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Maurício desenhou Mônica e Cebolinha a ambulante no RN

Há 17 anos, o desenhista Maurício de Sousa estava andando pelas praias do Litoral Norte do Rio Grande do Norte quando viu um papel branco no isopor de um ambulante que estava vendendo sorvete e água de coco no local que estava. Assim, desenhou a Mônica e o Cebolinha curtindo uma praia e com trajes de banho, como visto na imagem acima. A curiosidade veio do próprio Maurício de Sousa neste domingo (13) em suas redes sociais. Confira: O caso aconteceu em 2003, na praia de Maxaranguape, próximo da famosa Árvore do Amor, principal ponto turístico da região. A planta recebe este nome, devido ao fato de ser a união de duas gameleiras. Segundo os moradores da região, o casal que beijar embaixo do arco formado pelos troncos jamais se separará. Além disso, uma barraca instalada próxima à árvore oferece bebidas e venda de produtos locais. Historiadores contam, no entanto, que a árvore ficou desse jeito após a morte de um casal de índios, visto que usaram essas árvores como morada até a sua morte. Os comentários muitos procuravam o sortudo que tinha a caixa de isopor com a imagem de Mônica e Cebolinha. Até o momento o rapaz não foi encontrado. A imagem, no entanto, contou com mais de 500 compartilhamentos e burburinhos nas redes sociais de Natal e cidades vizinhas. Em 2014, Maurício de Sousa retornou à Natal para participar da Feira de Livros e Quadrinhos (Fliq), que aconteceu simultaneamente com a Cientec, feira de ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte…

Há 17 anos, o desenhista Maurício de Sousa estava andando pelas praias do Litoral Norte do Rio Grande do Norte quando viu um papel branco no isopor de um ambulante que estava vendendo sorvete e água de coco no local que estava. Assim, desenhou a Mônica e o Cebolinha curtindo uma praia e com trajes de banho, como visto na imagem acima.

A curiosidade veio do próprio Maurício de Sousa neste domingo (13) em suas redes sociais. Confira:

O caso aconteceu em 2003, na praia de Maxaranguape, próximo da famosa Árvore do Amor, principal ponto turístico da região. A planta recebe este nome, devido ao fato de ser a união de duas gameleiras.

Segundo os moradores da região, o casal que beijar embaixo do arco formado pelos troncos jamais se separará. Além disso, uma barraca instalada próxima à árvore oferece bebidas e venda de produtos locais. Historiadores contam, no entanto, que a árvore ficou desse jeito após a morte de um casal de índios, visto que usaram essas árvores como morada até a sua morte.

Os comentários muitos procuravam o sortudo que tinha a caixa de isopor com a imagem de Mônica e Cebolinha. Até o momento o rapaz não foi encontrado. A imagem, no entanto, contou com mais de 500 compartilhamentos e burburinhos nas redes sociais de Natal e cidades vizinhas.

Em 2014, Maurício de Sousa retornou à Natal para participar da Feira de Livros e Quadrinhos (Fliq), que aconteceu simultaneamente com a Cientec, feira de ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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Maurício desenhou Mônica e Cebolinha a ambulante no RN

Há 17 anos, o desenhista Maurício de Sousa estava andando pelas praias do Litoral Norte do Rio Grande do Norte quando viu um papel branco no isopor de um ambulante que estava vendendo sorvete e água de coco no local que estava. Assim, desenhou a Mônica e o Cebolinha curtindo uma praia e com trajes de banho, como visto na imagem acima. A curiosidade veio do próprio Maurício de Sousa neste domingo (13) em suas redes sociais. Confira: O caso aconteceu em 2003, na praia de Maxaranguape, próximo da famosa Árvore do Amor, principal ponto turístico da região. A planta recebe este nome, devido ao fato de ser a união de duas gameleiras. Segundo os moradores da região, o casal que beijar embaixo do arco formado pelos troncos jamais se separará. Além disso, uma barraca instalada próxima à árvore oferece bebidas e venda de produtos locais. Historiadores contam, no entanto, que a árvore ficou desse jeito após a morte de um casal de índios, visto que usaram essas árvores como morada até a sua morte. Os comentários muitos procuravam o sortudo que tinha a caixa de isopor com a imagem de Mônica e Cebolinha. Até o momento o rapaz não foi encontrado. A imagem, no entanto, contou com mais de 500 compartilhamentos e burburinhos nas redes sociais de Natal e cidades vizinhas. Em 2014, Maurício de Sousa retornou à Natal para participar da Feira de Livros e Quadrinhos (Fliq), que aconteceu simultaneamente com a Cientec, feira de ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte…

Há 17 anos, o desenhista Maurício de Sousa estava andando pelas praias do Litoral Norte do Rio Grande do Norte quando viu um papel branco no isopor de um ambulante que estava vendendo sorvete e água de coco no local que estava. Assim, desenhou a Mônica e o Cebolinha curtindo uma praia e com trajes de banho, como visto na imagem acima.

A curiosidade veio do próprio Maurício de Sousa neste domingo (13) em suas redes sociais. Confira:

O caso aconteceu em 2003, na praia de Maxaranguape, próximo da famosa Árvore do Amor, principal ponto turístico da região. A planta recebe este nome, devido ao fato de ser a união de duas gameleiras.

Segundo os moradores da região, o casal que beijar embaixo do arco formado pelos troncos jamais se separará. Além disso, uma barraca instalada próxima à árvore oferece bebidas e venda de produtos locais. Historiadores contam, no entanto, que a árvore ficou desse jeito após a morte de um casal de índios, visto que usaram essas árvores como morada até a sua morte.

Os comentários muitos procuravam o sortudo que tinha a caixa de isopor com a imagem de Mônica e Cebolinha. Até o momento o rapaz não foi encontrado. A imagem, no entanto, contou com mais de 500 compartilhamentos e burburinhos nas redes sociais de Natal e cidades vizinhas.

Em 2014, Maurício de Sousa retornou à Natal para participar da Feira de Livros e Quadrinhos (Fliq), que aconteceu simultaneamente com a Cientec, feira de ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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