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Geladeira posta em ato contra presidente é manifestação artística

Geladeira posta em ato contra presidente é manifestação artística e vamos explicar todo o processo para que isso fosse concretizado.

O protesto o que aconteceu sábado foi marcado por uma ação, na calçada do shopping Midway. Lá, uma geladeira foi colocada e lá colocaram restos de ossos como uma crítica a matéria do jornal Extra, Do Rio de Janeiro. A reportagem questão falava de pessoas que pegavam os ossos para matar a fome, visto que houve um aumento do preço da carne.

A imagem de uma geladeira aberta com restos de ossos chamou bastante atenção das páginas que compartilhavam o protesto contra o presidente Jair Bolsonaro. No entanto, descobrimos que a ação fazia parte de uma manifestação artística. Vamos explicar o que aconteceu a seguir.

O nome da ação se chama “A fome não espera”. O ato foi feito uma parceria da Associação dos Docentes da UFRN (Adurn) e do artista Franco Fonseca. Além disso, a ação chamou atenção inclusive da imprensa nacional.

Para que ação fosse o sucesso ele contou com ajuda de mais dois artistas, Marcone Soares e Sunsara, que ajudaram não só de concretizar o ato.

O objetivo é mostrar que mesmo com o processo de impeachment como presidente, a fome já está matando a população brasileira.

Já a geladeira, por sua vez, chegou via frete e veio de uma doação de um amigo para que fosse chegar Midway com segurança.

As faixas em volta da geladeira foram feitas pela artista Sol Andrade. E teve a consultoria de Elze Maria Barroso, Alana Souza e Lina Bel Sena.

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Geladeira posta em ato contra presidente é manifestação artística

Geladeira posta em ato contra presidente é manifestação artística e vamos explicar todo o processo para que isso fosse concretizado.

O protesto o que aconteceu sábado foi marcado por uma ação, na calçada do shopping Midway. Lá, uma geladeira foi colocada e lá colocaram restos de ossos como uma crítica a matéria do jornal Extra, Do Rio de Janeiro. A reportagem questão falava de pessoas que pegavam os ossos para matar a fome, visto que houve um aumento do preço da carne.

A imagem de uma geladeira aberta com restos de ossos chamou bastante atenção das páginas que compartilhavam o protesto contra o presidente Jair Bolsonaro. No entanto, descobrimos que a ação fazia parte de uma manifestação artística. Vamos explicar o que aconteceu a seguir.

O nome da ação se chama “A fome não espera”. O ato foi feito uma parceria da Associação dos Docentes da UFRN (Adurn) e do artista Franco Fonseca. Além disso, a ação chamou atenção inclusive da imprensa nacional.

Para que ação fosse o sucesso ele contou com ajuda de mais dois artistas, Marcone Soares e Sunsara, que ajudaram não só de concretizar o ato.

O objetivo é mostrar que mesmo com o processo de impeachment como presidente, a fome já está matando a população brasileira.

Já a geladeira, por sua vez, chegou via frete e veio de uma doação de um amigo para que fosse chegar Midway com segurança.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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