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Rio Doce de Natal é tema de documentário de Canindé Soares

O rio Doce é o segundo maior rio de Natal e corta quase toda a zona Norte da capital potiguar. Além disso, ele percorre por cidades vizinhas, como Extremoz, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Ielmo Marinho e, por fim, Taipu. Nos últimos 10 anos, devido à expansão dos lugares mencionados, o rio está bastante poluído, cheio de resíduos sólidos. Além disso, os esgotos destes lugares despejados no corpo hídrico. Assim, chamou a atenção dos especialistas ambientais que querem evitar o mesmo final para o Rio Potengi. Além disso, a construção de casas no entorno do rio fez com que ele ficasse cada vez mais escasso, prejudicando o cultivo de hortaliças e bananas, conforme a reportagem da Tribuna do Norte de 10 anos atrás. Por falar em agricultura, alguns produtores estão desperdiçando agrotóxicos no rio, intensificando cada vez mais a sujeira. Além disso, a foto acima é de Franklin Costa. Assim, o fotojornalista Canindé Soares saiu da sua zona de conforto, a fotografia, e resolveu fazer um documentário para falar sobre os problemas do rio Doce de Natal. Sob o título de “Rio Doce pede socorro”. Sem contar que ele documenta em 13 minutos o que está acontecendo na região a partir de depoimentos daqueles que usam o rio como fonte de renda. Muitas vezes, os moradores alegam que é a única água para beber e cozinhar os seus próprios alimentos. Sobre Canindé Soares Canindé Soares é natural de São Bento e começou a fotografar no final dos anos 70. Inicialmente, fotografou festas e depois migrou para…

O rio Doce é o segundo maior rio de Natal e corta quase toda a zona Norte da capital potiguar. Além disso, ele percorre por cidades vizinhas, como Extremoz, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Ielmo Marinho e, por fim, Taipu. Nos últimos 10 anos, devido à expansão dos lugares mencionados, o rio está bastante poluído, cheio de resíduos sólidos. Além disso, os esgotos destes lugares despejados no corpo hídrico. Assim, chamou a atenção dos especialistas ambientais que querem evitar o mesmo final para o Rio Potengi.

Além disso, a construção de casas no entorno do rio fez com que ele ficasse cada vez mais escasso, prejudicando o cultivo de hortaliças e bananas, conforme a reportagem da Tribuna do Norte de 10 anos atrás.

Por falar em agricultura, alguns produtores estão desperdiçando agrotóxicos no rio, intensificando cada vez mais a sujeira. Além disso, a foto acima é de Franklin Costa.

Assim, o fotojornalista Canindé Soares saiu da sua zona de conforto, a fotografia, e resolveu fazer um documentário para falar sobre os problemas do rio Doce de Natal. Sob o título de “Rio Doce pede socorro”. Sem contar que ele documenta em 13 minutos o que está acontecendo na região a partir de depoimentos daqueles que usam o rio como fonte de renda. Muitas vezes, os moradores alegam que é a única água para beber e cozinhar os seus próprios alimentos.

Sobre Canindé Soares

Canindé Soares é natural de São Bento e começou a fotografar no final dos anos 70. Inicialmente, fotografou festas e depois migrou para o fotojornalismo. Atualmente, ele atua como freelancer para empresas e publicações locais e nacionais. Especialista em fotografias aéreas com experiência nesse segmento há mais de 30 anos usando aviões e helicópteros e mais recentemente usando também o drone.

 

Onde assistir

Para assistir o documentário na íntegra, dê, portanto, o play a seguir:

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Rio Doce de Natal é tema de documentário de Canindé Soares

O rio Doce é o segundo maior rio de Natal e corta quase toda a zona Norte da capital potiguar. Além disso, ele percorre por cidades vizinhas, como Extremoz, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Ielmo Marinho e, por fim, Taipu. Nos últimos 10 anos, devido à expansão dos lugares mencionados, o rio está bastante poluído, cheio de resíduos sólidos. Além disso, os esgotos destes lugares despejados no corpo hídrico. Assim, chamou a atenção dos especialistas ambientais que querem evitar o mesmo final para o Rio Potengi. Além disso, a construção de casas no entorno do rio fez com que ele ficasse cada vez mais escasso, prejudicando o cultivo de hortaliças e bananas, conforme a reportagem da Tribuna do Norte de 10 anos atrás. Por falar em agricultura, alguns produtores estão desperdiçando agrotóxicos no rio, intensificando cada vez mais a sujeira. Além disso, a foto acima é de Franklin Costa. Assim, o fotojornalista Canindé Soares saiu da sua zona de conforto, a fotografia, e resolveu fazer um documentário para falar sobre os problemas do rio Doce de Natal. Sob o título de “Rio Doce pede socorro”. Sem contar que ele documenta em 13 minutos o que está acontecendo na região a partir de depoimentos daqueles que usam o rio como fonte de renda. Muitas vezes, os moradores alegam que é a única água para beber e cozinhar os seus próprios alimentos. Sobre Canindé Soares Canindé Soares é natural de São Bento e começou a fotografar no final dos anos 70. Inicialmente, fotografou festas e depois migrou para…

O rio Doce é o segundo maior rio de Natal e corta quase toda a zona Norte da capital potiguar. Além disso, ele percorre por cidades vizinhas, como Extremoz, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Ielmo Marinho e, por fim, Taipu. Nos últimos 10 anos, devido à expansão dos lugares mencionados, o rio está bastante poluído, cheio de resíduos sólidos. Além disso, os esgotos destes lugares despejados no corpo hídrico. Assim, chamou a atenção dos especialistas ambientais que querem evitar o mesmo final para o Rio Potengi.

Além disso, a construção de casas no entorno do rio fez com que ele ficasse cada vez mais escasso, prejudicando o cultivo de hortaliças e bananas, conforme a reportagem da Tribuna do Norte de 10 anos atrás.

Por falar em agricultura, alguns produtores estão desperdiçando agrotóxicos no rio, intensificando cada vez mais a sujeira. Além disso, a foto acima é de Franklin Costa.

Assim, o fotojornalista Canindé Soares saiu da sua zona de conforto, a fotografia, e resolveu fazer um documentário para falar sobre os problemas do rio Doce de Natal. Sob o título de “Rio Doce pede socorro”. Sem contar que ele documenta em 13 minutos o que está acontecendo na região a partir de depoimentos daqueles que usam o rio como fonte de renda. Muitas vezes, os moradores alegam que é a única água para beber e cozinhar os seus próprios alimentos.

Sobre Canindé Soares

Canindé Soares é natural de São Bento e começou a fotografar no final dos anos 70. Inicialmente, fotografou festas e depois migrou para o fotojornalismo. Atualmente, ele atua como freelancer para empresas e publicações locais e nacionais. Especialista em fotografias aéreas com experiência nesse segmento há mais de 30 anos usando aviões e helicópteros e mais recentemente usando também o drone.

 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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