Conheça o Vent: Rede social que ajuda os portadores de depressão

Jovem, você não confia mais em ninguém, está triste, frustrado ou só precisa apenas um ombro amigo para falar das suas pitangas. Quer uma rede de apoio? Já recebeu indireta/direta por ficar reclamando demais no Facebook/Twitter? Muita gente a utiliza como uma rede, que inicialmente era só para reclamar, para se manter forte contra a depressão. O Vent, nome da social media criada na Austrália, está disponível tanto no Android quanto iOS.

O nome “Vent” vem de uma expressão inglesa para : “Soltar tudo para fora”. Expressão similar da brasileira: “Colocar a boca no trombone”.

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Os desenvolvedores estimulam que o aplicativo seja utilizada para este bem e que todos são uma comunidade no qual ajudam um ao outro.

Lá também é permitido seguir e ser seguido por outros utilizadores, lista de favoritos e comentar publicações de amigos. É providenciado um newsfeed pela interface do Vent e contem um motor de busca para localizar outros elementos ou efetuar pesquisa por emoções.

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O estudo mais recente sobre a depressão realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que 5% da população mundial, aproximadamente 350 milhões de pessoas sofrem de depressão, e que até 2030, a doença seja a mais comum do mundo, à frente de câncer e problemas cardíacos. No Brasil, a depressão atinge 10% dos brasileiros, mas apenas 4,2% sabem que tem a doença.

Recentemente, eu descobri esta rede social, que só agora que está começando a bombar.  Possui o mesmo funcionamento das postagens do Facebook: pode falar o que sente e escrever quantos caracteres desejados.

A depressão, segundo a OMS, é diferente das mudanças de humor mais comuns. Ela se manifesta por um sentimento de tristeza que dura, ao menos, duas semanas, e que impede a pessoa de levar uma vida normal. É fruto da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Em muitas ocasiões, está relacionada com a saúde física.

Vale lembrar que o aplicativo só ajudará a melhorar a doença, uma rede de apoio. Depressão é uma doença e precisa de tratamento, assim como uma diabetes, problemas cardíacos ou uma gripe. 

Após publicar, os seus “ouvintes”, que funciona como seguidores, poderão mandar mensagens ou clicar nas reações de “raiva”, “impressionado” ou “mandar aquele abraço virtual”. Eles também podem comentar para meter a opinião sobre o assunto.

Contudo, como o próprio app afirma nas regras, o Vent deve funcionar como uma forma de “suporte” e não local para constrangimento. No que diz respeito a isso, os criadores garantem que os “moderadores vão lidar rapidamente com comportamento inapropriado”. Outro recurso intrigante é a possibilidade de buscar publicações por humor.

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Dentre os mais usados estão “bravo”, “calmo”, “irritado”, “furioso” e “incomodado”.  Você também pode falar das suas melhores, de um momento de felicidade ou outras coisas felizes.

Topa em participar deste aplicativo?

Listando os filmes de terror brasileiro para Dia das Bruxas

Após publicar sobre filmes de terror americanos para poder assistir no Netflix, eu fiz uma outra lista: filmes nacionais de terror. Claro que deixei no dia 31 de outubro, o próprio dia das bruxas. Quando a gente pensa em filme de terror brasileiro logo vem a mente José Mojica Marins, famoso pelo icônico personagem Zé do Caixão. Ele conseguiu fazer filmes assustadores na década de 60 com pouco orçamento, deixando muitos americanos no chinelo.

Entretanto, tem novos nomes do suspense e terror brasileiro, como o Marco Dutra. Sabia que Sandy já participou de um filme de suspense? Não?

Segue a listinha do Brechando a seguir:

À meia-noite levarei sua alma

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Quando se pensa em terror brasileiro, logo vem em mente José Mojica Marins. Neste período de dia das bruxas várias cidades brasileiras fazem mostra dos seus clássicos. Este é o primeiro filme do personagem Zé do Caixão, lançado em 1964, e um dos clássicos do horror brasileiro. Foi vencedor do Prêmio L’Ecran Fantastique pela originalidade, Prêmio Tiers Monde da imprensa na Convention du Cinema Fantastique e Prêmio Especial no Festival de Cine Fantástico y de Terror de Sitges.

O Zé do Caixão está obcecado em conseguir gerar o filho perfeito, aquele que possa dar continuidade ao seu sangue. A sua mulher não consegue engravidar e ele acredita que a namorada do seu melhor amigo é a mulher ideal que procura. Violada, a moça quer cometer suicídio para regressar do mundo dos mortos e levar a alma daquele que a violou.

O filme completo pode ser visto no You Tube:

https://www.youtube.com/watch?v=1vO-fYYicKA

Isolados

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Não é exatamente um filme de terror, mas de suspense e conta com a participação dos atores globais Bruno Gagliasso e Regiane Alves. Este é o último trabalho do ator José Wilker e foi exibido no Festival de Gramado, importante evento especializado em cinema no Brasil. O filme não foi muito elogiado pela crítica, mas coloquei aqui por ser um filme brasileiro raro do gênero.

Conta a historia de Lauro, um residente de psiquiatria, e sua namorada Renata, artista plástica e ex-paciente da clínica onde ele trabalha. O casal sai de férias para uma casa no alto da região serrana carioca. Lauro descobre sobre a onda de assassinato de mulheres. Na mata ao redor Lauro percebe sinais de que os assassinos estão cada vez mais perto e a solução é manter Renata presa na casa.

Filme completo por aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=SijRPaJSj5k

Quando eu era vivo

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O diretor Marco Dutra é considerado um dos novos expoentes do suspense e terror no Brasil. Esta produção conta com a participação de Sandy e do já consogrado Antônio Fagundes. O roteiro é de Lourenço Mutarelli, que já trabalhou com o elogiado “O Cheiro do Ralo”.

O filme conta a história de Júnior que volta a morar com a família depois que perdeu seu emprego e separou de sua esposa. Ao chegar na casa que um dia já foi seu lar, ele se sente um estranho e passa seus dias no sofá do velho pai remoendo a separação, o desemprego e sonhando com a jovem inquilina Bruna. Após achar alguns objetos que pertenciam à sua mãe, Júnior passa a querer tudo sobre a história da família e desenvolve uma estranha obsessão.

https://www.youtube.com/watch?v=K6UvlzmEHns

Desaparecidos

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Sabe aquele filme brasileiro “Pequeno Segredo”? Sim, o diretor David Schürman, no ano de 2011, já tentou fazer um filme de terror, chamado “Desaparecidos”, foi rodado por quinze dias em Ilhabela, São Paulo e teve um custo de cinquenta e cinco mil reais. Filmado em formato de pseudodocumentário, sendo comparado ao filme norte-americano “A Bruxa de Blair”.

Snuff, Vítimas do Prazer

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Snuff é um termo de filme onde os atores são assassinados durante a produção. Calma, é uma crítica ao gênero e a produção cinematográfica brasileira na época, que conta a história de dois produtores de cinema contratam uma equipe dizendo que pretendem rodar um filme pornográfico, mas na verdade, a intenção é de filmar um “snuff movie”. Na época, ganhou um prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes.

Esta noite encarnarei teu cadáver

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Precisamos encerrar esta lista com outro clássico de Zé do Caixão, que é o seugndo da trilogia do personagem. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Neste filme, as maldades de Zé do Caixão (José Mojica Marins) se tornam cada vez mais sádicas. Em busca da mulher ideal para gerar seu filho perfeito, ele rapta seis jovens e as submete a terríveis torturas. Mais tarde, após acabar com a vida de uma moça grávida, a população se revolta e decide exterminá-lo.

Curta bem o seu Dia das Bruxas!