Pipa 1991

Pipa de 1991 era uma praia deserta

Nos últimos anos constatamos que Pipa deixou de ser uma praia deserta e hoje é uma das mais movimentadas do Litoral Sul. A paisagem e a manutenção da mata nativa é um dos motivos para que as pessoas querem visitar e cada vez atrai turistas não só do Brasil, mas europeus e da América do Sul, inclusive os argentinos. A foto acima, por exemplo, mostra como Pipa era no ano de 1991, tirada da tradicional Revista Manchete, descrevendo a praia com as seguintes palavras:

A Pipa fica ao sul do Rio Grande do Norte, num vale cavado pelo mar durante milhares de anos, protegida por falésias – encostas quebradiças. O lugar tem apenas 3 mil habitantes e é ideal para quem gosta de primitivismo, mas não dispensa alguma infra-estrutura. Botequinhos de madeira ocupam um pequeno trecho da praia, oferecendo água de coco, peixe frito e outros quitutes. Mas basta andar um pouco para encontrar o visual selvagem. Uma das grandes atrações locais é escalar uma de suas montanhas erosivas para apreciar o pôr-do-sol, um dos mais maravilhosos que se pode imaginar. A vila que cerca a praia é totalmente rústica, com casas modestas, pousadas e alguns poucos velhos armazéns de secos e molhados.

Isto porque pegamos uma parte da foto que rendeu duas páginas inteiras da revista que você pode ver a seguir:

Pipa 1991
Reportagem da Manchete sobre Pipa em 1991

Essa descrição da praia de Tibau do Sul veio de uma série de reportagens sobre praias que ainda não eram tão conhecidas do Nordeste, que também registrou praias que foram cenário de novela em Pernambuco e Maranhão. Além disso, enfatizou que as pessoas praticavam rapel nas falésias, que algo hoje é impensável sabendo dos acidentes que aconteceram.

Mas também registrou outra praia potiguar, a Tabatinga, no município de Nísia Floresta, no qual a revista apontou que o espaço era reduto para os surfistas.

Mudaram muito essas duas praias? Deixe aqui, portanto, o seu comentário.

chiclete japonês de limão

Eita que masquei chiclete japonês de limão

Após falar de Carlos Alexandre, de experimentar o refrigerante de melancia e do Mada (já viu o nosso especial de matérias sobre o evento?), agora de ressuscitar um vídeo que era para postar no ano passado, porém perdi. Mas, Carlos Leandro, o Cobra, nosso correspondente de Parnamirim, resgatou este vídeo que experimentamos o chiclete japonês de sabor limão com Salomão Renan, do canal “Tá Pra Jogar“.

Além disso, antes de ver o vídeo, preciso explicar que ainda dá tempo de comprar Revista do Brechando nº2, clique no link em destaque.

Por isso, vamos mostrar como foi esta experiência peculiar após ter experimentado três refrigerantes muito ruins.

Mais um episódio do Brechando Vlog sobre o chiclete japonês de limão

Então, acesse o canal do Brechando no Youtube e veja mais um episódio. Dê o play, portanto, a seguir:

Deixe aqui o seu comentário e não se esqueça de inscrever no canal.

Filipe Marcus Mubi Festival

Potiguar Filipe Anjo convidado para ser design do Mubi Festival

O artista de currais novos, Filipe Marcus, Também conhecido como Filipe Anjo, foi convidado para participar do Mubi Festival, primeiro festival da plataforma de filme independente de mesmo nome. 

Ele desenhou ecobags, flyers, kits, além de outros materiais de divulgação com base em três filmes. 

O resultado desta colaboração ganhou uma postagem do próprio Filipe no seu Instagram e também dos filmes que assistiu.  

Saiba o que é Mubi 

Mubi é uma plataforma global de streaming de filmes com curadoria, produtora e  distribuidora de filmes. A Mubi produz e distribui nos cinemas filmes de cineastas  emergentes e consagrados, que estão disponíveis exclusivamente em sua plataforma. 

O Festival aconteceu no Museu da Imagem e do Som – o MIS, em São Paulo. Com a exibição  de cinco filmes exclusivos, além de música e debates, o evento acontecerá nos dias 4 e 5 de  junho.

Além do Mubi Festival, Filipe Marcus já desenhou o clipe de Kevin O Cris e é vocalista do Joseph Little Drop

Filipe Marcus é natural de Currais Novos, mas veio para Natal seguir os seus estudos. Além disso, é formado em Design Gráfico pela Universidade Potiguar (UnP), desde sempre fez arte para a turma alternativa da cidade. Foi ele quem fez a logo da finada Faster, a pizzaria do Heavy Metal, que já falamos no Brechando.

Além disso, realizou cartazes para as mais variadas festas da cidade, sempre com um estilo único. Sabe aquele quadro que de longe você conhece o autor, mesmo não tendo visto a assinatura? É assim com a arte de Filipe, que tem muita influência da cultura trash e do punk.

O punk é tão forte em sua vida que ele tem uma banda na cidade chamada Joseph Little Drop, no qual é o vocalista.

Mas isso não quer dizer que ele trabalhe apenas no Rock and Roll, uma vez que ele foi o responsável pela animação do clipe de Kevin O Chris, chamada de “Câmera Lenta”.

Para quem não sabe, Kevin O Chris, sim ele é uma pessoa só. Sua cidade natal é o Rio de Janeiro, terra do funk brasileiro. Além disso, participa do 150 BPM, esse estilo de funk veio junto com Rennan da Penha e o seu Baile da Gaiola, famoso pelo batidão rápido e letras misturando pop.

chove em Natal

Crônica: Presa no engarrafamento do Méqui na chuva

Chuva é sinal de almoçar no shopping ou no Mc Donald’s.

Quando chove em Natal existe um hábito que acho peculiar entre os natalenses: se isolar em lugares fechados ou falar que tem preguiça de realizar ações simples durante a chuva, como cozinhar. Se estiver na rua e trabalhando, por exemplo, e do nada começa a chover, ele vai imediatamente ao shopping ou no Mc Donald’s.

São vários motivos que levam a isso, desde a distância de voltar para casa até não arriscar em ferrar a parte do motor do carro. Sem contar da gasolina por quase 10 reais.

Um dia desse choveu torrencialmente em Natal e no caminho de casa fiquei presa no engarrafamento da fila do Drive-Thru da rede de fast food, pois todos decidiram que o local era mais seguro para se proteger da tempestade, veja a foto. E olha que mesmo os vidros estivessem embasados, dava para ver o amontoado de gente dentro do restaurante.

E fiquei filosofando o porquê deste trânsito todo quando chove em Natal. Aí lembrei do costume das pessoas lotarem os shoppings durante os dias de chuva para não se molharem ou proteger seus carros.

E não pense que este costume de quando chove em Natal vem apenas no Méqui

Quantas vezes a gente ia sair para o restaurante e viu que a chuva estava forte resolveu ir ao Midway ou Natal Shopping.

Como resultado, vagas só tinham nos últimos andares, filas para ir as praças de alimentação e pouca paciência.

E os aplicativos? Você desiste de sair e quer ficar em casa. Mas está com preguiça de cozinhar. Hora de ir ao lado do delivery. O problema que você vai encarar mais filas e esperar mais tempo, pois parece que todo mundo decidiu que iria pedir comida, porque estava com a mesma pegada.

 

As pessoas neste momento querem algo que confortem e que trazem menos problemas. Mas, a alta demanda desses lugares em dias de chuva, mostra, portanto, que Natal não está preparada para grandes eventos.

A vontade é ficar em casa. Mas se não der, vou me abrigar.