Recebemos uma resposta: grafite não era da Xuxa

Lembra do grafite da Xuxa, que nós publicamos nesta segunda-feira (28)? A equipe do evento “De Boa Na Lagoa” mandou uma resposta para o e-mail do blog dizendo que aquela imagem não era da Xuxa, apesar do rosto ser bastante parecido.  A imagem está exposta na Cidade da Criança, no bairro do Tirol, próximo de um dos quiosques existentes no ponto turístico.

Esta imagem foi vista no dia 27 de março, na verdade, quer representar uma criança que está brincando com as tintas no meio do local. “Na verdade, apesar da semelhança,  a intenção não  foi essa na confecção da obra. A imagem foi inspirada numa criança brincando com as tintas”, disse a Ana Paula, a produtora do evento.

A arte fez parte do projeto da Fundação José Augusto, “De Boa Na Lagoa”, onde a direção criava uma programação  com música, teatro, poesia e grafite para o público.  Durante as diversas apresentações que ocorriam, vários grupos de grafiteiros famosos na cidade ficavam colorindo os muros do espaço, deixando mais colorido.

O principal intuito era oferecer ao público natalense entretenimento de qualidade e de forma gratuita para toda a família, numa área verde, que conta com a belíssima Lagoa Manoel Felipe. Apesar de não ser, tem uma foto que vi na internet que lembra mais ainda a imagem da rainha dos baixinhas. Confira:

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Obrigada, gente pela resposta e continue brechando com a gente!

Páscoa vira sinônimo de boardgame

A Páscoa é um momento onde as famílias se encontram na hora do almoço e a sobremesa são aqueles chocolates que tanto esperamos. Além disso, para quem é Cristão, é o momento para lembrar o porquê do messias ressuscitado. Mas, quem quer fazer algo no domingo após o momento familiar? Neste domingo (27), o grupo da Mundos Colidem, novamente, realizou o Diversão Na Lagoa, evento que acontece na Cidade da Criança, onde as pessoas se reúnem para jogar tabuleiro ou RPG, além de ser um ótimo espaço para fazer amizade.

O evento acontece sempre no final de cada mês e em março o tema era Star Wars, onde tinha vários jogos relacionados à série,  como jogos e também havia uma exposição dos personagens e outros acessórios envolvendo os sete filmes da série e dos livros, incluindo a Estrela da Morte, a estação espacial bélica que poderia destruir um planeta numa questão de segundos.

Bonecos dos personagens estavam expostos no evento (Fotos: Lara Paiva)
Bonecos dos personagens estavam expostos no evento (Fotos: Lara Paiva)
Roll For The Galaxy tinha que explorar planetas utilizando os dados
Roll For The Galaxy tinha que explorar planetas utilizando os dados

Mas, você não gosta de Star Wars, o que fazer? A organização e os parceiros trouxeram várias coleções de jogos relacionados à ficção científica e com certeza você iria se identificar com alguns. Um dos que joguei foi Roll For The Galaxy, no qual os jogadores tinham que utilizar os dados para desenvolver e desbravar os planetas espalhados pela galáxia. Precisava bastante de raciocínio e estratégia para ganhar.

Para expandir os horizontes, a organização colocou jogos de diversos temas. Esqueça, lá não tinha Banco Imobiliário ou War, visto que houve uma nova expansão deste tipo de brincadeira, graças ao jogo “Colonizadores de Catan”, que ajudou no ressurgimento na produção e venda dos chamados boardgame. O local era um espaço ideal para conhecer uma nova forma de diversão.

Novamente, fotografei o pessoal reunido para jogar e só dava para ver concentração, sorrisos e confraternização, pois isto é a proposta de jogar um tabuleiro com a galera. Sim, o local tinha diversos fãs e amantes do tabuleiro que estavam dispostos em difundir a cultura do boardgame. Tinha bastante mesas e jogos à disposição. Não conhecia? As pessoas estavam dispostas em ajudar a explicar o funcionamento do produto.

Além dos jogos, o local também estavam vendendo bottoms e camisetas com temática destinada ao público nerd/geek. Havia coisas destinadas aos jogos eletrônicos, super-heróis, quadrinhos, mangás e dentre outras coisas legais.

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A organização do Diversão na Lagoa também é responsável pela ZN Lúdica há três anos, onde reúne os fãs destes joguinhos na zona Norte da capital potiguar. A escolha de fazer um evento na Cidade da Criança se deu pela característica lúdica do local.

Em dezembro, nós entrevistamos Raphael Lima, um dos membros do grupo e pode ser conferido neste link.

O próximo evento será no último domingo e é uma ótima oportunidade de conhecer pontos turísticos da cidade e aprender um novo hobby.  Confira as fotos do evento a seguir:

Os grafites de Arbus, que estão espalhados em Natal

Saindo de casa, indo em direção a Avenida Engenheiro Roberto Freire vi um grafite em muro. O desenho parecia inspiração de desenhos vindos de fora do país e sempre tive a curiosidade de saber quem fazia a arte. Tentando procurar uma rota alternativa para o bairro do Tirol, eu vi outra obra no muro do abandonado supermercado que também fica em Capim Macio. Quem fez a obra? Qual foi sua inspiração? Então, após uma longa pesquisa, descobri que o autor era o artista plástico Augusto Furtado, conhecido como Arbus (fanpage do artista é neste link).

imageCom certeza você viu alguma de suas marcas registradas em Capim Macio ou em outro espaço da cidade. Arbus sempre trabalhou com pinturas e arte, no qual alega que “faz parte da rotina diária”, mas o grafite surgiu mesmo há 1 ano e seis meses. Também trabalha como diretor de arte em uma agência de publicidade.

De acordo com o artista, as pessoas estão valorizando a arte vinda na rua e que espera a valorização cresça cada vez mais. Porém, ele ainda tem que encarar os olhares tortos, apesar de não ter tido treta com a polícia. “Normalmente o pessoal olha assim e acha que o cara é um mendigo, noiado ou sei lá o que. Não entendem porque o artista esta ali pintando na rua. Não respeitam e acham que podem falar ou fazer o que querem. É normal ouvir coisas tipo: quem esta pagando essas tintas? Tem autorização? Por que você esta pintando ai? O que você quer dizer com essa sua arte?”.

Arbus e sua arte na Avenida do Contorno (Foto: Cedida)
Arbus e sua arte na Avenida do Contorno (Foto: Cedida)

Por isso, ele procura ser rápido em algumas ações em lugares movimentados. “O graffiti (sic) se popularizou mais e as pessoas já conseguem diferenciar com mais clareza o graffiti da pixação (sic). Para quem não faz parte da cena, o critério estético é simples: normalmente o graffiti agrada e a pixação incomoda. O que pouca gente entende é que arte de rua é feita para quem faz arte na rua. Na minha opinião o graffiti e pixação andam lado a lado, respeito muito o trampo dos caras que saem para “pixar”, principalmente porque eles estão na linha de frente contra o sistema. O que me incomoda mesmo são as propagandas ilegais que estão sempre atropelando as artes de todo mundo, um dia espero que isso mude”, afirmou.

Arbus também recomendou dois documentários massa para assistir sobre a arte de rua, que poderão ser conferidos a seguir:

Os desenhos mostra influência de tantos artistas nacionais e gringos, a intenção do Arbus é se manter o mais atualizado possível das tendências. Na gringa, ele gosta de Buff Monster, Gent48, Harrybones, The Sweet Toof, Arsek & Erase.

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Arbus é fã dos grafiteiros potiguares, como Pazciência, FB, Bones, Binho Duarte, Pok, Stomp, Dente, Bia, e To Ligado Boe. Além disso, alguns dos desenhos foram feitos em parceria com outros grafiteiros da cidade.

Apesar de não ser bastante conhecido pela grande imprensa, ele já participou de eventos em outros lugares, recentemente foi para João Pessoa. “Foi muito bom a experiência, conheci muita gente, de todo o nordeste. Pretendo ir em outros encontros, procuro sempre ficar informado com o que esta acontecendo na cena”, comentou.

O Instagram do Arbus é este daqui e confira algumas fotos a seguir:

Antes do Uber chegar, empresas criam próprio aplicativo

Para quem não sabe, o Uber é uma empresa multinacional americana de transporte privado urbano baseado em tecnologia disruptiva em rede, através de um aplicativo que oferece um serviço semelhante ao táxi tradicional, conhecido popularmente como serviços de “carona remunerada”.

A primeira cidade a receber o Uber no Brasil foi o Rio de Janeiro, em maio de 2014. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte receber o Uber, em setembro de 2014. Atualmente o Uber está presente nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Goiânia, Porto Alegre, Guarulhos, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em janeiro de 2016 o Uber começou a operar em Campinas, sendo a primeira cidade do interior a receber esse serviço. A última cidade a receber o serviço foi Goiânia, em 29 de janeiro de 2016. Em 18 de março o Uber chegou a Curitiba. Não tem previsão de quando chegará em Natal.

Enquanto não chega, uma empresa já criou um aplicativo concorrente chamado RN Transportes Executivo, que pode ser baixado na App Store. Como funciona? O cliente utiliza o aplicativo para pedir táxi em qualquer lugar da cidade ou estado. O desenvolvedor deste produto também já fez para outras cooperativas espalhadas nas cidades brasileiras.

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O aplicativo foi desenvolvido no ano passado e a sua última atualização foi em fevereiro deste ano. Até o momento, não vimos algum comentário se isto era algo viável ou ruim. Alguém já usou? Comente nesta postagem.

Sobre o Uber

Como funciona o aplicativo? Você baixa o aplicativo, se cadastra e utilizando o localizador do celular, você pode pedir para te buscar e deixar em qualquer lugar. A grande diferença entre os serviços é que para ser um motorista da Uber, bastaria cadastrar-se seguindo uma lista de exigências de segurança.

Entretanto, o serviço ainda é polêmico, visto que era a uma fração do custo de uma empresa com frota de táxi tradicional, o Uber despertou preocupação e críticas da indústria de táxis ao redor do mundo. É comum que o trabalho de taxista seja regulamentado por algum órgão do governo, com licenças que podem custar caro. No caso do Brasil, pelo número de licenças ser limitado e a demanda ser alta, existe um mercado informal de aluguel de licenças que movimenta atualmente muito dinheiro.