A Segunda Guerra Mundial permitiu que os natalenses bebessem refrigerante e entre outros produtos norte-americanos. Mas, a saída destes fez com que os negócios declinassem e empresários buscarem seus negócios em outros lugares.
Em 1948, o jornal A Ordem divulgou um anúncio da venda de fábrica de refrigerantes utilizada para produzir Coca-Cola no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial. O anúncio dizia:
Vende-se uma Fábrica de Gasosas com instalação completa para o fabrico de Cola Brasil (ou Coca-Cola) com capacidade para 1000 garrafas por hora. Máquinas de fabricação americana semi-novas, movidas a eletricidade ou ao motor de explosão. Engarrafamento automático. Maquinismos para fabricação de poli (picolé) e gelo, com capacidade para 400 quilos diários. Garrafas próprias para “Cola Brasil”. Escritório com instalação completa:
O motivo da venda é o proprietário ir fixar residência em outro Estado.
Tratar á Praça Augusto Severo, n 266 – Natal, Rio Grande do Norte
Clique aqui para ver o anúncio completo:

O anúncio da fábrica de refrigerante perdurou para o jornal católico durante todo o ano de 1948 e não se sabe quem comprou aquela fábrica pronta para produzir refrigerante. Só sabemos, no entanto, que a Coca-Cola chegou de vez ao Brasil em meados dos anos 50.
Em 1950, o jornal “A Ordem” divulgou um artigo comparando o consumo do produto gaseificado com a cerveja.



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