

“A galera está adorando e já estivemos em algumas feirinhas em Recife, como no Som Na Rural e Coquetel Molotov. As pessoas sentem representadas com nossas artes. É incrível como as pinturas e bordados com palavrão são as que mais saem e alguns chegam a falar: ‘Meninaaaaaa, lembrei de fulano, vou levar’. A gente acha massa o fato de que as pessoas precisarem de coisas mais leves e presentes mais personalizados no dia a dia, mesmo que ele tem um palavrão ou uma frase meio agressiva”, disse.

Sobre o tema de seus trabalhos, Sylara explicou que a arte, por si só, já é um posicionamento político e é importante intensificar cada vez mais esse tipo de expressão, além de fugir cada vez mais do tradicional. “Antes mesmo de eu começar a fazer, já achava o máximo ter aquelas palavrões, vaginas e frases de emponderamento nos bordados. Quando eu e minha prima decidimos colocar o ateliê em prática, ficou imediatamente decidido entre nós que seguiríamos essa linha subversiva, tanto no bordado quanto na pintura”, comentou.

Agora o próximo passo das meninas é ampliar a venda online para que o Ateliê Cambará seja visto em outros estados e neste momento estão abrindo a lojinha na Elo7, que é um site que funciona como o Mercado Livre para os artesões.

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Para Sylara, fugir do tradicional não foi difícil, visto que é basicamente está relacionado a partir de todas as coisas que faz. Sylara ainda contou que esse é o lema das primas Silvérios.

“Às vezes o tradicional é ok, mas a maioria das vezes é um saco. Sempre fui “espevitada”, falei grosso e sou bem impaciente. Minha prima, apesar de ter uma fala mansa e ser mega fofinha, também tem seus momentos de indelicadeza e o botão do foda-se sempre prestes a ser ligado”, finalizou.

As primas Silmara e Sylara Silvério, criadoras do Ateliê Cambará (Foto: Facebook)
As primas Silmara e Sylara Silvério, criadoras do Ateliê Cambará (Foto: Facebook)

Onde procurar o Ateliê:

Site oficial: www.ateliecambara.com
Facebook: www.facebook.com/ateliecambara
Instagram: www.instagram.com/ateliecambara
Pinterest: www.pinterest.com/ateliecambara
Flickr: www.flickr.com/ateliecambara

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Ateliê Cambará: bordados e pinturas com toques subversivos

Metade Pernambuco, metade Rio Grande do Norte e criado por duas primas de prefixo “Sil”.  Foi com essa mistura que nasceu o Ateliê Cambará, desenvolvido há três meses e já está chamando bastante atenção nas redes sociais e feiras. As primas Sylara Silvério e Silmara Rocha Silvério desenvolvem produtos artesanais e personalizados com artes subversivas.  O foco delas é pintura e bordados. Como assim? A arte delas é quanto mais fugir do tradicional, melhor. Então, elas abordam diversos temas que ainda são considerados um “tabu”.  A intenção era desenvolver uma arte que representasse tanto as duas quanto as outras pessoas, “uma necessidade real e urgente”. O ateliê começou a ser desenvolvido quando Sylara se mudou para Recife por conta do trabalho do marido e encontrou com a prima, que é artista plástica há anos. “Não sabia nem a pau fazer bordado (risos). Quando criança tive uma semana intensa aprendendo a fazer crochê, até que eu resolvi que era melhor tá no meio da rua brincando”, comentou Sylara Silvério. Um belo dia, então, Sylara resolveu que iria aprender a bordar. Comprou uma linha, pano e assistiu vários tutoriais do You Tube. Ela conseguiu desenvolver o seu próprio estilo e começou a postar no Instagram. Uma de suas fotos mostrando os seus bordados foi publicada no site Buzz Feed. “A galera está adorando e já estivemos em algumas feirinhas em Recife, como no Som Na Rural e Coquetel Molotov. As pessoas sentem representadas com nossas artes. É incrível como as pinturas e bordados com palavrão são as que…

Metade Pernambuco, metade Rio Grande do Norte e criado por duas primas de prefixo “Sil”.  Foi com essa mistura que nasceu o Ateliê Cambará, desenvolvido há três meses e já está chamando bastante atenção nas redes sociais e feiras. As primas Sylara Silvério e Silmara Rocha Silvério desenvolvem produtos artesanais e personalizados com artes subversivas.  O foco delas é pintura e bordados.

Como assim? A arte delas é quanto mais fugir do tradicional, melhor. Então, elas abordam diversos temas que ainda são considerados um “tabu”.  A intenção era desenvolver uma arte que representasse tanto as duas quanto as outras pessoas, “uma necessidade real e urgente”.

O ateliê começou a ser desenvolvido quando Sylara se mudou para Recife por conta do trabalho do marido e encontrou com a prima, que é artista plástica há anos. “Não sabia nem a pau fazer bordado (risos). Quando criança tive uma semana intensa aprendendo a fazer crochê, até que eu resolvi que era melhor tá no meio da rua brincando”, comentou Sylara Silvério.

Ateliê Cambará surgiu há três meses (Foto: Facebook)
Ateliê Cambará surgiu há três meses (Foto: Facebook)

Um belo dia, então, Sylara resolveu que iria aprender a bordar. Comprou uma linha, pano e assistiu vários tutoriais do You Tube. Ela conseguiu desenvolver o seu próprio estilo e começou a postar no Instagram. Uma de suas fotos mostrando os seus bordados foi publicada no site Buzz Feed.

“A galera está adorando e já estivemos em algumas feirinhas em Recife, como no Som Na Rural e Coquetel Molotov. As pessoas sentem representadas com nossas artes. É incrível como as pinturas e bordados com palavrão são as que mais saem e alguns chegam a falar: ‘Meninaaaaaa, lembrei de fulano, vou levar’. A gente acha massa o fato de que as pessoas precisarem de coisas mais leves e presentes mais personalizados no dia a dia, mesmo que ele tem um palavrão ou uma frase meio agressiva”, disse.

Sobre o tema de seus trabalhos, Sylara explicou que a arte, por si só, já é um posicionamento político e é importante intensificar cada vez mais esse tipo de expressão, além de fugir cada vez mais do tradicional. “Antes mesmo de eu começar a fazer, já achava o máximo ter aquelas palavrões, vaginas e frases de emponderamento nos bordados. Quando eu e minha prima decidimos colocar o ateliê em prática, ficou imediatamente decidido entre nós que seguiríamos essa linha subversiva, tanto no bordado quanto na pintura”, comentou.

Agora o próximo passo das meninas é ampliar a venda online para que o Ateliê Cambará seja visto em outros estados e neste momento estão abrindo a lojinha na Elo7, que é um site que funciona como o Mercado Livre para os artesões.

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Para Sylara, fugir do tradicional não foi difícil, visto que é basicamente está relacionado a partir de todas as coisas que faz. Sylara ainda contou que esse é o lema das primas Silvérios.

“Às vezes o tradicional é ok, mas a maioria das vezes é um saco. Sempre fui “espevitada”, falei grosso e sou bem impaciente. Minha prima, apesar de ter uma fala mansa e ser mega fofinha, também tem seus momentos de indelicadeza e o botão do foda-se sempre prestes a ser ligado”, finalizou.

As primas Silmara e Sylara Silvério, criadoras do Ateliê Cambará (Foto: Facebook)
As primas Silmara e Sylara Silvério, criadoras do Ateliê Cambará (Foto: Facebook)

Onde procurar o Ateliê:

Site oficial: www.ateliecambara.com
Facebook: www.facebook.com/ateliecambara
Instagram: www.instagram.com/ateliecambara
Pinterest: www.pinterest.com/ateliecambara
Flickr: www.flickr.com/ateliecambara

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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