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Emisandra Helena discute saúde mental no curta “1/4”

Um teatro audiovisual é a definição da atriz Emisandra Helena sobre o curta “1/4”, com lançamento na noite desta segunda-feira (12). Primeiramente, a artista definiu que o objetivo da obra é mostrar as questões sociais invisíveis e visíveis, como solidão da mulher negra, loucura, pandemia e ainda mais tem a criação artística no contexto atual de um país assolado pelo desgoverno. Como resultado, muitas delas estão em hospitais psiquiátricos e, por conseguinte, a saúde mental em frangalhos. A base veio do projeto “desAMPARO”, realizado em 2017 pelo Cruor Arte Contemporânea, no qual a artista fez parte. Lá, eles conheceram o Hospital João Machado. No curta-metragem, de 18 minutos, a atriz interpreta as experiências vivenciadas naquele hospital. Além disso, as palavras compõe os diálogos com as internas, suas histórias, memórias e contos por intermédio da arte. A equipe que compõe o curta de Emisandra Helena Neste teatro filmado, portanto, roteiro nasce a partir de experiências de abandono e a busca incessante de afeto. A proposta inicial da dramaturgia surge dentro de um hospital e, agora, toma um casarão do início do século XX encravado na Rua Chile, Ribeira. O curta-metragem teve como cenário a casa do poeta potiguar Ferreira Itajubá, hoje chamada “Casa do Poeta – Arte e Cultura”. Na direção do trabalho está o diretor Marconi Bispo. Além disso, embarcaram nessa jornada dois jovens atuantes do audiovisual potiguar, estudantes de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): Artur Medeiros e Paulo Medeiros. Além das pesquisas pessoais da atriz, o vídeo é alimentado pela…

Um teatro audiovisual é a definição da atriz Emisandra Helena sobre o curta “1/4”, com lançamento na noite desta segunda-feira (12). Primeiramente, a artista definiu que o objetivo da obra é mostrar as questões sociais invisíveis e visíveis, como solidão da mulher negra, loucura, pandemia e ainda mais tem a criação artística no contexto atual de um país assolado pelo desgoverno. Como resultado, muitas delas estão em hospitais psiquiátricos e, por conseguinte, a saúde mental em frangalhos.

A base veio do projeto “desAMPARO”, realizado em 2017 pelo Cruor Arte Contemporânea, no qual a artista fez parte. Lá, eles conheceram o Hospital João Machado.

No curta-metragem, de 18 minutos, a atriz interpreta as experiências vivenciadas naquele hospital. Além disso, as palavras compõe os diálogos com as internas, suas histórias, memórias e contos por intermédio da arte.

A equipe que compõe o curta de Emisandra Helena

Neste teatro filmado, portanto, roteiro nasce a partir de experiências de abandono e a busca incessante de afeto.

A proposta inicial da dramaturgia surge dentro de um hospital e, agora, toma um casarão do início do século XX encravado na Rua Chile, Ribeira. O curta-metragem teve como cenário a casa do poeta potiguar Ferreira Itajubá, hoje chamada “Casa do Poeta – Arte e Cultura”.

Na direção do trabalho está o diretor Marconi Bispo. Além disso, embarcaram nessa jornada dois jovens atuantes do audiovisual potiguar, estudantes de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): Artur Medeiros e Paulo Medeiros. Além das pesquisas pessoais da atriz, o vídeo é alimentado pela obra teatral “A mulher barbada”, de João Victor Miranda.

O vídeo terá sua primeira exibição nesta segunda (12), portanto, às 20h, no canal pessoal/Youtube de Emisandra Helena.

Este projeto aconteceu a partir de recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte. Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

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Emisandra Helena discute saúde mental no curta “1/4”

Um teatro audiovisual é a definição da atriz Emisandra Helena sobre o curta “1/4”, com lançamento na noite desta segunda-feira (12). Primeiramente, a artista definiu que o objetivo da obra é mostrar as questões sociais invisíveis e visíveis, como solidão da mulher negra, loucura, pandemia e ainda mais tem a criação artística no contexto atual de um país assolado pelo desgoverno. Como resultado, muitas delas estão em hospitais psiquiátricos e, por conseguinte, a saúde mental em frangalhos. A base veio do projeto “desAMPARO”, realizado em 2017 pelo Cruor Arte Contemporânea, no qual a artista fez parte. Lá, eles conheceram o Hospital João Machado. No curta-metragem, de 18 minutos, a atriz interpreta as experiências vivenciadas naquele hospital. Além disso, as palavras compõe os diálogos com as internas, suas histórias, memórias e contos por intermédio da arte. A equipe que compõe o curta de Emisandra Helena Neste teatro filmado, portanto, roteiro nasce a partir de experiências de abandono e a busca incessante de afeto. A proposta inicial da dramaturgia surge dentro de um hospital e, agora, toma um casarão do início do século XX encravado na Rua Chile, Ribeira. O curta-metragem teve como cenário a casa do poeta potiguar Ferreira Itajubá, hoje chamada “Casa do Poeta – Arte e Cultura”. Na direção do trabalho está o diretor Marconi Bispo. Além disso, embarcaram nessa jornada dois jovens atuantes do audiovisual potiguar, estudantes de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): Artur Medeiros e Paulo Medeiros. Além das pesquisas pessoais da atriz, o vídeo é alimentado pela…

Um teatro audiovisual é a definição da atriz Emisandra Helena sobre o curta “1/4”, com lançamento na noite desta segunda-feira (12). Primeiramente, a artista definiu que o objetivo da obra é mostrar as questões sociais invisíveis e visíveis, como solidão da mulher negra, loucura, pandemia e ainda mais tem a criação artística no contexto atual de um país assolado pelo desgoverno. Como resultado, muitas delas estão em hospitais psiquiátricos e, por conseguinte, a saúde mental em frangalhos.

A base veio do projeto “desAMPARO”, realizado em 2017 pelo Cruor Arte Contemporânea, no qual a artista fez parte. Lá, eles conheceram o Hospital João Machado.

No curta-metragem, de 18 minutos, a atriz interpreta as experiências vivenciadas naquele hospital. Além disso, as palavras compõe os diálogos com as internas, suas histórias, memórias e contos por intermédio da arte.

A equipe que compõe o curta de Emisandra Helena

Neste teatro filmado, portanto, roteiro nasce a partir de experiências de abandono e a busca incessante de afeto.

A proposta inicial da dramaturgia surge dentro de um hospital e, agora, toma um casarão do início do século XX encravado na Rua Chile, Ribeira. O curta-metragem teve como cenário a casa do poeta potiguar Ferreira Itajubá, hoje chamada “Casa do Poeta – Arte e Cultura”.

Na direção do trabalho está o diretor Marconi Bispo. Além disso, embarcaram nessa jornada dois jovens atuantes do audiovisual potiguar, estudantes de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): Artur Medeiros e Paulo Medeiros. Além das pesquisas pessoais da atriz, o vídeo é alimentado pela obra teatral “A mulher barbada”, de João Victor Miranda.

O vídeo terá sua primeira exibição nesta segunda (12), portanto, às 20h, no canal pessoal/Youtube de Emisandra Helena.

Este projeto aconteceu a partir de recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte. Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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