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Casarão do Guarapes visto a partir de drone

Passeando entre o bairro Guarapes de Natal e o município de Macaíba está as ruínas de um casarão que por muito tempo foi próspero na região e ajudou a fomentar as duas regiões. Hoje, no entanto, só existe algumas paredes. Apesar disso, o local sempre recebe visitas com interesse em fotografar o espaço. Além disso, muitos questionam o porquê de deixar um espaço, que foi importante, acabar assim. Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, com a finalidade de descarregar a mercadoria. O Thiago Barbosa, neste ano, realizou umas fotografias em drone do casarão do Guarapes e ainda mais publicou na sua página “Por Aí com T.L. Barbosa“. O resultado pode ser visto a seguir: Sobre o Casarão do Guarapes Erguido em 1858, a mando de Fabrício Pedrosa, o casarão dos Guarapes fica no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Macaíba e Natal, às margens da BR-226. O casarão representava o apogeu comercial de Macaíba no passado. Hoje só restam ruínas que tombaram em 22 de dezembro de 1990. Pedrosa transformou a área, antes inexpressível, em um importante marco da economia potiguar do século 18. A importância do local foi tanta, que ele cogitou, junto a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições…

Passeando entre o bairro Guarapes de Natal e o município de Macaíba está as ruínas de um casarão que por muito tempo foi próspero na região e ajudou a fomentar as duas regiões. Hoje, no entanto, só existe algumas paredes. Apesar disso, o local sempre recebe visitas com interesse em fotografar o espaço. Além disso, muitos questionam o porquê de deixar um espaço, que foi importante, acabar assim.

Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, com a finalidade de descarregar a mercadoria.

O Thiago Barbosa, neste ano, realizou umas fotografias em drone do casarão do Guarapes e ainda mais publicou na sua página “Por Aí com T.L. Barbosa“. O resultado pode ser visto a seguir:

Sobre o Casarão do Guarapes

Casarão antes de virar ruína

Erguido em 1858, a mando de Fabrício Pedrosa, o casarão dos Guarapes fica no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Macaíba e Natal, às margens da BR-226. O casarão representava o apogeu comercial de Macaíba no passado. Hoje só restam ruínas que tombaram em 22 de dezembro de 1990. Pedrosa transformou a área, antes inexpressível, em um importante marco da economia potiguar do século 18.

A importância do local foi tanta, que ele cogitou, junto a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições de alavancar grande um comércio”.

Além disso, o jornalista Ranilson Oliveira falou um pouco do Casarão e você pode ler a matéria completa aqui.

 

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Casarão do Guarapes visto a partir de drone

Passeando entre o bairro Guarapes de Natal e o município de Macaíba está as ruínas de um casarão que por muito tempo foi próspero na região e ajudou a fomentar as duas regiões. Hoje, no entanto, só existe algumas paredes. Apesar disso, o local sempre recebe visitas com interesse em fotografar o espaço. Além disso, muitos questionam o porquê de deixar um espaço, que foi importante, acabar assim. Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, com a finalidade de descarregar a mercadoria. O Thiago Barbosa, neste ano, realizou umas fotografias em drone do casarão do Guarapes e ainda mais publicou na sua página “Por Aí com T.L. Barbosa“. O resultado pode ser visto a seguir: Sobre o Casarão do Guarapes Erguido em 1858, a mando de Fabrício Pedrosa, o casarão dos Guarapes fica no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Macaíba e Natal, às margens da BR-226. O casarão representava o apogeu comercial de Macaíba no passado. Hoje só restam ruínas que tombaram em 22 de dezembro de 1990. Pedrosa transformou a área, antes inexpressível, em um importante marco da economia potiguar do século 18. A importância do local foi tanta, que ele cogitou, junto a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições…

Passeando entre o bairro Guarapes de Natal e o município de Macaíba está as ruínas de um casarão que por muito tempo foi próspero na região e ajudou a fomentar as duas regiões. Hoje, no entanto, só existe algumas paredes. Apesar disso, o local sempre recebe visitas com interesse em fotografar o espaço. Além disso, muitos questionam o porquê de deixar um espaço, que foi importante, acabar assim.

Segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, Guarapes foi o centro comercial onde se exportava e importava diretamente da Europa e Estados Unidos. Os navios passavam direto do porto de Natal e entravam no Guarapes, com a finalidade de descarregar a mercadoria.

O Thiago Barbosa, neste ano, realizou umas fotografias em drone do casarão do Guarapes e ainda mais publicou na sua página “Por Aí com T.L. Barbosa“. O resultado pode ser visto a seguir:

Sobre o Casarão do Guarapes

Casarão antes de virar ruína

Erguido em 1858, a mando de Fabrício Pedrosa, o casarão dos Guarapes fica no alto de uma colina na divisa entre os municípios de Macaíba e Natal, às margens da BR-226. O casarão representava o apogeu comercial de Macaíba no passado. Hoje só restam ruínas que tombaram em 22 de dezembro de 1990. Pedrosa transformou a área, antes inexpressível, em um importante marco da economia potiguar do século 18.

A importância do local foi tanta, que ele cogitou, junto a Oliveira Junqueira, então presidente da província potiguar, mudar a capital do RN para o Guarapes, levando em conta que Natal era “um tabuleiro cercado por dunas, sem condições de alavancar grande um comércio”.

Além disso, o jornalista Ranilson Oliveira falou um pouco do Casarão e você pode ler a matéria completa aqui.

 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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