Início / brechadas / Saiba onde assistir na internet Corpos Turvos do CIDA

Saiba onde assistir na internet Corpos Turvos do CIDA

O grupo de dança potiguar Coletivo CIDA se apresentará às 20 horas no Festival Funarte Acessibilidança, disponível no canal do evento no Youtube. Eles vão apresentar o espetáculo “Corpos Turvos”, que utiliza a dança contemporânea para discutir a invisibilidade de minorias. Quando mencionamos este temo vem em mente os corpos de pretos, pobres, periféricos, soropositivos, LGBTQIAP+ e deficientes. O CIDA tem como membros Arthur Moura, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas e são referências ao utilizar a inclusão na dança contemporânea. Se quer assistir, dê o play a seguir. Para assistir os outros espetáculos, acesse aqui. Origem do espetáculo Corpos Turvos Corpos Turvos teve começou em 2019 quando os membros fizeram uma residência artística na Odisha Biennale, na Índia. A peça era para ser presencial, mas uma outra residência artística virtual entre René Loui (MG/RN) e Jussara Belchior (SC) mudou a visão do grupo. Agora, eles estão desenvolvendo trabalho que une o audiovisual e dança. “A estreia nacional de Corpos Turvos no  Festival Funarte Acessibilidançal para nós é sinônimo de reconhecimento. Estamos mais uma vez, em meio a grandes artistas pensadores da dança que relacionam as diferenças em seu modo de fazer, profissionais que sem dúvida foram referências para nossos percursos com a dança e a acessibilidade comunicacional”, analisa René Loui, um dos integrantes do Coletivo CIDA e coreógrafo de Corpos Turvos. “Sinto que nossa dança alça novos e mais desafiadores voos. Nosso percurso enquanto coletivo tem se ampliado a cada nova realização, em breve, através da premiação do Edital Funarte Circulação das Artes – Edição…

O grupo de dança potiguar Coletivo CIDA se apresentará às 20 horas no Festival Funarte Acessibilidança, disponível no canal do evento no Youtube. Eles vão apresentar o espetáculo “Corpos Turvos”, que utiliza a dança contemporânea para discutir a invisibilidade de minorias. Quando mencionamos este temo vem em mente os corpos de pretos, pobres, periféricos, soropositivos, LGBTQIAP+ e deficientes.

O CIDA tem como membros Arthur Moura, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas e são referências ao utilizar a inclusão na dança contemporânea. Se quer assistir, dê o play a seguir.

Para assistir os outros espetáculos, acesse aqui.

Origem do espetáculo Corpos Turvos

Corpos Turvos teve começou em 2019 quando os membros fizeram uma residência artística na Odisha Biennale, na Índia. A peça era para ser presencial, mas uma outra residência artística virtual entre René Loui (MG/RN) e Jussara Belchior (SC) mudou a visão do grupo.

Agora, eles estão desenvolvendo trabalho que une o audiovisual e dança.

“A estreia nacional de Corpos Turvos no  Festival Funarte Acessibilidançal para nós é sinônimo de reconhecimento. Estamos mais uma vez, em meio a grandes artistas pensadores da dança que relacionam as diferenças em seu modo de fazer, profissionais que sem dúvida foram referências para nossos percursos com a dança e a acessibilidade comunicacional”, analisa René Loui, um dos integrantes do Coletivo CIDA e coreógrafo de Corpos Turvos.

“Sinto que nossa dança alça novos e mais desafiadores voos. Nosso percurso enquanto coletivo tem se ampliado a cada nova realização, em breve, através da premiação do Edital Funarte Circulação das Artes – Edição Centro-Oeste, vamos levar nosso trabalho para outras cidades e para nós, essa é a materialização de um sonho, fruto de muito trabalho e dedicação ”, completa René.

Na concepção, direção de coreografaria e artística: René Loui (MG/RN), na interlocução dramatúrgica e dança: Jussara Belchior (SC), na direção de vídeo: Gustavo Guedes, na direção de fotografia: Pedro Medeiros (Brasil/Tailândia), na trilha sonora: Fabian Avilla Elizalde (México). A obra conta ainda com participação sonora de Katharina Vogt (Alemanha).

Os dançarinos que participam são Ana Cláudia Viana, André Rosa, Jânia Santos, Marconi Araújo, Minotti Rodrigo, Omim D’Funfun, Pablo Vieira e Rozeane Oliveira.

Presencial ainda continua

Seguindo a turnê, o CIDA exibe Corpos Turvos em Brasília no Teatro SESC Garagem no dia 01 de Agosto, como ação contemplada no Edital Funarte Circulação das Artes – Edição Centro-Oeste, e por meio de parceria com o SESC-DF,

SERVIÇO: COLETIVO CIDA ESTREIA NACIONALMENTE CORPOS TURVOS

– 22 de julho às 20h: exibição do espetáculo CORPOS TURVOS. no Youtube da Funarte

Mais informações: 

Site: www.coletivocida.com.br

Instagram: @coletivocida

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Saiba onde assistir na internet Corpos Turvos do CIDA

O grupo de dança potiguar Coletivo CIDA se apresentará às 20 horas no Festival Funarte Acessibilidança, disponível no canal do evento no Youtube. Eles vão apresentar o espetáculo “Corpos Turvos”, que utiliza a dança contemporânea para discutir a invisibilidade de minorias. Quando mencionamos este temo vem em mente os corpos de pretos, pobres, periféricos, soropositivos, LGBTQIAP+ e deficientes. O CIDA tem como membros Arthur Moura, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas e são referências ao utilizar a inclusão na dança contemporânea. Se quer assistir, dê o play a seguir. Para assistir os outros espetáculos, acesse aqui. Origem do espetáculo Corpos Turvos Corpos Turvos teve começou em 2019 quando os membros fizeram uma residência artística na Odisha Biennale, na Índia. A peça era para ser presencial, mas uma outra residência artística virtual entre René Loui (MG/RN) e Jussara Belchior (SC) mudou a visão do grupo. Agora, eles estão desenvolvendo trabalho que une o audiovisual e dança. “A estreia nacional de Corpos Turvos no  Festival Funarte Acessibilidançal para nós é sinônimo de reconhecimento. Estamos mais uma vez, em meio a grandes artistas pensadores da dança que relacionam as diferenças em seu modo de fazer, profissionais que sem dúvida foram referências para nossos percursos com a dança e a acessibilidade comunicacional”, analisa René Loui, um dos integrantes do Coletivo CIDA e coreógrafo de Corpos Turvos. “Sinto que nossa dança alça novos e mais desafiadores voos. Nosso percurso enquanto coletivo tem se ampliado a cada nova realização, em breve, através da premiação do Edital Funarte Circulação das Artes – Edição…

O grupo de dança potiguar Coletivo CIDA se apresentará às 20 horas no Festival Funarte Acessibilidança, disponível no canal do evento no Youtube. Eles vão apresentar o espetáculo “Corpos Turvos”, que utiliza a dança contemporânea para discutir a invisibilidade de minorias. Quando mencionamos este temo vem em mente os corpos de pretos, pobres, periféricos, soropositivos, LGBTQIAP+ e deficientes.

O CIDA tem como membros Arthur Moura, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas e são referências ao utilizar a inclusão na dança contemporânea. Se quer assistir, dê o play a seguir.

Para assistir os outros espetáculos, acesse aqui.

Origem do espetáculo Corpos Turvos

Corpos Turvos teve começou em 2019 quando os membros fizeram uma residência artística na Odisha Biennale, na Índia. A peça era para ser presencial, mas uma outra residência artística virtual entre René Loui (MG/RN) e Jussara Belchior (SC) mudou a visão do grupo.

Agora, eles estão desenvolvendo trabalho que une o audiovisual e dança.

“A estreia nacional de Corpos Turvos no  Festival Funarte Acessibilidançal para nós é sinônimo de reconhecimento. Estamos mais uma vez, em meio a grandes artistas pensadores da dança que relacionam as diferenças em seu modo de fazer, profissionais que sem dúvida foram referências para nossos percursos com a dança e a acessibilidade comunicacional”, analisa René Loui, um dos integrantes do Coletivo CIDA e coreógrafo de Corpos Turvos.

“Sinto que nossa dança alça novos e mais desafiadores voos. Nosso percurso enquanto coletivo tem se ampliado a cada nova realização, em breve, através da premiação do Edital Funarte Circulação das Artes – Edição Centro-Oeste, vamos levar nosso trabalho para outras cidades e para nós, essa é a materialização de um sonho, fruto de muito trabalho e dedicação ”, completa René.

Na concepção, direção de coreografaria e artística: René Loui (MG/RN), na interlocução dramatúrgica e dança: Jussara Belchior (SC), na direção de vídeo: Gustavo Guedes, na direção de fotografia: Pedro Medeiros (Brasil/Tailândia), na trilha sonora: Fabian Avilla Elizalde (México). A obra conta ainda com participação sonora de Katharina Vogt (Alemanha).

Os dançarinos que participam são Ana Cláudia Viana, André Rosa, Jânia Santos, Marconi Araújo, Minotti Rodrigo, Omim D’Funfun, Pablo Vieira e Rozeane Oliveira.

Presencial ainda continua

Seguindo a turnê, o CIDA exibe Corpos Turvos em Brasília no Teatro SESC Garagem no dia 01 de Agosto, como ação contemplada no Edital Funarte Circulação das Artes – Edição Centro-Oeste, e por meio de parceria com o SESC-DF,

SERVIÇO: COLETIVO CIDA ESTREIA NACIONALMENTE CORPOS TURVOS

– 22 de julho às 20h: exibição do espetáculo CORPOS TURVOS. no Youtube da Funarte

Mais informações: 

Site: www.coletivocida.com.br

Instagram: @coletivocida

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

Clique aqui para saber mais. 

Arquivo

Arquivos

Arquivo

julho 2022
S T Q Q S S D
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
Arquivos

Jornalismo Gonzo desenvolvido desde 2015 no Rio Grande do Norte. Layout desenvolvido por Lara Paiva. Todos os direitos reservados.