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Um livro em homenagem a Natal e sua juventude

Walter Medeiros é jornalista e recentemente completou 71 anos. O mesmo é natural de Natal. No seu mais novo livro, ele reúne 80 poemas e lança em “Cancelas do Tempo”. A obra traz esta visão em forma de poesia, uma vez que capturam a simplicidade do cotidiano, os sentimentos perante acontecimentos marcantes e a riqueza das memórias para a existência.  Entre a infância em Mata Grande, no alto sertão de alagoano, a juventude nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte, e as viagens para fora do país, quando adulto, o livro reflete as múltiplas transformações e fases da vida do autor. Os versos passeiam pelas paisagens do nordeste brasileiro e pela majestosa Torre Eiffel, na França, mas também por momentos marcantes como a noite de fados em Portugal, o dia em que Plutão deixou de ser considerado planeta e as singelas lembranças de uma manhã fria na casa da avó, com aroma de café torrado no tacho.   Ao explorar a profundidade das experiências humanas em uma brincadeira de “recordar também é viver”, Medeiros desperta no leitor um movimento pessoal de resgate das próprias memórias afetivas. Para isso, aborda temáticas diversas, como amor, paixão, liberdade, contemplação da vida, realização de sonhos e, portanto, a conexão com a natureza e as raízes.  Tempos   A brisa do rio traz um forte  Palpitar do coração  Na hora de ultrapassar o  Portão do tempo.  A mesma cancela que usava  Naquela era tão jovem,  O cheiro que vem do chão  Transbordam na lembrança.  (Cancelas do tempo, p. 54)  A vontade de fazer livro surgiu quando Walter precisou retornar ao…

Walter Medeiros é jornalista e recentemente completou 71 anos. O mesmo é natural de Natal. No seu mais novo livro, ele reúne 80 poemas e lança em “Cancelas do Tempo”. A obra traz esta visão em forma de poesia, uma vez que capturam a simplicidade do cotidiano, os sentimentos perante acontecimentos marcantes e a riqueza das memórias para a existência. 

Entre a infância em Mata Grande, no alto sertão de alagoano, a juventude nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte, e as viagens para fora do país, quando adulto, o livro reflete as múltiplas transformações e fases da vida do autor. Os versos passeiam pelas paisagens do nordeste brasileiro e pela majestosa Torre Eiffel, na França, mas também por momentos marcantes como a noite de fados em Portugal, o dia em que Plutão deixou de ser considerado planeta e as singelas lembranças de uma manhã fria na casa da avó, com aroma de café torrado no tacho.  

Ao explorar a profundidade das experiências humanas em uma brincadeira de “recordar também é viver”, Medeiros desperta no leitor um movimento pessoal de resgate das próprias memórias afetivas. Para isso, aborda temáticas diversas, como amor, paixão, liberdade, contemplação da vida, realização de sonhos e, portanto, a conexão com a natureza e as raízes

Tempos  
 
A brisa do rio traz um forte  
Palpitar do coração  
Na hora de ultrapassar o  
Portão do tempo.  
A mesma cancela que usava  
Naquela era tão jovem,  
O cheiro que vem do chão  
Transbordam na lembrança.  
(Cancelas do tempo, p. 54) 

A vontade de fazer livro surgiu quando Walter precisou retornar ao quartel onde prestou serviço militar. Ao adentrar as cancelas da instituição e percorrer os mesmos corredores da juventude, teve a oportunidade de reviver memórias. Além disso, esse reencontro com o passado o fez voltar-se à literatura para promover reflexões sobre a natureza do tempo e a beleza dos momentos que, por vezes efêmeros, deixam marcas boas ou ruins. 

Prefaciado pelo amigo jornalista Flamínio Oliveira, o mesmo apontou que é uma leitura para distensionar em um dia difícil. Ademais, os poemas vibrantes, curiosos, sensuais, repletos de alegrias e tristezas, revelam um misto de sensibilidade e otimismo, para lembrar os leitores sobre o valor da vida.  

Capa do livro

Sobre o autor 

Walter Medeiros é jornalista, advogado, escritor e poeta, natural de Natal, no Rio Grande do Norte. Formou-se em Direito na UFRN, em 1977, mas sua vida profissional foi quase toda guiada pelo jornalismo. Começou jovem e enveredou nas redações de rádio e jornais da capital. Também atuou como professor e assessor de imprensa. Foi correspondente da Folha de S. Paulo e chefe de pauta da TV Cabugi, além de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RN. Em 2012, recebeu título de Cidadão Matagrandense pela Câmara Municipal de Mata Grande – Alagoas. 

Na literatura, estreia no gênero de poesia com Cancelas do tempo, mas tem outros quatro livros publicados. Dentre eles, o romance Abelardo, o alcoólatra, de 1990 e republicado em 2024, e obras técnicas voltadas as áreas de estudo da saúde e comunicação. Por fim, Walter Medeiros é casado, tem cinco filhos e nove netos. 

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Um livro em homenagem a Natal e sua juventude

Walter Medeiros é jornalista e recentemente completou 71 anos. O mesmo é natural de Natal. No seu mais novo livro, ele reúne 80 poemas e lança em “Cancelas do Tempo”. A obra traz esta visão em forma de poesia, uma vez que capturam a simplicidade do cotidiano, os sentimentos perante acontecimentos marcantes e a riqueza das memórias para a existência.  Entre a infância em Mata Grande, no alto sertão de alagoano, a juventude nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte, e as viagens para fora do país, quando adulto, o livro reflete as múltiplas transformações e fases da vida do autor. Os versos passeiam pelas paisagens do nordeste brasileiro e pela majestosa Torre Eiffel, na França, mas também por momentos marcantes como a noite de fados em Portugal, o dia em que Plutão deixou de ser considerado planeta e as singelas lembranças de uma manhã fria na casa da avó, com aroma de café torrado no tacho.   Ao explorar a profundidade das experiências humanas em uma brincadeira de “recordar também é viver”, Medeiros desperta no leitor um movimento pessoal de resgate das próprias memórias afetivas. Para isso, aborda temáticas diversas, como amor, paixão, liberdade, contemplação da vida, realização de sonhos e, portanto, a conexão com a natureza e as raízes.  Tempos   A brisa do rio traz um forte  Palpitar do coração  Na hora de ultrapassar o  Portão do tempo.  A mesma cancela que usava  Naquela era tão jovem,  O cheiro que vem do chão  Transbordam na lembrança.  (Cancelas do tempo, p. 54)  A vontade de fazer livro surgiu quando Walter precisou retornar ao…

Walter Medeiros é jornalista e recentemente completou 71 anos. O mesmo é natural de Natal. No seu mais novo livro, ele reúne 80 poemas e lança em “Cancelas do Tempo”. A obra traz esta visão em forma de poesia, uma vez que capturam a simplicidade do cotidiano, os sentimentos perante acontecimentos marcantes e a riqueza das memórias para a existência. 

Entre a infância em Mata Grande, no alto sertão de alagoano, a juventude nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte, e as viagens para fora do país, quando adulto, o livro reflete as múltiplas transformações e fases da vida do autor. Os versos passeiam pelas paisagens do nordeste brasileiro e pela majestosa Torre Eiffel, na França, mas também por momentos marcantes como a noite de fados em Portugal, o dia em que Plutão deixou de ser considerado planeta e as singelas lembranças de uma manhã fria na casa da avó, com aroma de café torrado no tacho.  

Ao explorar a profundidade das experiências humanas em uma brincadeira de “recordar também é viver”, Medeiros desperta no leitor um movimento pessoal de resgate das próprias memórias afetivas. Para isso, aborda temáticas diversas, como amor, paixão, liberdade, contemplação da vida, realização de sonhos e, portanto, a conexão com a natureza e as raízes

Tempos  
 
A brisa do rio traz um forte  
Palpitar do coração  
Na hora de ultrapassar o  
Portão do tempo.  
A mesma cancela que usava  
Naquela era tão jovem,  
O cheiro que vem do chão  
Transbordam na lembrança.  
(Cancelas do tempo, p. 54) 

A vontade de fazer livro surgiu quando Walter precisou retornar ao quartel onde prestou serviço militar. Ao adentrar as cancelas da instituição e percorrer os mesmos corredores da juventude, teve a oportunidade de reviver memórias. Além disso, esse reencontro com o passado o fez voltar-se à literatura para promover reflexões sobre a natureza do tempo e a beleza dos momentos que, por vezes efêmeros, deixam marcas boas ou ruins. 

Prefaciado pelo amigo jornalista Flamínio Oliveira, o mesmo apontou que é uma leitura para distensionar em um dia difícil. Ademais, os poemas vibrantes, curiosos, sensuais, repletos de alegrias e tristezas, revelam um misto de sensibilidade e otimismo, para lembrar os leitores sobre o valor da vida.  

Capa do livro

Sobre o autor 

Walter Medeiros é jornalista, advogado, escritor e poeta, natural de Natal, no Rio Grande do Norte. Formou-se em Direito na UFRN, em 1977, mas sua vida profissional foi quase toda guiada pelo jornalismo. Começou jovem e enveredou nas redações de rádio e jornais da capital. Também atuou como professor e assessor de imprensa. Foi correspondente da Folha de S. Paulo e chefe de pauta da TV Cabugi, além de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RN. Em 2012, recebeu título de Cidadão Matagrandense pela Câmara Municipal de Mata Grande – Alagoas. 

Na literatura, estreia no gênero de poesia com Cancelas do tempo, mas tem outros quatro livros publicados. Dentre eles, o romance Abelardo, o alcoólatra, de 1990 e republicado em 2024, e obras técnicas voltadas as áreas de estudo da saúde e comunicação. Por fim, Walter Medeiros é casado, tem cinco filhos e nove netos. 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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