5 colégios de Natal que não existem mais

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Ao longo da história de Natal, diversas instituições de ensino privadas enfrentam dificuldades financeiras que culminaram no encerramento de suas atividades, refletindo mudanças econômicas, transformações no setor educacional e novas demandas sociais. 

O fechamento dessas escolas revela não apenas desafios administrativos e de gestão, mas também mudanças no perfil da população, na concorrência entre instituições e nas políticas educacionais que impactaram diretamente a sustentabilidade desses espaços de formação na capital potiguar.

Por isso, listamos cinco escolas que foram extintas em Natal. Confira: 

Ferro Cardoso 

Um dos pioneiros colégios que misturava cursinho com educação básica em Natal foi o Ferro Cardoso. Com certeza você conheceu ou conhecerá alguém que pisou nesta extinta escola. Era muito popular nos anos 80 e fechou a porta em meados dos anos 2000. Seu fundador, Antônio Jácome (não confundir com político), faleceu em 2014, deixando sete filhos. 

CPU

CPU era uma sigla para Colégio Pré-Universitário e estava em atividade desde a década de 70. O colégio oferecia turmas do Ensino Fundamental II até o terceiro ano do Ensino Médio. Pouco achei da história do colégio, mas sei que em 2011 saiu da Avenida Jaguarari e se mudou para Avenida dos Xavantes em Cidade Satélite. Pesquisando o Google Maps, o espaço não existe desde 2015. 

CIC

Este colégio foi o primeiro particular da cidade efoi sigla para Colégio Imaculada Conceição, uma escola centenária que fechou no ano de 2012. Ficava na Avenida Deodoro da Fonseca, no centro da cidade. Atualmente, o local funciona hoje uma unidade do Facex. 

Tudo começou em 1895, quando o bispo da Paraíba, Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques, veio à Natal com o objetivo de estimular a criação de dois estabelecimentos de ensino religioso para a educação feminina e masculina. Então, o bispo solicitou à Madre Trajassi, superiora geral da Congregação das Irmãs de Santa Dorotéia, com sede em Recife, para abrir um colégio em Natal.

Inicialmente, o colégio permitia apenas a matrícula de meninas e somente em 1972 que permitiu a entrada de estudantes do gênero masculino. Durante a noite, o espaço era cedido para a Secretaria Estadual de Educação, onde funcionava a escola Paula Franssinetti, nome da fundadora da Congregação Dorotéias.

Devido às dívidas e a diminuição da quantidade de alunos, o colégio foi fechado em 2012, apesar dos protestos de ex-integrantes da escola e alunos.

Dinâmico

Hoje, o espaço que era a escola é só um terreno. Inicialmente, o colégio tinha o nome de Ginásio São Luiz, cujo diretor era o Padre Eymar Monteiro  no ano de 1946. O ex-governador Cortez Pereira colocou uma de suas filhas na escolinha do Padre Eymar, que era conhecido pela exigência. A arquitetura do prédio era modernista e bastante arrojada naquela época.

Na década de 80,o Ginásio São Luiz fechou as portas e o Colégio Dinâmico se transformou. O prédio passou por uma reforma e mantinha salas desde a Educação Infantil indo ao Pré-vestibular e cursinho preparatório para o vestibular. Era bastante famoso na década de 90 e muitos jovens natalenses já foram alunos.

Fechou as portas no ano de 2002. 

Colégio Bereiano

A instituição foi fundada em 31 de março de 1984 pelo Pastor Rubens Luz e sua esposa, Magali. A sua principal finalidade era colocar, portanto, uma escola cristã que diferenciasse das católicas do existente.

Primeiramente, começou com uma escola de educação infantil. Mas, no ano de 1993, tornou-se colégio da educação infantil até o ensino médio.

De acordo com o antigo blog da escola, o nome Bereiano é bíblico e designa um povo que recebeu com toda avidez os ensinos de Paulo e Silas, porém buscavam por eles mesmos saber se o evangelho de jesus, pregado pelo apóstolo, era coerente com as escrituras.

A escola fechou as portas, no entanto, em 2014, cedendo o seu espaço para uma faculdade particular. Após o fim das atividades da instituição de ensino superior, o espaço ficou abandonado e hoje virou o terreno. Atualmente, os fundadores residem em Portugal.

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Quem sou eu

Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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