Uber mulheres

Um simples passeio de Uber vira perigo para mulheres 

Eu sei que a vida da mulher é difícil. Mas, a bolha precisa ser estourada para relembrar deste 

assunto. A minha realidade não utiliza o Uber ou qualquer de motorista de app. Apenas uso 

de festas. O que presenciei pode servir de alerta. 

Estava em uma conveniência com a finalidade de comprar um energético e depois encaminhar à UFRN, porque tinha aula. Paro o meu carro e vejo uma mulher andando apressado e o seu olhar era  de medo. 

A moça se senta e começa a usar o telefone dela. “Nunca pensei que pudesse acontecer comigo”, dizia. Assim, começar a contar o fato. Logo fiquei atenta com o que falara. A moça em questão estava em um fast food e pediu um Uber para voltar à sua casa. “Achei estranho que o carro estava muito cheiroso”, contava. Segundo a moça, ele começou a puxar assunto e ostentar. “Enquanto dizia ser corretor de imóveis  e fechou o vidro. Fiquei tonta. Quando senti que iria desmaiar, o motorista recusou a abrir os  vidros e mandei parar. Saí correndo”, relatou.  

A vítima deu print do motorista, mas rapidamente o homem deletou antes que houvesse avaliação. Em pânico e atônita, a moça não parava de chorar e a equipe do posto a  forneceram água enquanto esperava a carona de parente, me despeço e vou à UFRN, pensando que todo cuidado é pouco. 

Campanhas de Uber para mulheres não ajuda

Entretanto, em seu site, o Uber diz que apoia a pesquisa “A Vitimização de Mulheres no  Brasil”, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Instituto  Datafolha. O levantamento apontou, entre outras coisas, que cerca de 17 milhões de  mulheres foram agredidas no último ano e 25% delas apontam a falta de autonomia  financeira como o principal agravante. 

Como solicitar uma motorista no Uber para mulheres? Para as passageiras, no entanto,  ainda não é possível selecionar apenas motoristas do gênero feminino. Com isso, apenas as  motoristas podem selecionar a opção. Entretanto, mulheres tem mais chances de conseguir  ir à corrida com motoristas femininas.

Carlos Alexandre João Gordo

“Ciganinha”, de Carlos Alexandre, na voz de João Gordo


O cantor João Gordo recentemente montou uma banda para cantar os sucessos do brega no
estilo punk. O grupo em questão se chama Brutal Brega e nesta quinta-feira (30) lançou a
versão deles de “Ciganinha”, sucesso do potiguar Carlos Alexandre.

Confira a versão da música de Carlos Alexandre na voz de João Gordo a seguir

Recentemente, João Gordo publicou o cover nas suas redes sociais e logo vi o clipe na íntegra na
página Wikimetal, que também é a gravadora que produziu o projeto. Confira o vídeo, portanto, a
seguir.

Sobre Carlos Alexandre

Seu nome de batismo é, no entanto, Pedro Soares Bezerra. Filho de Gennaro Bezerra Martins e Antonieta
Feconstinny Bezerra, Carlos Alexandre nasceu em Nova Cruz, e viveu toda a sua vida no
bairro Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal. A carreira de Carlos Alexandre
começou em 1975 quando, ainda utilizando o nome artístico de “Pedrinho”.


Mas, após ter sido chamado pelo radialista Carlos Alberto, que iria ajudar na sua carreira, ele
começou a se chamar Carlos Alexandre. Além disso o cantor juntamente com Gilliard, participou da campanha do radialista para vereador de Natal.


Em janeiro de 1978 Carlos Alexandre viajou à São Paulo, para gravar seus discos pela RGE.
Carlos Alexandre gravou um compacto que vendeu 100 mil cópias. Depois, gravou o seu
primeiro LP “Feiticeira”, ainda em 1978, assim o consagrou vendendo 250 mil cópias.


Dentre os hits mais famosos estão “Arma da Vingança”, “Feiticeira”, “Ciganinha” e dentre
outros. Apesar de fazer bastante sucesso no Brasil, ele nunca quis se mudar para o Sudeste
e sempre enfatizava o bairro de Cidade da Esperança.


O cantor morreu em 30 de janeiro de 1989 em um acidente de carro entre São José de
Campestre e Tangará, quando voltava de um show. Como resultado, houve uma grande comoção no
estado.

vacina BCG

Por que temos uma marca no braço da vacina BCG?

A tuberculose é transmitida de pessoa a pessoa pelo ar, por meio de tosse, espirro ou fala. Os principais sintomas são febre ao final do dia, tosse, fraqueza, cansaço e perda de peso. Até os dias atuais a vacina é o único tipo de imunização contra a doença e deve ser tomada em dose única, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o nascimento, no entanto, crianças de até quatro anos ainda podem ser vacinadas. Assim, temos a marquinha.

Hoje, 1º de julho, é considerado o dia da vacina BCG e vamos explicar a origem da marquinha no braço. Também conhecida como símbolo de ser latino americano.

Primeiramente, vamos falar de turbeculose

A tosse intensa, prolongada e com expectoração é o principal sintoma da tuberculose, a doença infecciosa que mais mata no mundo. São cerca de 1,5 milhão de vítimas por ano. No Brasil, anualmente, há registros de 70 mil novos casos. Em 2019, foram mais de quatro mil mortes por tuberculose no país.

Antigamente, antes da vacina, a tuberculose era uma doença mortal e muitas pessoas morriam. No Rio Grande do Norte, por exemplo, uma das vítimas mais famosas é a Auta de Souza .

Origem do nome da vacina BCG

Em 1921, os cientistas franceses Léon Calmette e Alphonse Guérin anunciaram ao mundo a descoberta de uma vacina contra a tuberculose. O imunizante tem como sua produção o enfraquecimento de uma bactéria que causa a versão bovina da doença, o Bacilo de Calmette e Guérin (por isso, a sigla BCG).

A vacina BCG vem da bactéria em bovinos que se chama Mycobacterium bovis, muito semelhante à Mycobacterium tuberculosis, responsável pela tuberculose em seres humanos.

Afinal, por que temos a marca no braço ?

Essa cicatriz acontece devido a reação do corpo a bactéria Mycobacterium bovis, que contém o vírus da doença, só que de forma anulada e inofensiva.

Assim que a vacina tem a sua aplicação, o corpo humano começa a desenvolver uma série de reações para se proteger desse bactéria. Essa disputa entre os anticorpos, já presentes no organismo, e os componentes da vacina, levam ao surgimento dessa ferida no local da aplicação. Elas podem demorar 12 semanas após a aplicação.

Segundo reportagem da revista Superinteressante, em outros países a imunização não deixa marcas no braço e isso se deve ao uso de uma microagulha, conhecida como carimbo, que suaviza o efeito na pele. No Brasil, contudo, ela já existe, mas não é regra.

No Brasil, a taxa de uso desse método é de 3,1%, cerca de três a cada cem crianças vacinadas ficam sem a marca. Nos EUA, o número gira em torno de 10%. Já no Japão, o uso da microagulha é obrigatória.