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Sobre Cidade da Esperança: primeiro conjunto habitacional da cidade

Cidade da Esperança é um bairro localizado na zona Oeste da cidade. Inicialmente foi conhecido como conjunto habitacional, o primeiro instalado na capital potiguar no final da década de 1960. A criação do conjunto foi realizado inicialmente pelo governo de Aluízio Alves, através da Fundação de Habitação Popular. Na época, este programa era pioneiro na América Latina. Reza a lenda que o nome do conjunto se refere à Brasília, que era conhecida como a “Capital da Esperança”. A necessidade de criar um conjunto habitacional se deu devido à forte imigração para Natal no início da década de 1960, causando uma forte pressão demográfica. O terreno ficava numa parte não aproveitada do antigo leprosário. Sua construção durou de 1964 a 1966 e contou com recursos financeiros tanto do governo do estado do Rio Grande do Norte quanto com dinheiro dos Estados Unidos, através da Aliança para o Progresso. Só transformou em bairro no ano de 1993. Através deste conjunto habitacional, Alves procurou evidenciar que aquela era uma obra de seu governo, de seu esforço e de seu irmão. Com isso, ele procurava dar a entender que o povo sonhava com casas populares, de pagamento facilitado e que ele, Aluízio, percebendo isso, realizou o desejo do povo. Dessa forma,o povo aparecia como passivo, como aquele que desejava, mas que não conseguia as tais casas. Além das 560 casas, também foi construído um mercado e uma escola pública, chamada Raimundo Soares, que existe até hoje. Ao longo dos anos, o conjunto habitacional cresceu e várias pessoas vindas do interior…

Cidade da Esperança é um bairro localizado na zona Oeste da cidade. Inicialmente foi conhecido como conjunto habitacional, o primeiro instalado na capital potiguar no final da década de 1960. A criação do conjunto foi realizado inicialmente pelo governo de Aluízio Alves, através da Fundação de Habitação Popular. Na época, este programa era pioneiro na América Latina.

Reza a lenda que o nome do conjunto se refere à Brasília, que era conhecida como a “Capital da Esperança”.

cidadedaesperança
Vista aérea do conjunto habitacional

A necessidade de criar um conjunto habitacional se deu devido à forte imigração para Natal no início da década de 1960, causando uma forte pressão demográfica. O terreno ficava numa parte não aproveitada do antigo leprosário.

Sua construção durou de 1964 a 1966 e contou com recursos financeiros tanto do governo do estado do Rio Grande do Norte quanto com dinheiro dos Estados Unidos, através da Aliança para o Progresso. Só transformou em bairro no ano de 1993.

Através deste conjunto habitacional, Alves procurou evidenciar que aquela era uma obra de seu governo, de seu esforço e de seu irmão. Com isso, ele procurava dar a entender que o povo sonhava com casas populares, de pagamento facilitado e que ele, Aluízio, percebendo isso, realizou o desejo do povo. Dessa forma,o povo aparecia como passivo, como aquele que desejava, mas que não conseguia as tais casas.

Além das 560 casas, também foi construído um mercado e uma escola pública, chamada Raimundo Soares, que existe até hoje. Ao longo dos anos, o conjunto habitacional cresceu e várias pessoas vindas do interior do Rio Grande do Norte migraram para o bairro na esperança de ter um futuro melhor.

Hoje, o local tem mais de 30 mil moradores, conta com diversos estabelecimentos comerciais, postos de saúde, uma rodoviária, igrejas, praças e dentre outras coisas. Confira esta reportagem elaborada pela TV Ponta Negra em meados dos anos 2000.

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Sobre Cidade da Esperança: primeiro conjunto habitacional da cidade

Cidade da Esperança é um bairro localizado na zona Oeste da cidade. Inicialmente foi conhecido como conjunto habitacional, o primeiro instalado na capital potiguar no final da década de 1960. A criação do conjunto foi realizado inicialmente pelo governo de Aluízio Alves, através da Fundação de Habitação Popular. Na época, este programa era pioneiro na América Latina. Reza a lenda que o nome do conjunto se refere à Brasília, que era conhecida como a “Capital da Esperança”. A necessidade de criar um conjunto habitacional se deu devido à forte imigração para Natal no início da década de 1960, causando uma forte pressão demográfica. O terreno ficava numa parte não aproveitada do antigo leprosário. Sua construção durou de 1964 a 1966 e contou com recursos financeiros tanto do governo do estado do Rio Grande do Norte quanto com dinheiro dos Estados Unidos, através da Aliança para o Progresso. Só transformou em bairro no ano de 1993. Através deste conjunto habitacional, Alves procurou evidenciar que aquela era uma obra de seu governo, de seu esforço e de seu irmão. Com isso, ele procurava dar a entender que o povo sonhava com casas populares, de pagamento facilitado e que ele, Aluízio, percebendo isso, realizou o desejo do povo. Dessa forma,o povo aparecia como passivo, como aquele que desejava, mas que não conseguia as tais casas. Além das 560 casas, também foi construído um mercado e uma escola pública, chamada Raimundo Soares, que existe até hoje. Ao longo dos anos, o conjunto habitacional cresceu e várias pessoas vindas do interior…

Cidade da Esperança é um bairro localizado na zona Oeste da cidade. Inicialmente foi conhecido como conjunto habitacional, o primeiro instalado na capital potiguar no final da década de 1960. A criação do conjunto foi realizado inicialmente pelo governo de Aluízio Alves, através da Fundação de Habitação Popular. Na época, este programa era pioneiro na América Latina.

Reza a lenda que o nome do conjunto se refere à Brasília, que era conhecida como a “Capital da Esperança”.

cidadedaesperança
Vista aérea do conjunto habitacional

A necessidade de criar um conjunto habitacional se deu devido à forte imigração para Natal no início da década de 1960, causando uma forte pressão demográfica. O terreno ficava numa parte não aproveitada do antigo leprosário.

Sua construção durou de 1964 a 1966 e contou com recursos financeiros tanto do governo do estado do Rio Grande do Norte quanto com dinheiro dos Estados Unidos, através da Aliança para o Progresso. Só transformou em bairro no ano de 1993.

Através deste conjunto habitacional, Alves procurou evidenciar que aquela era uma obra de seu governo, de seu esforço e de seu irmão. Com isso, ele procurava dar a entender que o povo sonhava com casas populares, de pagamento facilitado e que ele, Aluízio, percebendo isso, realizou o desejo do povo. Dessa forma,o povo aparecia como passivo, como aquele que desejava, mas que não conseguia as tais casas.

Além das 560 casas, também foi construído um mercado e uma escola pública, chamada Raimundo Soares, que existe até hoje. Ao longo dos anos, o conjunto habitacional cresceu e várias pessoas vindas do interior do Rio Grande do Norte migraram para o bairro na esperança de ter um futuro melhor.

Hoje, o local tem mais de 30 mil moradores, conta com diversos estabelecimentos comerciais, postos de saúde, uma rodoviária, igrejas, praças e dentre outras coisas. Confira esta reportagem elaborada pela TV Ponta Negra em meados dos anos 2000.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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