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Polvinhos de tricô ajudam na recuperação de recém-nascidos

O projeto Octo Natal existe desde 2018. Desenvolve polvos de tricô para os bebês recém-nascidos e estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Lá, voluntárias fazem os bichinhos de pelúcia e entregam nas maternidades. A intenção é fazer com que os prematuros se sintam acolhidos e os braços do polvo ajudam abraçar o bebê, assim evitando que puxe os fios e sondas. Além disso, auxilia no posicionamento do bebê na incubadora, sem contar que transmite calma, proteção e amor. O Octo Natal não tem fins lucrativos e já ajudaram a salvar vários guerreirinhos.  Os polvos nascem a partir das mãos de voluntárias que confeccionam a partir de materiais de doação. Portanto, elas não aceitam dinheiro, apenas doações de materiais e mão de obra voluntária. Aqui tem um bebê fofinho segurando o polvo, mostrando que realmente ajuda na sua recuperação:   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Projeto Octo Natal (@projetooctonatal) O projeto inicialmente surgiu na Dimarca em 2013, onde os pesquisadores descobriram que prematuros que ficavam junto a esses fofos e amados. Além disso, constataram que os bebês tinham batimentos cardíacos mais regulares, respiração melhor, e níveis mais altos de oxigenação em seu sangue. Os tentáculos do polvo aparentemente lembram aos bebês o cordão umbilical de suas mamães, e a malha macia dos bichinhos é comparada ao útero. Os polvos estão espalhados nas maternidades de Januário Cicco, Unimed, Hapvida e Divino Amor, em Parnamirim. Ainda mais que outros estados brasileiros estão aderindo cada vez mais a ideia.  Para fazer a doação dos…

O projeto Octo Natal existe desde 2018. Desenvolve polvos de tricô para os bebês recém-nascidos e estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Lá, voluntárias fazem os bichinhos de pelúcia e entregam nas maternidades. A intenção é fazer com que os prematuros se sintam acolhidos e os braços do polvo ajudam abraçar o bebê, assim evitando que puxe os fios e sondas. Além disso, auxilia no posicionamento do bebê na incubadora, sem contar que transmite calma, proteção e amor.

O Octo Natal não tem fins lucrativos e já ajudaram a salvar vários guerreirinhos.  Os polvos nascem a partir das mãos de voluntárias que confeccionam a partir de materiais de doação. Portanto, elas não aceitam dinheiro, apenas doações de materiais e mão de obra voluntária.

Aqui tem um bebê fofinho segurando o polvo, mostrando que realmente ajuda na sua recuperação:

O projeto inicialmente surgiu na Dimarca em 2013, onde os pesquisadores descobriram que prematuros que ficavam junto a esses fofos e amados. Além disso, constataram que os bebês tinham batimentos cardíacos mais regulares, respiração melhor, e níveis mais altos de oxigenação em seu sangue.

Os tentáculos do polvo aparentemente lembram aos bebês o cordão umbilical de suas mamães, e a malha macia dos bichinhos é comparada ao útero.

Os polvos estão espalhados nas maternidades de Januário Cicco, Unimed, Hapvida e Divino Amor, em Parnamirim. Ainda mais que outros estados brasileiros estão aderindo cada vez mais a ideia.  Para fazer a doação dos materiais para os polvos é só clicar, portanto, neste link aqui.

As imagens que ilustraram esta matéria pertencem ao projeto.

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O projeto Octo Natal existe desde 2018. Desenvolve polvos de tricô para os bebês recém-nascidos e estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Lá, voluntárias fazem os bichinhos de pelúcia e entregam nas maternidades. A intenção é fazer com que os prematuros se sintam acolhidos e os braços do polvo ajudam abraçar o bebê, assim evitando que puxe os fios e sondas. Além disso, auxilia no posicionamento do bebê na incubadora, sem contar que transmite calma, proteção e amor. O Octo Natal não tem fins lucrativos e já ajudaram a salvar vários guerreirinhos.  Os polvos nascem a partir das mãos de voluntárias que confeccionam a partir de materiais de doação. Portanto, elas não aceitam dinheiro, apenas doações de materiais e mão de obra voluntária. Aqui tem um bebê fofinho segurando o polvo, mostrando que realmente ajuda na sua recuperação:   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Projeto Octo Natal (@projetooctonatal) O projeto inicialmente surgiu na Dimarca em 2013, onde os pesquisadores descobriram que prematuros que ficavam junto a esses fofos e amados. Além disso, constataram que os bebês tinham batimentos cardíacos mais regulares, respiração melhor, e níveis mais altos de oxigenação em seu sangue. Os tentáculos do polvo aparentemente lembram aos bebês o cordão umbilical de suas mamães, e a malha macia dos bichinhos é comparada ao útero. Os polvos estão espalhados nas maternidades de Januário Cicco, Unimed, Hapvida e Divino Amor, em Parnamirim. Ainda mais que outros estados brasileiros estão aderindo cada vez mais a ideia.  Para fazer a doação dos…

O projeto Octo Natal existe desde 2018. Desenvolve polvos de tricô para os bebês recém-nascidos e estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Lá, voluntárias fazem os bichinhos de pelúcia e entregam nas maternidades. A intenção é fazer com que os prematuros se sintam acolhidos e os braços do polvo ajudam abraçar o bebê, assim evitando que puxe os fios e sondas. Além disso, auxilia no posicionamento do bebê na incubadora, sem contar que transmite calma, proteção e amor.

O Octo Natal não tem fins lucrativos e já ajudaram a salvar vários guerreirinhos.  Os polvos nascem a partir das mãos de voluntárias que confeccionam a partir de materiais de doação. Portanto, elas não aceitam dinheiro, apenas doações de materiais e mão de obra voluntária.

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O projeto inicialmente surgiu na Dimarca em 2013, onde os pesquisadores descobriram que prematuros que ficavam junto a esses fofos e amados. Além disso, constataram que os bebês tinham batimentos cardíacos mais regulares, respiração melhor, e níveis mais altos de oxigenação em seu sangue.

Os tentáculos do polvo aparentemente lembram aos bebês o cordão umbilical de suas mamães, e a malha macia dos bichinhos é comparada ao útero.

Os polvos estão espalhados nas maternidades de Januário Cicco, Unimed, Hapvida e Divino Amor, em Parnamirim. Ainda mais que outros estados brasileiros estão aderindo cada vez mais a ideia.  Para fazer a doação dos materiais para os polvos é só clicar, portanto, neste link aqui.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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