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Potiguar faz homenagem ao dia do Nordestino a convite do Google

O artista potiguar Erick Lima foi convidado pelo Google para criar uma xilogravura em homenagem ao Dia do Nordestino, que é celebrado neste domingo (8). Utilizando o G do Google como molde, ele colocou como referênciasa cultura, fauna, flora nordestina, além da força e riqueza de espírito do povo nordestino. Além disso, foi colocado importantes artistas nordestinos, como Zabé da Loca, Lampião, o carro de boi, o litoral e o sertão, tudo junto e misturado, enaltecendo o povo e a terra. Além disso, ele trouxe a dona Militana, famosa romancista de São Gonçalo do Amarante, e o famoso Pico do Cabugi. O xilógravo começou a trabalhar em 2008 e é filho do poeta Abaeté, criador do Casa do Cordel, na Rua Vigário Bartolomeu em Cidade Alta, e considerado um dos importantes cordelistas do Nordeste. Foi trabalhando com o pai e seus amigos que Erick começou a trabalhar com a xilogravura. Ele também faz oficinas para jovens de escola pública e já realizou algumas exposições. Para quem não sabe, a xilogravura é uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte. Mas foi estampando as capas dos cordéis,  aquelas pequenas revistinhas vendidas em uma corda nas feiras e trazendo como conteúdo poemas tradicionais da…

O artista potiguar Erick Lima foi convidado pelo Google para criar uma xilogravura em homenagem ao Dia do Nordestino, que é celebrado neste domingo (8). Utilizando o G do Google como molde, ele colocou como referênciasa cultura, fauna, flora nordestina, além da força e riqueza de espírito do povo nordestino.

Além disso, foi colocado importantes artistas nordestinos, como Zabé da Loca, Lampião, o carro de boi, o litoral e o sertão, tudo junto e misturado, enaltecendo o povo e a terra. Além disso, ele trouxe a dona Militana, famosa romancista de São Gonçalo do Amarante, e o famoso Pico do Cabugi.

O xilógravo começou a trabalhar em 2008 e é filho do poeta Abaeté, criador do Casa do Cordel, na Rua Vigário Bartolomeu em Cidade Alta, e considerado um dos importantes cordelistas do Nordeste. Foi trabalhando com o pai e seus amigos que Erick começou a trabalhar com a xilogravura. Ele também faz oficinas para jovens de escola pública e já realizou algumas exposições.

Para quem não sabe, a xilogravura é uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte.

Mas foi estampando as capas dos cordéis,  aquelas pequenas revistinhas vendidas em uma corda nas feiras e trazendo como conteúdo poemas tradicionais da cultura oral e causos, que a xilogravura se tornou uma tradição nordestina.

Veja o vídeo completo da produção da xilogravura, postado na página brasileira do Google:

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Potiguar faz homenagem ao dia do Nordestino a convite do Google

O artista potiguar Erick Lima foi convidado pelo Google para criar uma xilogravura em homenagem ao Dia do Nordestino, que é celebrado neste domingo (8). Utilizando o G do Google como molde, ele colocou como referênciasa cultura, fauna, flora nordestina, além da força e riqueza de espírito do povo nordestino. Além disso, foi colocado importantes artistas nordestinos, como Zabé da Loca, Lampião, o carro de boi, o litoral e o sertão, tudo junto e misturado, enaltecendo o povo e a terra. Além disso, ele trouxe a dona Militana, famosa romancista de São Gonçalo do Amarante, e o famoso Pico do Cabugi. O xilógravo começou a trabalhar em 2008 e é filho do poeta Abaeté, criador do Casa do Cordel, na Rua Vigário Bartolomeu em Cidade Alta, e considerado um dos importantes cordelistas do Nordeste. Foi trabalhando com o pai e seus amigos que Erick começou a trabalhar com a xilogravura. Ele também faz oficinas para jovens de escola pública e já realizou algumas exposições. Para quem não sabe, a xilogravura é uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte. Mas foi estampando as capas dos cordéis,  aquelas pequenas revistinhas vendidas em uma corda nas feiras e trazendo como conteúdo poemas tradicionais da…

O artista potiguar Erick Lima foi convidado pelo Google para criar uma xilogravura em homenagem ao Dia do Nordestino, que é celebrado neste domingo (8). Utilizando o G do Google como molde, ele colocou como referênciasa cultura, fauna, flora nordestina, além da força e riqueza de espírito do povo nordestino.

Além disso, foi colocado importantes artistas nordestinos, como Zabé da Loca, Lampião, o carro de boi, o litoral e o sertão, tudo junto e misturado, enaltecendo o povo e a terra. Além disso, ele trouxe a dona Militana, famosa romancista de São Gonçalo do Amarante, e o famoso Pico do Cabugi.

O xilógravo começou a trabalhar em 2008 e é filho do poeta Abaeté, criador do Casa do Cordel, na Rua Vigário Bartolomeu em Cidade Alta, e considerado um dos importantes cordelistas do Nordeste. Foi trabalhando com o pai e seus amigos que Erick começou a trabalhar com a xilogravura. Ele também faz oficinas para jovens de escola pública e já realizou algumas exposições.

Para quem não sabe, a xilogravura é uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte.

Mas foi estampando as capas dos cordéis,  aquelas pequenas revistinhas vendidas em uma corda nas feiras e trazendo como conteúdo poemas tradicionais da cultura oral e causos, que a xilogravura se tornou uma tradição nordestina.

Veja o vídeo completo da produção da xilogravura, postado na página brasileira do Google:

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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