Resenhas – Brechando

Halloween: Eles saem de casa de bicicletinha…

Halloween Bike Hofmann

…Uma mão no guidão e outra matando criancinha. De medo, claro. Esta é a proposta de fazer um passeio ciclístico de bicicleta pelas ruas de Natal, que aconteceu pelo segundo ano consecutivo neste sábado (20), sob a organização do grupo Bike Hofmann e o Brechando foi procurar essa galera que não quis se aglomerar, mas estava com saudades de dá um rolézinho.

A gente encontrou a galera na concentração que foi no Pedrão, também conhecido como Big Peter. Afinal, você tem que comer espetinho e tomar algo para ficar no grau.

Os membros reclamaram que eu deveria andar de bicicleta. Logo eu, que só sei andar de bicicleta com duas rodinhas de apoio, igual a uma criança de sete anos. Além disso, eu sou o suco do sedentarismo. Entretanto, estava interessada em saber essa vibe de querer andar de bike mesmo nos dias de descanso. Neste ano, as fotos foram minhas e edição também.

O que os ciclistas quiseram dá essa voltinha

No ano passado, entrevistamos o estudante de biologia Vinicíus Cruz, que anda de bicicleta por diversão e meio de transporte. Mas, o que ele espera neste segundo ano?

“Vou ficar esperando mais pressão, desafios felizes, comer uns brigadeiros e curtir o DJ. Então, eu quero gritaria e botar ciclista na rua botar, pois a gente tomar o espaço que esse grupo tem que ter”, disse Cruz, no qual o entrevistamos uma vez para falar sobre colégio militar.

Já Luiz Henrique resolveu usar vestidinho azul, maquiagem macabra e está pronto para curtir o Halloween sob as duas rodas. “Eu já fazia algo parecido que a Bike Hoffman estava fazendo. Tinha um grupo antes que fazia isso na Halloween. E você devia ficar até o final para ver a derrota. Tem que equilibrar para manter intacto no passeio. Um pouquinho de droga e de salada”, brincou Luiz fazendo referência à uma piada do Podcast ‘This is Brazil’.

Também tinha a mulherada neste Halloween da Bike Hofmann, pronta para assustar a galera na ciclovia e botar o machismo para correr. Uma delas era a Joyce Melo, conhecida popularmente como joinha, que não iria desapegar do seu meio de transporte nem mesmo durante o Dia das Bruxas.

O que Joyce espera?

“Vai ser massa, você já vai dar um tempo só para mim mesmo não eu a bicicleta só por mim não, mas a bicicleta basicamente eu vou para todos com ela. Só não ando com ela, se eu tiver com muito peso ou se for de meio-dia que ninguém merece (risos).”.

Luiz Henrique pronto para assustar as crianças na ciclovia

Toda “ensanguentada” (de mentirinha, claro), a Beatriz Freire vai estrelar seu primeiro halloween de bicicletinha, visto que está começando a andar mais em 2021. A minha primeira pergunta, em tom de brincadeira, foi se o traje vai aguentar até o final. Rindo da piada, ela disse que duvida, mas tinha certeza que iria se divertir bastante. Ficar um pouco lixo faz parte da estética do Halloween e se os machos não forem legais, eu vou dar um chutinho. Mas, a preferência é o respeito”. , garantiu.

Como Beatriz ficou sabendo? Ela responde:

“Me chamaram para o rolé e achei muito legal a proposta, pois vai ocupar a rua de uma forma diferente”, contou.

 

Beatriz e seu traje a caráter

Trajeto do Halloween da Bike Hofmann

O ciclismo está aumentando na cidade. Alguns praticam por esporte, usam aquela roupa especial e fazem passeios a noite ou de dia. Conhecidos sob a alcunha de Lado A, uma vez que é considerado elitista. Ainda tem o Lado B, a turma alternativa, que usa a magrela para transporte, esporte, trilha e tudo que vier na teia. Assim, surgiu o grupo Bike Hofmann, que reuniu jovens da cidade para unir esses ciclistas do underground.

Eventualmente eles fazem esses encontros e em outubro foi brincar de halloween pelas ruas de Natal, fazendo brincadeira por aí. Aqui tem a matéria falando do primeiro passeio.

Mulamba, Curitiba e o feminismo vivo

No meio de um estado extremamente Bolsonarista, o Paraná também tem resistência. Exemplo disso é a banda Mulamba, formado por mulheres curitibanas desde 2015 e conta com influências de rock e música erudita para compor o seu repertório, ainda conta com letras poéticas.

A banda é formada por Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Caro Pisco (bateria), Érica Silva (baixo, guitarra e violão), Fer Koppe (violoncelo) e Naíra Debértolis (guitarra, baixo e violão).

O sexteto conquistou visibilidade após a repercussão do vídeo de “P.U.T.A”, que por conseguinte ultrapassou a marca de quatro milhões de visualizações no Youtube.

Suas composições traduzem temáticas de cunho social e político, mas também falam de amor, família e amizade.

Mulamba lançou uma nova música de trabalho, que é a versão remix de “Espia Escuta” em parceria com a DJ e produtora Badsista, que há um tempo tocou em Natal, no espaço LCD.

A finalidade é destacar o funk, bastante presente no álbum de estreia de 2018.

A canção é composta por Cacau de Sá, uma das vocalistas, denuncia de forma pragmática as vulnerabilidades femininas.

O feat está disponível em todas as plataformas digitais

Clipe novo na área

“Espia Escuta” é dirigido por Leticia Futata, parceira de longa data da banda curitibana.

Gravado em Curitiba (PR), o clipe intencionalmente é cru e sem muita produção. Dirigido por Leticia Futata, do canal RROOMM, mostra as dançarinas Bety Damballah Jacu Cool, Flá Massali, Flavia Pereira e Majo Farias se expressando livremente por diferentes locais da cidade, uma vez que a intenção é representar o empoderamento feminino.

Veja o clipe, portanto, a seguir:

http://youtu.be/YeI-Vu0fCQU

No bar natalense, quem é você?

bar natalense

Os bares de Natal estão fechados por conta da quarentena do coronavírus, porém não custa sonhar com a volta dos estabelecimentos comerciais cheios de aglomerações de pessoas. A saudade é grande, não é mesmo? Quem nunca foi ao bar natalense para beber aquele litrão, sentar nas cadeiras e mesas amarelas, colocar um JBL para escutar a sua playlist no aplicativo de steaming ou saiu simplesmente para conversar besteira com seus amigos sobre os mais diversos assuntos possíveis.

Cada bar de Natal, no entanto, traz uma característica específica de um natalense.

Alguns lugares abrigam os hetéros tops, outros gostam dos roqueiros e tem gente que apoia bastante a diversidade. Mostrando, assim, que todos querem sair para rolezar.

Mas quem é você no bar natalense? Por isso, o Brechando montou um teste de personalidade para identificar que tipo de bar você iria na capital do Rio Grande do Norte.

Será que é um lugar onde só tem hetéro top? Prefere um local para escutar música pop? Prefere ouvir uma banda de rock? Um pagode cairia bem?

Divulgue o resultado do quiz com os seus amigos e compartilhe utilizando o link desta postagem. Será que as pessoas vão concordar com o resultado que lhe foi fornecido?

Confira o quiz e responda:

Páscoa: Renascendo na Quarentena

Páscoa na Quarentena

Ah..A Páscoa…Todo feriado da Semana Santa acontece algo diferente e, geralmente, não são coisas tão felizes. Uma vez eu já passei o domingo santo no hospital por conta de uma crise renal e não pude comer todos os ovos que tinha ganho de aniversário. Outra vez, eu briguei com pessoas que admiro. Já comemorei aniversário com ovo de páscoa. Mas, essa seria a primeira vez que passaria a Páscoa na Quarentena.

A vantagem de fazer aniversário em abril, porque geralmente fica próximo da Páscoa. Mas, dessa vez deu ruim.

Infelizmente, eu não pude ganhar ovos no meu aniversário.

Apesar de ficar louca em querer pular o muro para comer chocolate em qualquer praça de Natal ou comer aquela ginga com tapioca, o feriado de Semana Santa foi muito tranquila e foi o dia que fiz minha casa se tornar uma praia.

Como não posso ir para Ponta Negra, a praia teve que vir até mim, pelo menos por enquanto.

Mesmo eu querendo arrancar a cabeça do animal de grande porte que foi inventar de ir para o interior para curtir a Semana Santa.

“Mas, eu não fui para rua e blá blá blá”.

Criatura, só de tu ter pisado na calçada da rua de sua casa está exposto ao vírus e ainda vai ajudar a levar para outras cidades brasileiras, seu burro.

Se você olhou o último boletim, você vai ver que as mortes estão rolando de vento em popa no interior.

Voltando a minha quarentena na páscoa eu resolvi colocar o meu biquíni no sol e passei filtro solar para não ficar tão queimada que nem a última vez no carnaval, que por sinal foi a última festa que encontrei todos os meus amigos.

Mergulhe-se

Botaram uma playlist bem eclética e resolvi mergulhar na água gelada da piscina, onde matei o calor insuportável e ainda tomei um banho de sol, para aderir um pouco de vitamina D.

Enquanto estava dentro d’água, eu ficara pensando que as minhas inquietudes neste período, parei de pensar em trabalho por um tempo e ao voltar a superfície, eu finalmente pude relaxar.

Foi um dos poucos momentos que podia ficar de boas, parar de pensar nas mil coisas que faria depois de sair.

Apenas, no entanto, queria sentir aquela água entrando nos meus poros e matar aquele calor insuportável, além de ver aquelas nuvens no céu enquanto boiava. Conseguia sorrir sem forçar a barra.

Parecia que estava em um momento que estava me acariciando e parei de pensar, só queria sentir aquilo que estava fazendo.

Hora da vitamina D

No lugar de pisar na areia, eu tive que pelo menos pisar o meu pé na grama para sentir aquela sensação de pisar no solo. Então, eu sentei numa cadeira e decidi tomar banho de sol.

Senti minha pele ficando melhor após aquele banho, estava curtindo pegar o bronze e ninguém me tiraria daquela cadeira.

Filtro solar reposto, hora de sol e curtir uma boa música enquanto pegava o sol, a vitamina D estava chegando.

Pesquisando na internet, o bronze ajuda a absorver a famosa vitamina D, visto que é necessária para a manutenção do tecido ósseo.

Ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes e no processo de diferenciação celular. Era o momento para ficar mais forte, caso tenha que ir na rua para fazer compras.

Realmente, depois do sol me senti mais forte. Renasci e me senti menos depressiva.

 

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Hora do ovo de páscoa

Depois do sol, pudera comer o meu almoço que estava saboroso e chegou o melhor momento: hora de comer ovo de páscoa.

A ideia inicial, esse ano, era comprar uma barra de chocolate e, por fim, fazer os ovos de chocolates. Mas, a quarentena chegou e as lojas estão fechadas.

Então, “arriscando as nossas vidas”, fomos ao supermercado na quinta e sobrevivemos o apocalipse zumbi, visto que as pessoas estavam desesperadas em comprar peixe e chocolate para não passar o dia vazio.

Deu certo, compramos de uma marca desconhecida por ser mais barata e arriscamos.

Por isso, era hora de saber se aquele chocolate era bom e se prestava…

…Valeu a pena cada pedaço de glicose que ingeri no meu corpo neste domingo.

A páscoa na quarentena pode ser mais doce e com mais vitamina D. É possível criar um bom universo no meio do caos.

Se esses forem meus últimos dias, quero que seja igual ao domingo de páscoa.