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Rap para falar de Natal na Segunda Guerra

Uma das histórias marcantes da cidade do Natal foi a sua participação na Segunda Guerra Mundial. Por conta de ficar numa posição geográfica muito perto da África e Europa, fez com que a cidade recebesse as duas principais bases militares americanas durante a Segunda Guerra Mundial: a Base Naval e Parnamirim Field – a época era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro. Hoje, a Parnamirim Field é o Aeroporto Augusto Severo e a Base Aérea de Natal. A cidade recebeu um contingente de 10.000 soldados norte-americanos para lutarem durante o conflito mundial. Este fato mudou radicalmente a até então pequena capital, que à época possuía 55.000 habitantes. Mais do que uma importante participação durante o conflito armado mundial, a influência cultural dos americanos marcaram para a sempre por aqui. Neste período, muitos natalenses começaram a beber Coca-Cola e mastigar a goma de mascar, conhecido como chiclete. Ao servir de apoio às tropas americanas que se dirigiam aos combates na Europa e África, Natal contribuiu, de forma, significativa, para o sucesso dos aliados, vencendo o nazismo do Adolf Hitler, apoiado pela Itália e Japão. Sabendo disso, o rapper DHDL, que está na ativa há pouco tempo, criou o rap chamado “Recriação”, no qual critica a influência dos Estados Unidos em Natal durante a Guerra, além de questionar a origem cultural dos brasileiros. Confira o vídeo a seguir:

Uma das histórias marcantes da cidade do Natal foi a sua participação na Segunda Guerra Mundial. Por conta de ficar numa posição geográfica muito perto da África e Europa, fez com que a cidade recebesse as duas principais bases militares americanas durante a Segunda Guerra Mundial: a Base Naval e Parnamirim Field – a época era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro. Hoje, a Parnamirim Field é o Aeroporto Augusto Severo e a Base Aérea de Natal.

A cidade recebeu um contingente de 10.000 soldados norte-americanos para lutarem durante o conflito mundial. Este fato mudou radicalmente a até então pequena capital, que à época possuía 55.000 habitantes. Mais do que uma importante participação durante o conflito armado mundial, a influência cultural dos americanos marcaram para a sempre por aqui.

Neste período, muitos natalenses começaram a beber Coca-Cola e mastigar a goma de mascar, conhecido como chiclete.

Ao servir de apoio às tropas americanas que se dirigiam aos combates na Europa e África, Natal contribuiu, de forma, significativa, para o sucesso dos aliados, vencendo o nazismo do Adolf Hitler, apoiado pela Itália e Japão.

Sabendo disso, o rapper DHDL, que está na ativa há pouco tempo, criou o rap chamado “Recriação”, no qual critica a influência dos Estados Unidos em Natal durante a Guerra, além de questionar a origem cultural dos brasileiros.

Confira o vídeo a seguir:

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Rap para falar de Natal na Segunda Guerra

Uma das histórias marcantes da cidade do Natal foi a sua participação na Segunda Guerra Mundial. Por conta de ficar numa posição geográfica muito perto da África e Europa, fez com que a cidade recebesse as duas principais bases militares americanas durante a Segunda Guerra Mundial: a Base Naval e Parnamirim Field – a época era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro. Hoje, a Parnamirim Field é o Aeroporto Augusto Severo e a Base Aérea de Natal. A cidade recebeu um contingente de 10.000 soldados norte-americanos para lutarem durante o conflito mundial. Este fato mudou radicalmente a até então pequena capital, que à época possuía 55.000 habitantes. Mais do que uma importante participação durante o conflito armado mundial, a influência cultural dos americanos marcaram para a sempre por aqui. Neste período, muitos natalenses começaram a beber Coca-Cola e mastigar a goma de mascar, conhecido como chiclete. Ao servir de apoio às tropas americanas que se dirigiam aos combates na Europa e África, Natal contribuiu, de forma, significativa, para o sucesso dos aliados, vencendo o nazismo do Adolf Hitler, apoiado pela Itália e Japão. Sabendo disso, o rapper DHDL, que está na ativa há pouco tempo, criou o rap chamado “Recriação”, no qual critica a influência dos Estados Unidos em Natal durante a Guerra, além de questionar a origem cultural dos brasileiros. Confira o vídeo a seguir:

Uma das histórias marcantes da cidade do Natal foi a sua participação na Segunda Guerra Mundial. Por conta de ficar numa posição geográfica muito perto da África e Europa, fez com que a cidade recebesse as duas principais bases militares americanas durante a Segunda Guerra Mundial: a Base Naval e Parnamirim Field – a época era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro. Hoje, a Parnamirim Field é o Aeroporto Augusto Severo e a Base Aérea de Natal.

A cidade recebeu um contingente de 10.000 soldados norte-americanos para lutarem durante o conflito mundial. Este fato mudou radicalmente a até então pequena capital, que à época possuía 55.000 habitantes. Mais do que uma importante participação durante o conflito armado mundial, a influência cultural dos americanos marcaram para a sempre por aqui.

Neste período, muitos natalenses começaram a beber Coca-Cola e mastigar a goma de mascar, conhecido como chiclete.

Ao servir de apoio às tropas americanas que se dirigiam aos combates na Europa e África, Natal contribuiu, de forma, significativa, para o sucesso dos aliados, vencendo o nazismo do Adolf Hitler, apoiado pela Itália e Japão.

Sabendo disso, o rapper DHDL, que está na ativa há pouco tempo, criou o rap chamado “Recriação”, no qual critica a influência dos Estados Unidos em Natal durante a Guerra, além de questionar a origem cultural dos brasileiros.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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