Amanda Drafts

Amandrafts sobre BBB para ver antes do paredão

O domingo de Big Brother Brasil é dia de escolher alguém para o paredão. Em suma, a famosa disputa para saber quem vai sair da casa. Embora não tenha algum candidato do Rio Grande do Norte, diferente de 2016, a audiência do programa nível último capítulo das 21 horas. Eventualmente que memes e outras produções de conteúdos, uma vez que dividem na internet e viralizam. Em seguida, ajudam a divulgar o programa.

Atualmente, vários conteúdos de potiguares do BBB viraram memes. Um deles é, portanto, a Amanda Lopes. A ilustradora no Instagram tem com o nome de usuário @amandrafts. Ao todo, ela tem mais de 12 mil seguidores somente na rede social. Como resultado, ela tem suas ilustrações virando trending topic no Twitter e também em grupos de Facebook.  Além disso, Amanda pega várias situações do programa que viraram memes e, nesse meio tempo, transforma em suas ilustrações.

O público está gostando bastante, assim como os administradores dos participantes.

É normal ver ela tirando sarro da Karol Conká (a maior vilã da edição), exaltando o G3 – como Gil, Juliette e Sarah são conhecidos, as pérolas dos vilões, os acontecimentos do apresentador Tiago Leifert, o Big Fone e entre outras situações frequentemente. Provavelmente, vai ter outros desenhos por aí. Por isso, o Brechando vai escolher algumas ilustrações de Amanda para você ver antes de assistir o paredão.

Veja alguns desenhos de Amandrafts, portanto, a seguir:

Para acompanhar mais as ilustrações de Amanda, clique, por conseguinte, aqui.  Constantemente, ela também atualiza seu portfílio no Behance e ainda mais aceita encomenda, veja aqui.

Toque de Recolher

Toque de Recolher: Como Governo quer evitar a Covid-19

O aumento de internatos com o novo coronavírus, a partir deste sábado o Rio Grande do Norte entrará em um toque de recolher. Primeiramente, o Estado divulgou no Diário Oficial de que o comércio fechará a porta das 22 horas e voltará apenas às 05h, com exceção de serviços essenciais. A intenção é evitar aglomerações em lugares públicos e privado. Além disso, criou algumas recomendações para as prefeituras das 167 cidades do RN.

Por isso, o Brechando montou um infográfico para explicar melhor como será o Toque de Recolher. A determinação anunciou na noite desta sexta-feira (26), em uma coletiva de imprensa, com a finalidade de controlar os casos de Covid-19, visto que tanto os hospitais públicos de Natal quanto Mossoró estão acima de sua capacidade, assim como os da rede particular.

Devido à superlotação, muitos pacientes estão indo para os hospitais da região do Seridó e eventualmente encaminhando para estados vizinhos. Outros estados também adotaram o método do toque de recolher.

Para explicar melhor, confira, portanto, o infográfico completo:

 

Toque de Recolher

Para compartilhe a imagem nas suas redes sociais, portanto, copie o código abaixo e cole em sua caixa de html em seu site.

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Glorinha Oliveira

Glorinha Oliveira, a rouxinol que voou ao céu

Glorinha Oliveira, a rouxinol que voou ao céu

Glorinha Oliveira

Glorinha Oliveira partiu da vida terrena aos 95 anos, embora tenha deixado um importante legado na música potiguar, no qual contaremos nesta postagem. 

Por Lara Paiva

Para alguns, a rainha do rádio era Marlene. Outros apontavam que era Emilinha Borba. Mas, para os potiguares mais antigos, a verdadeira musa era Glorinha Oliveira, que iniciou primeiramente a sua carreira de cantora juntamente com outros cantores consagrados na então Rádio Poti. Um deles, por exemplo, era o carioca Agnaldo Rayol, que passou boa parte da juventude no Rio Grande do Norte. 

Glorinha era uma figura carimbada em eventos relacionados ao rádio e também em eventos de chorinho. Seu prestígio era respeito desde os artistas mais novos quanto os mais velhos. Ainda mais, a imprensa potiguar a definia como rouxinol, comparando com o canto do pássaro. Entretanto, ela deixou a vida terrena nesta semana, após sofrer com uma terrível enfisema pulmonar, no qual ficou um mês internada em um hospital. 

Agora, ela entrou, portanto, para a história dos artistas potiguares, assim como a Núbia Lafayette e Ademilde Fonseca. 

Glorinha Oliveira era cria das Rocas

A cantora nasceu no bairro das Rocas, zona Leste da capital potiguar, berço do samba, da pesca e também pelo constante movimento dos militares da Marinha do Brasil. Ainda mais o seu natalício ocorreu no dia 27 de novembro de 1925. Glorinha realmente era uma filha legítima do bairro, visto que estudou na Escola Estadual Izabel Gondim, a segunda mais antiga do RN, perdendo apenas, todavia, para o Atheneu Norte-rio-grandense. Foi no período escolar, portanto, que se destacou participando das peças de teatro e cantoria. 

Por Natal ainda ser uma cidade muito pequena, aos 10 anos se mudou para o Recife, onde eventualmente terminou os seus estudos e começou a engatinhar a sua carreira de cantora profissional. Além disso, ela cantou em um programa de calouros da Rádio Clube de Pernambuco, sendo eleita em primeiro lugar na categoria de cantora mirim.

Não é a primeira vez que o Diários Associados entra na vida dela, uma vez que ela foi convidada a participar da inauguração da Rádio Poti em Natal, quando ainda era Rádio Educadora de Natal. 

Glorinha Oliveira quando ainda era cantora de rádio

Nos anos 50, ela brilhou bastante na rádio 

Falamos anteriormente que o caminho dela com o Diários Associados cruzou novamente. Além da inauguração da Rádio Poti, ela foi convidada por Assis Chateaubriand de representar o Rio Grande do Norte em todas as rádios do grupo. 

Sem contar que ela era uma figurinha cativa no programa de Genar Wanderley, que era uma espécie de Sílvio Santos do rádio do Rio Grande do Norte, onde o artista que aparecesse lá tinha bastante prestígio. Além disso, nesta época, os programas da Poti eram apresentados em auditórios na emissora. Como resultado, os natalenses disputavam os lugares para ouvir mais de perto o rouxinol cantar. 

Por falar em Genar Wanderley. Foi ele, acima de tudo, quem descobriu o seu talento como atriz. Assim, ela participou de várias rádios novelas, além dos programas de humores e também teve um proóprio programa, sob o título de “A Estrela Canta”. 

Além disso, ela participou do aniversário de um ano da TV Tupi, a primeira emissora de televisão do Brasil, onde o resultado ocasionou em uma reportagem na revista “O Cruzeiro” e ainda mais conquistando a fama nacional. 

Turnê por todo o país e dividiu palco com importantes artistas

Grandes figuras do cenário artístico brasileiro dividiram o palco com Glorinha, destacando nomes como Ademilde Fonseca, Cauby, Ângela Maria, Carlos Galhardo, as Irmãs Baptistas, Moacyr Franco, Leni Andrade, Miltinho, Sílvio Caldas, Orlando Silva, Ataulfo Alves, Lúcio Alves, Dick Farney e tantos outros.

Por isso, ela encantava tantos os jovens como também as pessoas mais maduras. Além disso, adorava falar que tinha um público bastante eclético. 

 

Seu primeiro disco surgiu apenas nos anos 80

Não pense que ela parou no tempo, visto que Glorinha sempre procurava se manter moderna. Um exemplo disso foi a gravação de seu primeiro LP, no ano de 1988, chamado de “Glorinha Oliveira”, no qual finalmente contou com a produção do cantor Fernando Luiz, visto que na década de 80 tava fazendo sucesso com seu hit “Garotinha“.

Você pensa que parou por aí? Quando completou 50 anos em 1993, ela lançou outro disco para celebrar este momento. Só para você ter uma ideia, como resultado, o primeiro disco vendeu oito mil cópias apenas em Natal. 

Ela também gravou discos

A sua produção fonográfica não parou, visto que em 1999 gravou seu primeiro CD chamado “Meu Tempo”, onde nesse intérim viajou ao Rio de Janeiro exclusivamente para esta atividade. 

Nesta produção, ela contou com músicos bastante famosos no meio musical, como Sérgio Cleto (arranjador), o guitarrista argentino Victor Biglione, Mingo, Altamiro Carilho, Milton Guedes e ainda teve a participação de Aécio, o seu filho, que assim como ela, está na carreira musical. 

Dois anos depois, em 2001, gravou o disco “Entre Amigos”, que simultaneamente foi uma forma de homenagear os compositores da terra, além de várias participações de cantores colegas como Liz Nôga, Tarcísio Flor e outros.

A seguir uma música do segundo disco, portanto, para vocês escutarem. Confira:

Em 70 anos de carreira, Glorinha Oliveira lançou

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Nos anos 2010s, a sua carreira não parou e com uma voz intacta, mesmo com a idade avançada. No final do ano de 2017, em parceria com o site Som Sem Plugs, Glorinha lançou um videoclipe, que conta com o patrocínio da Petrobrás. Ela interpretou a canção “Cidade Amor”, que é, portanto, de sua autoria e uma homenagem à cidade do Natal. Confira a seguir:

Você pode ler também:

Zila

Zila Mamede será homenageada em espetáculo

Zila Mamede foi bibliotecária da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e também uma importante poeta. Nas suas estrofes e versos citavam conflitos, dúvidas e solidão. Por isso, este sábado (27), haverá um espetáculo sob o título de “Zila – Poesia que Pulsa”, que o público poderá assistir gratuitamente neste sábado, 27 de fevereiro, a partir das 20h pelo canal da Idearte Produções no Youtube.

Pelo bom trabalho na UFRN, a principal biblioteca da universidade recebe o nome de Zila Mamede.

O texto é do diretor do Idearte, o Amaury Júnior. Como resultado, ele convocou a atriz experiente Eliene Albuquerque para interpretar a Zila. Além disso, ela mergulhou de cabeça no universo de Zila Mamede, para compor do seu modo, sendo máximo possível fiel à poetisa.

Zila
Cartaz do espetáculo 

O Cleonor Júnior, por sua vez, assinou a direção artística, cenografia, visagismo, iluminação e assim como a sonoplastia.

Por que falar de Zila Mamede?

A ideia de pesquisar a vida e obra de Zila Mamede nasceu da importância de se propagar ainda mais o legado literário da escritora para os jovens do Rio Grande do Norte e do Brasil. Zila da Costa Mamede foi uma importante poetisa e bibliotecária brasileira. Este projeto conta, portanto, com recursos da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, via Prefeitura do Natal e Governo Federal.

Afinal, quem foi Zila Mamede?

Nasceu na Paraíba, porém viveu boa parte de sua vida no Rio Grande do Norte. Sua formação em biblioteconomia, ajudou a conquistar cargos no Instituto Nacional do Livro (em Brasília) e como diretora da Biblioteca Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Seus principais livros: Rosa de Pedra (1953), Salinas (1958), O Arado (1959), Exercício da Palavra (1975), A Herança (1984) e Navegos (Poesia reunida 1953-1978). Poeta sutil, elegante, de um lirismo contido e introvertido, de solidão e paixão mas também, não raras vezes, com um fundo social relativo às temáticas do sertão nordestino. Drummond tinha-a entre suas predileções.

Serviço:

Espetáculo “Zila – Poesia que Pulsa”
27 de fevereiro de 2021, sábado, 20h
Classificação livre
Transmissão gratuita pelo Youtube @IdearteProducoes