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Você sabia que esse era o Nordestão nos anos 70?

O Nordestão é uma empresa genuinamente potiguar. E esta foto acima é dos anos 70, a unidade do Alecrim, a primeira loja de todas, na época que estava começando a despontar e não tinha tantas redes de supermercados na capital potiguar. Vocês lembram do Nordestão nos anos 70? Surgiu através de Leôncio Etelvino de Medeiros (aquele mesmo nome que o Google Maps diz que a Av. Roberto Freire se chama), agricultor e comerciante, que em 1958 saiu da cidade de Cruzeta, para estabelecer-se em Natal. Aqui, adquiriu eventualmente cinco pontos comerciais no antigo Mercado Público, que falamos no Brechando. Em 1967, um incêndio destruiu totalmente o mercado, restando à família apenas 200 caixas de óleo e 1.000 sacas de açúcar. Foi com essas poucas economias que montou o Armazém Medeiros, na sua residência. Mais tarde, em 15 de setembro de 1972 viraria o Nordestão. Durante quatro anos, a empresa inaugurou quatro lojas, média de uma loja a cada dezoito meses. A segunda loja da rede Nordestão surgiu em 1975, no bairro de Petrópolis, na av. Deodoro da Fonseca. Por conseguinte, no ano de 1976, surgiu a loja de Lagoa Nova e dois anos depois o Cidade Jardim. Além disso, com o crescimento da Zona Norte, a empresa vislumbrou a oportunidade de dar continuidade à sua expansão, inaugurando em 1981 sua quinta loja, a do bairro Santa Catarina. Além disso, nove anos depois, em 1990, sua sexta loja, no bairro de Igapó. A última loja do Nordestão, todavia, é da unidade de Ponta Negra, na Avenida Engenheiro Roberto…

O Nordestão é uma empresa genuinamente potiguar. E esta foto acima é dos anos 70, a unidade do Alecrim, a primeira loja de todas, na época que estava começando a despontar e não tinha tantas redes de supermercados na capital potiguar. Vocês lembram do Nordestão nos anos 70?

Surgiu através de Leôncio Etelvino de Medeiros (aquele mesmo nome que o Google Maps diz que a Av. Roberto Freire se chama), agricultor e comerciante, que em 1958 saiu da cidade de Cruzeta, para estabelecer-se em Natal. Aqui, adquiriu eventualmente cinco pontos comerciais no antigo Mercado Público, que falamos no Brechando.

Em 1967, um incêndio destruiu totalmente o mercado, restando à família apenas 200 caixas de óleo e 1.000 sacas de açúcar. Foi com essas poucas economias que montou o Armazém Medeiros, na sua residência. Mais tarde, em 15 de setembro de 1972 viraria o Nordestão.

Durante quatro anos, a empresa inaugurou quatro lojas, média de uma loja a cada dezoito meses.

A segunda loja da rede Nordestão surgiu em 1975, no bairro de Petrópolis, na av. Deodoro da Fonseca. Por conseguinte, no ano de 1976, surgiu a loja de Lagoa Nova e dois anos depois o Cidade Jardim.

Além disso, com o crescimento da Zona Norte, a empresa vislumbrou a oportunidade de dar continuidade à sua expansão, inaugurando em 1981 sua quinta loja, a do bairro Santa Catarina. Além disso, nove anos depois, em 1990, sua sexta loja, no bairro de Igapó.

A última loja do Nordestão, todavia, é da unidade de Ponta Negra, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, que fica a 200 metros de distância de uma outra loja, do Cidade Jardim.

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O Nordestão é uma empresa genuinamente potiguar. E esta foto acima é dos anos 70, a unidade do Alecrim, a primeira loja de todas, na época que estava começando a despontar e não tinha tantas redes de supermercados na capital potiguar. Vocês lembram do Nordestão nos anos 70? Surgiu através de Leôncio Etelvino de Medeiros (aquele mesmo nome que o Google Maps diz que a Av. Roberto Freire se chama), agricultor e comerciante, que em 1958 saiu da cidade de Cruzeta, para estabelecer-se em Natal. Aqui, adquiriu eventualmente cinco pontos comerciais no antigo Mercado Público, que falamos no Brechando. Em 1967, um incêndio destruiu totalmente o mercado, restando à família apenas 200 caixas de óleo e 1.000 sacas de açúcar. Foi com essas poucas economias que montou o Armazém Medeiros, na sua residência. Mais tarde, em 15 de setembro de 1972 viraria o Nordestão. Durante quatro anos, a empresa inaugurou quatro lojas, média de uma loja a cada dezoito meses. A segunda loja da rede Nordestão surgiu em 1975, no bairro de Petrópolis, na av. Deodoro da Fonseca. Por conseguinte, no ano de 1976, surgiu a loja de Lagoa Nova e dois anos depois o Cidade Jardim. Além disso, com o crescimento da Zona Norte, a empresa vislumbrou a oportunidade de dar continuidade à sua expansão, inaugurando em 1981 sua quinta loja, a do bairro Santa Catarina. Além disso, nove anos depois, em 1990, sua sexta loja, no bairro de Igapó. A última loja do Nordestão, todavia, é da unidade de Ponta Negra, na Avenida Engenheiro Roberto…

O Nordestão é uma empresa genuinamente potiguar. E esta foto acima é dos anos 70, a unidade do Alecrim, a primeira loja de todas, na época que estava começando a despontar e não tinha tantas redes de supermercados na capital potiguar. Vocês lembram do Nordestão nos anos 70?

Surgiu através de Leôncio Etelvino de Medeiros (aquele mesmo nome que o Google Maps diz que a Av. Roberto Freire se chama), agricultor e comerciante, que em 1958 saiu da cidade de Cruzeta, para estabelecer-se em Natal. Aqui, adquiriu eventualmente cinco pontos comerciais no antigo Mercado Público, que falamos no Brechando.

Em 1967, um incêndio destruiu totalmente o mercado, restando à família apenas 200 caixas de óleo e 1.000 sacas de açúcar. Foi com essas poucas economias que montou o Armazém Medeiros, na sua residência. Mais tarde, em 15 de setembro de 1972 viraria o Nordestão.

Durante quatro anos, a empresa inaugurou quatro lojas, média de uma loja a cada dezoito meses.

A segunda loja da rede Nordestão surgiu em 1975, no bairro de Petrópolis, na av. Deodoro da Fonseca. Por conseguinte, no ano de 1976, surgiu a loja de Lagoa Nova e dois anos depois o Cidade Jardim.

Além disso, com o crescimento da Zona Norte, a empresa vislumbrou a oportunidade de dar continuidade à sua expansão, inaugurando em 1981 sua quinta loja, a do bairro Santa Catarina. Além disso, nove anos depois, em 1990, sua sexta loja, no bairro de Igapó.

A última loja do Nordestão, todavia, é da unidade de Ponta Negra, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, que fica a 200 metros de distância de uma outra loja, do Cidade Jardim.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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