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A rapper Pretta Soul precisa ser ouvida

A Jéssica Mayara tem 30 anos e durante o dia faz tranças no cabelo, seu trabalho desde 14 anos. Nas noites natalenses, ela é a Pretta Soul, que canta rap e sempre está fazendo as suas rimas por aí. Quando chegou a trigésima volta ao sol, chegou a hora de realizar um sonho. Apadrinhada pelo produtor cultural Marcelo Veni, ela gravou o seu primeiro disco solo, sob o título de “Poder Preto”. Uma curiosidade é que o projeto só deu certo por conta da Lei Aldir Blanc, uma vez que incentiva artistas durante a pandemia.  Além disso, vem com uma tiragem limitada de 200 cds no formato físico, que teve como distribuidor a produtora Dosol. Entretanto, você pode escutar nas plataformas de streaming. Clique, portanto, neste link. Quem está com Pretta nesta parada Pretta gravou 10 composições autorais e reuniu um time de primeira. Participam do trabalho os músicos Jonathan Mysack (Guitarra), João Felipe Santiago (Baixo e Guitarra), Kleber Moreira (Percussão) e Laisla Cruz (Backing vocal). Os feats são por conta de Amém Ore em “Raízes”, Tiquinha Rodrigues em “Nordeste” e Chico Bethoven em “Por Amor”. AInda mais tem a poética de Iyalê Oyá, no qual abre o disco em “Só Quero o Que é Meu”, e a faixa título tem as participações da cantora Analuh Soares (backing) e do experiente DJ Alf nos scratchs. A produção musical é do técnico de gravação João Felipe Santiago e a produção executiva de Marcelo Veni e Pretta Soul. Importância do feminismo negro na sua carreira Além de incentivar a participação de outras jovens…

A Jéssica Mayara tem 30 anos e durante o dia faz tranças no cabelo, seu trabalho desde 14 anos. Nas noites natalenses, ela é a Pretta Soul, que canta rap e sempre está fazendo as suas rimas por aí. Quando chegou a trigésima volta ao sol, chegou a hora de realizar um sonho.

Apadrinhada pelo produtor cultural Marcelo Veni, ela gravou o seu primeiro disco solo, sob o título de “Poder Preto”. Uma curiosidade é que o projeto só deu certo por conta da Lei Aldir Blanc, uma vez que incentiva artistas durante a pandemia.  Além disso, vem com uma tiragem limitada de 200 cds no formato físico, que teve como distribuidor a produtora Dosol.

Entretanto, você pode escutar nas plataformas de streaming. Clique, portanto, neste link.

Quem está com Pretta nesta parada

Pretta gravou 10 composições autorais e reuniu um time de primeira. Participam do trabalho os músicos Jonathan Mysack (Guitarra), João Felipe Santiago (Baixo e Guitarra), Kleber Moreira (Percussão) e Laisla Cruz (Backing vocal). Os feats são por conta de Amém Ore em “Raízes”, Tiquinha Rodrigues em “Nordeste” e Chico Bethoven em “Por Amor”. AInda mais tem a poética de Iyalê Oyá, no qual abre o disco em “Só Quero o Que é Meu”, e a faixa título tem as participações da cantora Analuh Soares (backing) e do experiente DJ Alf nos scratchs.

A produção musical é do técnico de gravação João Felipe Santiago e a produção executiva de Marcelo Veni e Pretta Soul.

Importância do feminismo negro na sua carreira

Além de incentivar a participação de outras jovens mulheres no hip-hop, fortalece em seu dia a dia a luta contra o preconceito de raça, gênero, classe e religião.

Em 2018, Pretta Soul foi homenageada na Câmara dos Vereadores de Natal com a comenda Zumbi dos Palmares por toda a sua trajetória artística em defesa das Mulheres Negras.

Além disso, no ano de 2019, recebeu o Prêmio Hangar de Música na categoria Linguagens Urbanas e na edição de 2020 foi a escolhida pelo júri da premiação na categoria Vozes Negras. Lançou no mesmo ano um filme que conta a sua presença e vivência no hip-hop.

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A rapper Pretta Soul precisa ser ouvida

A Jéssica Mayara tem 30 anos e durante o dia faz tranças no cabelo, seu trabalho desde 14 anos. Nas noites natalenses, ela é a Pretta Soul, que canta rap e sempre está fazendo as suas rimas por aí. Quando chegou a trigésima volta ao sol, chegou a hora de realizar um sonho. Apadrinhada pelo produtor cultural Marcelo Veni, ela gravou o seu primeiro disco solo, sob o título de “Poder Preto”. Uma curiosidade é que o projeto só deu certo por conta da Lei Aldir Blanc, uma vez que incentiva artistas durante a pandemia.  Além disso, vem com uma tiragem limitada de 200 cds no formato físico, que teve como distribuidor a produtora Dosol. Entretanto, você pode escutar nas plataformas de streaming. Clique, portanto, neste link. Quem está com Pretta nesta parada Pretta gravou 10 composições autorais e reuniu um time de primeira. Participam do trabalho os músicos Jonathan Mysack (Guitarra), João Felipe Santiago (Baixo e Guitarra), Kleber Moreira (Percussão) e Laisla Cruz (Backing vocal). Os feats são por conta de Amém Ore em “Raízes”, Tiquinha Rodrigues em “Nordeste” e Chico Bethoven em “Por Amor”. AInda mais tem a poética de Iyalê Oyá, no qual abre o disco em “Só Quero o Que é Meu”, e a faixa título tem as participações da cantora Analuh Soares (backing) e do experiente DJ Alf nos scratchs. A produção musical é do técnico de gravação João Felipe Santiago e a produção executiva de Marcelo Veni e Pretta Soul. Importância do feminismo negro na sua carreira Além de incentivar a participação de outras jovens…

A Jéssica Mayara tem 30 anos e durante o dia faz tranças no cabelo, seu trabalho desde 14 anos. Nas noites natalenses, ela é a Pretta Soul, que canta rap e sempre está fazendo as suas rimas por aí. Quando chegou a trigésima volta ao sol, chegou a hora de realizar um sonho.

Apadrinhada pelo produtor cultural Marcelo Veni, ela gravou o seu primeiro disco solo, sob o título de “Poder Preto”. Uma curiosidade é que o projeto só deu certo por conta da Lei Aldir Blanc, uma vez que incentiva artistas durante a pandemia.  Além disso, vem com uma tiragem limitada de 200 cds no formato físico, que teve como distribuidor a produtora Dosol.

Entretanto, você pode escutar nas plataformas de streaming. Clique, portanto, neste link.

Quem está com Pretta nesta parada

Pretta gravou 10 composições autorais e reuniu um time de primeira. Participam do trabalho os músicos Jonathan Mysack (Guitarra), João Felipe Santiago (Baixo e Guitarra), Kleber Moreira (Percussão) e Laisla Cruz (Backing vocal). Os feats são por conta de Amém Ore em “Raízes”, Tiquinha Rodrigues em “Nordeste” e Chico Bethoven em “Por Amor”. AInda mais tem a poética de Iyalê Oyá, no qual abre o disco em “Só Quero o Que é Meu”, e a faixa título tem as participações da cantora Analuh Soares (backing) e do experiente DJ Alf nos scratchs.

A produção musical é do técnico de gravação João Felipe Santiago e a produção executiva de Marcelo Veni e Pretta Soul.

Importância do feminismo negro na sua carreira

Além de incentivar a participação de outras jovens mulheres no hip-hop, fortalece em seu dia a dia a luta contra o preconceito de raça, gênero, classe e religião.

Em 2018, Pretta Soul foi homenageada na Câmara dos Vereadores de Natal com a comenda Zumbi dos Palmares por toda a sua trajetória artística em defesa das Mulheres Negras.

Além disso, no ano de 2019, recebeu o Prêmio Hangar de Música na categoria Linguagens Urbanas e na edição de 2020 foi a escolhida pelo júri da premiação na categoria Vozes Negras. Lançou no mesmo ano um filme que conta a sua presença e vivência no hip-hop.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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