Seaway

Seaway terá feira da criatividade neste FDS

Uma feira criativa ajuda a mostrar os talentos da terra e esta é a proposta da Carlota Nogueira, proprietária do Estúdio Carlota, que resolveu no próximo fim de semana (3 e 4 de dezembro, respectivamente) a 11ª edição do “Na Calçada”, que acontecerá no estacionamento do Seaway.

O objetivo é promover uma integração do Estúdio Carlota com a comunidade. 

“A feira Na Calçada tem se fortalecido a cada edição como iniciativa que estimula a economia criativa local e dá visibilidade a negócios de gastronomia, música, poesia, design e artesanato. Levar o evento mais uma vez para o Seaway é uma alegria imensa. Além disso, é uma ótima oportunidade para o público apoiar pequenos empreendedores”, declara Carla Nogueira.

Confira a programação da edição do “Na Calçada” no Seaway

O evento conta com distribuição de mudas e oficina de jardinagem pela Flor do Mato, feira de adoção de animais com a Associação ASPAN, participação do Instituto Família Criativa do Campo, Sarau poético com Álvaro Viana e música em voz e violão com Sara Maia, no sábado (3). No domingo, a animação fica por conta do DJ Urucum com uma discotecagem repleta de música brasileira.

Mais informações sobre o evento em: https://www.instagram.com/feiranacalcada/.


SERVIÇO: 

Na Calçada – Feira de Economia Criativa

Quando: dias 3 e 4 de novembro

Onde: Shopping Seaway – Av. Engenheiro Roberto Freire, 1962 – Capim Macio.

Horário: das 16h às 22h.
Entrada gratuita

Festival Mada

História do Festival Mada explicada em vídeo

Após falar de Carlos Alexandre e experimentar o refrigerante de melancia, agora vou contar a história do Festival Música Alimento da Alma, conhecida popularmente como Mada, no qual fizemos uma cobertura ampla tanto no Instagram quanto pelo próprio site.

Além disso, antes de ver o vídeo, preciso explicar que ainda dá tempo de comprar Revista do Brechando nº2, clique no link em destaque.

Mas, faltava de falar da festa aonde? No nosso canal do Youtube, mostrando imagens do que rolou nesta edição mais a história do evento.

Mais um episódio do Brechando Vlog que fala sobre o Festival Mada

Então, acesse o canal do Brechando no Youtube e veja mais um episódio. Dê o play, portanto, a seguir:

Deixe aqui o seu comentário e não se esqueça de inscrever no canal.

Mada 22

Mada voltou mesmo? Sim! Relato do primeiro dia do evento em 2022

Após um longo hiato, o Festival Mada 22 voltou. E parece que voltou para ficar, se nenhum vírus maligno e cruel e uma gestão negacionista aparecer. O primeiro dia de show aconteceu nesta sexta-feira (23) e as pessoas estavam tão enlouquecidas, sendo que menos escatológicas que o de João Gomes em Mossoró.

O Festival contou com apresentações de pessoas desejando a volta do Lula, gente que fez o pessoal rebolar a raba e, o mais importante, se divertir. Um detalhe interessante é a continuação das apresentações dentro do campo de futebol.

O estádio Arena das Dunas foi construído para receber a Copa do Mundo, mas mostrou que é muito mais que isso. Agora, você vai entender o que eu vi nos shows, onde tivemos acesso a todos os lugares.

O primeiro show que vimos do Mada 22 foi Terno Rei, banda do selo Balaclava e surgiu na cidade de São Paulo. O grupo já veio para Natal em outros momentos, mas a sensação dos membros era de alegria ver o público cantando tudo e esperando prontamente, mesmo com 40 minutos de atraso. “A gente queria muito tocar em Natal, mesmo antes da pandemia”, disse o vocalista Ale Sater.

Inicialmente tocou as músicas do álbum mais novo, “Gêmeos”, fazendo a alegria dos jovens. Sim, havia muita presença de juventude, entre 18 a 22 anos circulando o seu voto com adesivos de Lula, gente criticando o presidente Jair Bolsonaro, mostrando roupas legais da Shein e, por fim, dando seu brilho. Fazendo com que o Mada 2022 virasse um mini-Rock In Rio, com mais organização.

O próximo foi a drag potiguar Potyguara Bardo no Mada 22. Uma das coisas peculiares foi o fato de que o telão no fundo do palco colocou primeiramente o nome Cazasuja, causando gargalhadas na plateia. Todavia, rapidamente alteraram. Potyguara mostra o amadurecimento do seu show, que foi bem perfomática e destaque ao Pout-Pourri com Wicked Games de Chris Isaak.

Agora vamos falar das apresentações principais do Mada 22

Mesmo não concedendo entrevista, o Emicida fez um show ímpar da turnê AmarElo, com banda completa e percussão maravilhosa. Além disso, enfatizou a importância de acabar com o neofascismo e apoiou a vitória de Lula no primeiro turno.

Agora vem a Letrux que volta a se apresentar com a banda completa após os dois anos de pandemia. Ainda mais a moça enfatizou a importância de votar no Lula, com calça de estrela e brinco com o nome do ex-presidente. Sem contar que alternou a apresentação com as músicas do seu primeiro e segundo álbum. “Como é um show de festival, será mais curto, mas entregarei a mesma energia de um show solo e se a energia daqui for boa, vai rolar uma interação massa”, disse em entrevista ao Brechando que postaremos na semana que vem.

A frase que ela encerrou o show vai marcou com uma frase que ri bastante.

Beijo para quem tem fogo no c*. Quem não tem, cria.

disse Letrux antes de cantar “Ninguém perguntou por você”

A penúltima apresentação foi com Glória Groove com a apresentação completa de “Lady Leste”. Inclusive, a primeira canção foi “A Queda”, uma crítica para política de cancelamento. A apresentação tinha influência de circo e também do burlesco. Além disso, antes da apresentação, no final do post falo da saga de tentar entrevistá-la.

Um dos destaques foi o Cover da cantora Pitty, gente gritando que ama Glória e com emoção disse: “Amo vocês muito mais”.

Por fim, Djonga

O Djonga foi quem encerrou o primeiro dia do evento, com uma apresentação eletrizante e o espaço ficou apertado de tanta gente querendo ver o rapper mineiro. Como resultado, o artista ficou impressionado com a galera cantando todas as músicas Além disso, a galera não parava de se mexer e não parou de gritar o governo.


Quer saber como foi o primeiro dia? Confira as fotos de João Pedro Rebouças a seguir e neste sábado (24) vai ter mais.

esquina do continente

Por que Natal é a esquina do continente?

Já falamos que Natal é a esquina do continente? Na Revista do Brechando nº2 falamos o porquê de Natal ser a Londres Nordestina. Mas um outro apelido conhecido da cidade é “Esquina do Continente”, que ficou famoso inclusive durante a Segunda Guerra Mundial. Neste período, inclusive, a capital potiguar era a Base Militar dos Estados Unidos. Mas será que tem alguma relação? Este mistério, portanto, será respondido hoje.

Por qual motivo?

O Brechando, através do canal do Youtube, resolveu explicar os motivos que levaram ao apelido. Para assistir o vídeo na íntegra, dê o play, portanto, a seguir:

Gostou de saber do vídeo? Deixe aqui o seu comentário e não se esqueça de inscrever no canal.