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Esse prédio, na época, tinha 25 anos de fundação e hoje está abandonado

Essa foto foi tirada em 1961 para comemorar os 25 anos do Dispensário Symphronio Barreto. O prédio existe até hoje, mas está em completo abandono. No alto do prédio dá para ver os números 1935, indicando que o início da obra foi naquele ano. No entanto, a inauguração aconteceu em 21 de abril de 1936 para abrigar o equivalente ao albergue público, uma vez que era um estabelecimento de beneficência onde vinham serviços gratuitos à comunidade carente da cidade de Natal. Na época, a construção de um espaço para diminuir os moradores de rua numa época que a gestão pública queria modernizar “Natal”. No alto do prédio, próximo da platibanda, dá para ver as iniciais DSB, que hoje estão em ruínas por conta da ação do tempo. Quando houve sua inauguração, no entanto, houve uma propaganda em que dizia que o espaço seria uma solução para o problema do aumento de moradores de rua que assolava o centro da cidade, que se intensificou durante um intenso período de seca. Além disso, nos anos de 1935 a 1970, o espaço estava em uso por D. Marcolino Dantas, D. Eugênio Sales, Câmara Cascudo e entre outras ilustres personalidades para a realização de cursos, palestras, encontros, conferências, simpósios e apresentações culturais. Há mais de 20 anos, o prédio está abandonado e desde 2012 está em reforma para a construção do Arquivo da Arquidiocese de Natal. A obra é de responsabilidade do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).  Falamos mais detalhes do prédio Dispensário Symphronio Barreto neste link aqui.

Essa foto foi tirada em 1961 para comemorar os 25 anos do Dispensário Symphronio Barreto. O prédio existe até hoje, mas está em completo abandono.

No alto do prédio dá para ver os números 1935, indicando que o início da obra foi naquele ano. No entanto, a inauguração aconteceu em 21 de abril de 1936 para abrigar o equivalente ao albergue público, uma vez que era um estabelecimento de beneficência onde vinham serviços gratuitos à comunidade carente da cidade de Natal.

Na época, a construção de um espaço para diminuir os moradores de rua numa época que a gestão pública queria modernizar “Natal”.

No alto do prédio, próximo da platibanda, dá para ver as iniciais DSB, que hoje estão em ruínas por conta da ação do tempo.

Quando houve sua inauguração, no entanto, houve uma propaganda em que dizia que o espaço seria uma solução para o problema do aumento de moradores de rua que assolava o centro da cidade, que se intensificou durante um intenso período de seca. Além disso, nos anos de 1935 a 1970, o espaço estava em uso por D. Marcolino Dantas, D. Eugênio Sales, Câmara Cascudo e entre outras ilustres personalidades para a realização de cursos, palestras, encontros, conferências, simpósios e apresentações culturais.

Há mais de 20 anos, o prédio está abandonado e desde 2012 está em reforma para a construção do Arquivo da Arquidiocese de Natal. A obra é de responsabilidade do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 Falamos mais detalhes do prédio Dispensário Symphronio Barreto neste link aqui.

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Esse prédio, na época, tinha 25 anos de fundação e hoje está abandonado

Essa foto foi tirada em 1961 para comemorar os 25 anos do Dispensário Symphronio Barreto. O prédio existe até hoje, mas está em completo abandono. No alto do prédio dá para ver os números 1935, indicando que o início da obra foi naquele ano. No entanto, a inauguração aconteceu em 21 de abril de 1936 para abrigar o equivalente ao albergue público, uma vez que era um estabelecimento de beneficência onde vinham serviços gratuitos à comunidade carente da cidade de Natal. Na época, a construção de um espaço para diminuir os moradores de rua numa época que a gestão pública queria modernizar “Natal”. No alto do prédio, próximo da platibanda, dá para ver as iniciais DSB, que hoje estão em ruínas por conta da ação do tempo. Quando houve sua inauguração, no entanto, houve uma propaganda em que dizia que o espaço seria uma solução para o problema do aumento de moradores de rua que assolava o centro da cidade, que se intensificou durante um intenso período de seca. Além disso, nos anos de 1935 a 1970, o espaço estava em uso por D. Marcolino Dantas, D. Eugênio Sales, Câmara Cascudo e entre outras ilustres personalidades para a realização de cursos, palestras, encontros, conferências, simpósios e apresentações culturais. Há mais de 20 anos, o prédio está abandonado e desde 2012 está em reforma para a construção do Arquivo da Arquidiocese de Natal. A obra é de responsabilidade do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).  Falamos mais detalhes do prédio Dispensário Symphronio Barreto neste link aqui.

Essa foto foi tirada em 1961 para comemorar os 25 anos do Dispensário Symphronio Barreto. O prédio existe até hoje, mas está em completo abandono.

No alto do prédio dá para ver os números 1935, indicando que o início da obra foi naquele ano. No entanto, a inauguração aconteceu em 21 de abril de 1936 para abrigar o equivalente ao albergue público, uma vez que era um estabelecimento de beneficência onde vinham serviços gratuitos à comunidade carente da cidade de Natal.

Na época, a construção de um espaço para diminuir os moradores de rua numa época que a gestão pública queria modernizar “Natal”.

No alto do prédio, próximo da platibanda, dá para ver as iniciais DSB, que hoje estão em ruínas por conta da ação do tempo.

Quando houve sua inauguração, no entanto, houve uma propaganda em que dizia que o espaço seria uma solução para o problema do aumento de moradores de rua que assolava o centro da cidade, que se intensificou durante um intenso período de seca. Além disso, nos anos de 1935 a 1970, o espaço estava em uso por D. Marcolino Dantas, D. Eugênio Sales, Câmara Cascudo e entre outras ilustres personalidades para a realização de cursos, palestras, encontros, conferências, simpósios e apresentações culturais.

Há mais de 20 anos, o prédio está abandonado e desde 2012 está em reforma para a construção do Arquivo da Arquidiocese de Natal. A obra é de responsabilidade do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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