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Este estacionamento da Prefeitura era o Café Majestic

O Café Majestic é um bar lembrado pelos natalenses, uma vez que a mencionaram na literatura e peças de teatro. O espaço ficava no cruzamento das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Antigamente, era um salão chamado Potiguarânia. E, primeiramente, era a casa do dramaturgo Ezequiel Wanderley. Inicialmente, o proprietário do Café Majestic pertencia inicialmente ao Benjamin Simonete. Diferentemente do Potiguarânia, o Café Magestic era apenas café e bar. Mas, o local realmente virou um reduto boêmio quando o poeta Jorge Fernandes, o seresteiro Deolindo Lima, o músico Barôncio Guerra e os humoristas Aurélio Flávio e Pedro Lagreca assumiram o estabelecimento comercial. Sobre a Diocésia No primeiro andar do café, por sua vez, funcionava a Diocésia. Era lá que os poetas declamavam as poesias, discutiam ideias modernistas e receberam grandes artistas nacionais, como Mario de Andrade, quando passou um período na capital potiguar. Tanto a Diocésia quanto o Café Magestic tinha muita gente como frequentadores. Porém, somente um grupo seleto iria para as reuniões particulares do primeiro citado. Eles, no entanto, realmente excluíam as pessoas que não estavam na roda, típico da elite natalense. Serenatas no Majestic e o espaço atualmente Apesar deste revés, o local tinha artistas cantando muitas melodias. Além disso, acontecia mais precisamente a meia-noite. Depois, as pessoas saíram do bar para fazer serenatas. Os músicos tocavam violões, flautas, violinos, oboé e bandolins percorrendo as ruas da Cidade Alta. Hoje, o Café Majestic fechou na década de 40 e 50, uma vez que esta cidade passou por fortes mudanças devido à chegada dos…

O Café Majestic é um bar lembrado pelos natalenses, uma vez que a mencionaram na literatura e peças de teatro. O espaço ficava no cruzamento das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Antigamente, era um salão chamado Potiguarânia. E, primeiramente, era a casa do dramaturgo Ezequiel Wanderley. Inicialmente, o proprietário do Café Majestic pertencia inicialmente ao Benjamin Simonete.

Diferentemente do Potiguarânia, o Café Magestic era apenas café e bar. Mas, o local realmente virou um reduto boêmio quando o poeta Jorge Fernandes, o seresteiro Deolindo Lima, o músico Barôncio Guerra e os humoristas Aurélio Flávio e Pedro Lagreca assumiram o estabelecimento comercial.

Sobre a Diocésia

No primeiro andar do café, por sua vez, funcionava a Diocésia. Era lá que os poetas declamavam as poesias, discutiam ideias modernistas e receberam grandes artistas nacionais, como Mario de Andrade, quando passou um período na capital potiguar.

Café Majestic nos tempos antigos, hoje é um estacionamento da Prefeitura

Tanto a Diocésia quanto o Café Magestic tinha muita gente como frequentadores. Porém, somente um grupo seleto iria para as reuniões particulares do primeiro citado. Eles, no entanto, realmente excluíam as pessoas que não estavam na roda, típico da elite natalense.

Serenatas no Majestic e o espaço atualmente

Apesar deste revés, o local tinha artistas cantando muitas melodias. Além disso, acontecia mais precisamente a meia-noite. Depois, as pessoas saíram do bar para fazer serenatas. Os músicos tocavam violões, flautas, violinos, oboé e bandolins percorrendo as ruas da Cidade Alta.

Hoje, o Café Majestic fechou na década de 40 e 50, uma vez que esta cidade passou por fortes mudanças devido à chegada dos americanos no RN. Hoje o espaço, todavia, se tornou um estacionamento da Prefeitura do Natal, como mostra a imagem acima do título e fica próximo ao Royal Cinema.

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Este estacionamento da Prefeitura era o Café Majestic

O Café Majestic é um bar lembrado pelos natalenses, uma vez que a mencionaram na literatura e peças de teatro. O espaço ficava no cruzamento das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Antigamente, era um salão chamado Potiguarânia. E, primeiramente, era a casa do dramaturgo Ezequiel Wanderley. Inicialmente, o proprietário do Café Majestic pertencia inicialmente ao Benjamin Simonete. Diferentemente do Potiguarânia, o Café Magestic era apenas café e bar. Mas, o local realmente virou um reduto boêmio quando o poeta Jorge Fernandes, o seresteiro Deolindo Lima, o músico Barôncio Guerra e os humoristas Aurélio Flávio e Pedro Lagreca assumiram o estabelecimento comercial. Sobre a Diocésia No primeiro andar do café, por sua vez, funcionava a Diocésia. Era lá que os poetas declamavam as poesias, discutiam ideias modernistas e receberam grandes artistas nacionais, como Mario de Andrade, quando passou um período na capital potiguar. Tanto a Diocésia quanto o Café Magestic tinha muita gente como frequentadores. Porém, somente um grupo seleto iria para as reuniões particulares do primeiro citado. Eles, no entanto, realmente excluíam as pessoas que não estavam na roda, típico da elite natalense. Serenatas no Majestic e o espaço atualmente Apesar deste revés, o local tinha artistas cantando muitas melodias. Além disso, acontecia mais precisamente a meia-noite. Depois, as pessoas saíram do bar para fazer serenatas. Os músicos tocavam violões, flautas, violinos, oboé e bandolins percorrendo as ruas da Cidade Alta. Hoje, o Café Majestic fechou na década de 40 e 50, uma vez que esta cidade passou por fortes mudanças devido à chegada dos…

O Café Majestic é um bar lembrado pelos natalenses, uma vez que a mencionaram na literatura e peças de teatro. O espaço ficava no cruzamento das ruas Ulisses Caldas e Vigário Bartolomeu. Antigamente, era um salão chamado Potiguarânia. E, primeiramente, era a casa do dramaturgo Ezequiel Wanderley. Inicialmente, o proprietário do Café Majestic pertencia inicialmente ao Benjamin Simonete.

Diferentemente do Potiguarânia, o Café Magestic era apenas café e bar. Mas, o local realmente virou um reduto boêmio quando o poeta Jorge Fernandes, o seresteiro Deolindo Lima, o músico Barôncio Guerra e os humoristas Aurélio Flávio e Pedro Lagreca assumiram o estabelecimento comercial.

Sobre a Diocésia

No primeiro andar do café, por sua vez, funcionava a Diocésia. Era lá que os poetas declamavam as poesias, discutiam ideias modernistas e receberam grandes artistas nacionais, como Mario de Andrade, quando passou um período na capital potiguar.

Café Majestic nos tempos antigos, hoje é um estacionamento da Prefeitura

Tanto a Diocésia quanto o Café Magestic tinha muita gente como frequentadores. Porém, somente um grupo seleto iria para as reuniões particulares do primeiro citado. Eles, no entanto, realmente excluíam as pessoas que não estavam na roda, típico da elite natalense.

Serenatas no Majestic e o espaço atualmente

Apesar deste revés, o local tinha artistas cantando muitas melodias. Além disso, acontecia mais precisamente a meia-noite. Depois, as pessoas saíram do bar para fazer serenatas. Os músicos tocavam violões, flautas, violinos, oboé e bandolins percorrendo as ruas da Cidade Alta.

Hoje, o Café Majestic fechou na década de 40 e 50, uma vez que esta cidade passou por fortes mudanças devido à chegada dos americanos no RN. Hoje o espaço, todavia, se tornou um estacionamento da Prefeitura do Natal, como mostra a imagem acima do título e fica próximo ao Royal Cinema.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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