Missas no RN não deverão ter abraço ou aperto de mão da paz por conta da gripe

Após o Pai Nosso, uma das celebraçõs da missa é fazer com que os fiéis apertem as mãos ou abracem desejando a paz uns aos outros. Menos no Rio Grande do Norte. Por que? Arquidiocese de Natal emitiu comunidado a suas paróquias e fiéis para que, durante as missas e eventos da Igreja no estado, contatos físicos como apertos de mãos e abraços sejam evitados. Em nota assinada pelo arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, a preocupação é o vírus da Influenza, que causa a gripe, visto que duas pessoas foram mortas com suspeita de H1N1 e as vacinas, em alguns postos de saúde, estão em falta.

“Em virtude do crescimento das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), ocasionada pelo vírus H1N1 e Influenza A H3 sazonal, no estado do Rio Grande do Norte e em outras regiões do País, e considerando que todos têm responsabilidade de evitar situações e circunstâncias que facilitem o contágio, solicitamos às paróquias que tomem as seguintes medidas, até mandarmos dizer o contrário”, diz a nota da Arquidiocese.

São quatro as ordens citadas por Dom Jaime: que se evite o aperto de mão durante a acolhida aos fiéis, que não se dê as mãos ao rezar o Pai-Nosso, que se omita o abraço da paz, que se distribua a comunhão somente sob uma espécie e diretamente nas mãos.

A nota emitida pela Arquidiocese ainda acrescenta “medidas de prevenção” emitidas pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

De acordo com a Sesap, ainda não houve nenhum óbito confirmado por H1N1, no estado, ao longo de 2018. Até o dia 7 de abril, de acordo com os dados oficiais, houve três mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e um “por outros vírus respiratórios”. Um caso envolvendo um médico do Hospital Walfredo Gurgel, morto nesta semana, é investigado por suspeita de o óbito ter sido ocasionado por H1N1.

O que vocês acham desta medida?

Foto: Grupo de Resgate Anjos de Adoração

Rouge vai fazer shows em Recife e Salvador

Em 2017, o anúncio de que a girl band Rouge irá voltar aos palcos, após 12 anos de hiato, mexeu com fãs em todo o país e eu já falei do show que elas fizeram como Br’oz em Natal e fez o finado Machadinho ficar lotado e virou matéria do programa Sônia Abrão. Porém, haverá a turnê para comemorar os 15 anos de banda no Nordeste, um em Salvador e outro em Recife. No final de janeiro aconteceu em Fortaleza.

Com direção do pernambucano Pablo Falcão (que também dirigiu o Xuchá – volta da cantora Xuxa aos palcos), o novo show da banda tem percorrido todo o país fazendo todo público dançar e se sentir a nostalgia. No repertório também está confirmada a inédita Bailando. O clipe da faixa possui mais de 8 milhões de visualizações no YouTube. Será que os nordestinos vão dançar Ragatanga, Beijo molhado, Brilha la luna e apresentar novidades ? Veremos o resultado em breve.

Rouge em Salvador acontecerá no dia 02 de junho, no Alto do Andu. O show na capital pernambucana, por sua vez, está marcado para acontecer no dia 11 de agosto será realizado no Clube Português, às 22h. Além dos pontos físicos, os ingressos estão disponíveis online através do site Sympla. Os preços variam de R$ 40 (pista) a R$ 150 (open bar).

SERVIÇO

Rouge em Salvador
Onde: Alto do Andu (Av. Luis Viana Filho, s/n, Pituaçu)
Quando: 02 de junho, ás 22h
Quanto: R$ 40 (pista) a R$ 150 (open bar), à venda no Sympla

Rouge no Recife
Onde: Clube Português (Conselheiro Rosa e Silva, 172 – Graças)
Quando: 11 de agosto, ás 22h
Quanto: R$ 40 (pista) a R$ 150 (open bar), à venda no Sympla

Estudantes de arquitetura do RN, PE e PB querem revitalizar o Alecrim

Segundo o Dicionário Informal:

mambembe

substantivo masculino

B
  1. 1.
    localidade afastada, desabitada; ermo.
  2. 2.
    teat conjunto teatral ambulante, pobre e de má qualidade, ger. formado por atores amadores, que percorre cidades do interior.
  3. 3.
    teat grupo teatral ambulante.
  4. 4.
    teat grupo teatral de má qualidade.
  5. 5.
    infrm. indivíduo sem valor, sem préstimo; medíocre.
  6. 6.
    orn m.q. ATOBÁ-PARDO ( Sula leucogaster ).
  7. 7.
    adjetivo de dois gêneros
    de pouco valor; de qualidade mediana; medíocre, ordinário, reles.
A edição 2018 do Mambembe acontecerá entre os dias 28 de junho e 02 de julho com a proposta de criar projetos urbanísticos para revitalizar o Alecrim, principal centro comercial da cidade e hoje está sendo alvo da Prefeitura do Natal de um projeto de revitalização que não é bem visto pelos frequentadores, uma vez que pretende derrubar o principal teatro da cidade em um grande shopping e dentre outras reformas que descaracterizarão as características principais do bairro localizado na zona Leste de Natal.
O Mambembe é um projeto da Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura que se reúnem com o objetivo de realizar uma produção em conjunto, além de promover o diálogo entre os participantes e a cidade. “Diante todo o contexto de um bairro que resiste por sua identidade, o projeto propõe quebrar esses estereótipos através do eixo de combate às opressões, e o eixo de reformas urbanas”, diz a organização do evento.
Neste momento, eles acabaram de terminar as inscrições para os colaboradores do projeto, onde o evento discutirá várias ações na revitalização não só na parte comercial, mas também na parte residencial, que contém uma mistura de etnias, culturas e povos em um mesmo espaço.  Como o evento é nacional, conta com o apoio das faculdades de arquitetura não só de Natal, mas também de outros estados do Brasil, como a Paraíba e o Pernambuco.
Durante a atividade serão realizadas oficinas e palestras para discutir o assunto. Além disso, existe outro projeto que ajuda na revitalização do bairro, no qual o Brechando irá discutir a seguir.
As arquitetas Rayanna Guesc e Camila Nobre, que são urbanistas, resolveram fazer uma contraproposta para revitalizar o bairro, baseada em outras cidades europeias, permitindo a união do comércio de rua com a circulação de pessoas e veículos, criando vias alternativas, ciclovias, passagem para pedestres e dentre outras atividades.

O projeto pode ser lido neste link.

Após participar de acampamento em Brasília, índios potiguares fazem campanha para voltar para casa

Representantes de tribos potiguares estão na capital federal e precisam de passagem de volta para o Rio Grande do Norte. Por isso, uma campanha de financiamento coletivo foi realizada para comprar as passagens, que ao todo custa 1300 reais, no entanto apenas foi arrecadado 690. Os índios potiguares participaram da edição 2018 do Acampamento Terra Livre, maior encontro Indígena Nacional, que aconteceu em Brasília, e lá encontra remanescentes de tribos de diversos estados no Brasil.

No Rio Grande do Norte, por exemplo, contou com uma equipe de 8 pessoas representando essas comunidades. Esses representantes são:

Tayse Campos e Carlos Potiguara – Medonças do Amarelão Potiguara

Francisca Bezerra, Zuleide Bezerra – Aldeia Tapará – Tapuias

Cacique Dioclécio – Aldeia Santa Terezinha – Mendonça Potiguara

Mazinho – Aldeia Sagi Trabanda – Potiguara

Para ajudá-los a voltar para as suas respectivas terras é só acessar este link.

Esta foi a 15ª edição do Acampamento Terra Livre. O evento é uma tentativa de unificar reivindicações pelo direito à demarcação territorial dos povos indígenas. Cerca de 3 mil indígenas de mais de 100 povos pedem melhorias e unificam lutas em defesa dos direitos das tribos. O tema do acampamento deste ano foi “Unificar as lutas em defesa do Brasil Indígena – Pela garantia dos direitos originários dos nossos povos”. No evento, são esperadas cerca de 2,5 mil pessoas de todas as regiões do país, representando mais de 100 tribos.

A atividade faz parte da Semana de Mobilização Nacional Indígena (MNI). O foco do evento é o direito territorial, tendo como principal reivindicação o retorno das demarcações das terras indígenas, além da revogação do Parecer 001/2017, que trata sobre as delimitações. Foram realizada plenárias, audiências, lançamentos de publicações, projeções de filmes e mais atividades culturais.

No RN há 3 povos originários organizados em defesa dos direitos dos povos indígenas: Tapuias – Macaíba, Katu – Canguaretama, Mendonças do Amarelão Potiguara – João Câmara e Potiguaras – Baía Formosa. A gente já falou no Brechando sobre as tribos indígenas existentes no Rio Grande do Norte, que pode ser conferido através deste link.