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Está nascendo um homem-caveira no Rio Grande do Norte

Quer ser uma caveira humana? Em agosto de 2018, o modelo Rick Genest faleceu e ficou conhecido como Zombie Boy. Por que esse apelido? Por conta de ter ficado conhecido por ter tatuagens por todo seu corpo, imitando a forma de um esqueleto, chamando a atenção de Lady Gaga, que o convidou para participar do videoclipe do hit Born this Way em 2011, o que proporcionou a ele reconhecimento mundial. Aos 21 anos procurou o artista Frank Lewis, responsável por criar a maior parte de suas tatuagens (cerca de oitenta por cento do corpo de Zombie Boy foram feitas por ele) . O processo durou mais que 6 anos e Zombie Boy gastou muito dinheiro no que considera ser uma obra de arte, concebida por para retratar “o corpo humano como um corpo em decomposição, a arte de um cadáver apodrecendo”, e também um “tributo aos filmes de horror”, seu gênero favorito. Ele tornou-se uma figura popular no cenário underground de Montreal, mas passou por dificuldades financeiras e acabou se tornando um sem-teto. Em 5 de março de 2010, uma página do Facebook foi criada sobre a escolha inusitada de Zombie Boy por suas tatuagens. A página chegou a ter mais de 1,5 milhões de membros, e culminou com a descoberta de Zombie Boy por Nicola Formichetti, diretor de moda de Lady Gaga. Assim, ficando famoso. Antes, o rosto de Alan Mattos era assim:   Visualizar esta foto no Instagram.   Só pra juntar no álbum… Uma publicação compartilhada por Alan Mattos (@kvra_lifestyle) em 9 de…

Quer ser uma caveira humana? Em agosto de 2018, o modelo Rick Genest faleceu e ficou conhecido como Zombie Boy. Por que esse apelido? Por conta de ter ficado conhecido por ter tatuagens por todo seu corpo, imitando a forma de um esqueleto, chamando a atenção de Lady Gaga, que o convidou para participar do videoclipe do hit Born this Way em 2011, o que proporcionou a ele reconhecimento mundial. Aos 21 anos procurou o artista Frank Lewis, responsável por criar a maior parte de suas tatuagens (cerca de oitenta por cento do corpo de Zombie Boy foram feitas por ele) .

O processo durou mais que 6 anos e Zombie Boy gastou muito dinheiro no que considera ser uma obra de arte, concebida por para retratar “o corpo humano como um corpo em decomposição, a arte de um cadáver apodrecendo”, e também um “tributo aos filmes de horror”, seu gênero favorito. Ele tornou-se uma figura popular no cenário underground de Montreal, mas passou por dificuldades financeiras e acabou se tornando um sem-teto.

Em 5 de março de 2010, uma página do Facebook foi criada sobre a escolha inusitada de Zombie Boy por suas tatuagens. A página chegou a ter mais de 1,5 milhões de membros, e culminou com a descoberta de Zombie Boy por Nicola Formichetti, diretor de moda de Lady Gaga. Assim, ficando famoso.

Antes, o rosto de Alan Mattos era assim:

 

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Só pra juntar no álbum…

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Saindo do Canadá e chegando para as terrasn potiguares, um carioca radicado em Pipa, praia localizada em Tibau do Sul, também resolveu ser um Zombie Boy e está fazendo uma tatuagem em sua face em forma de caveira. O rapaz se chama Alan Mattos, já conhecido como caveira, e é fã assumido do falecido modelo. Viajou para Natal com o objetivo de fazer esse projeto junto com Ruy Pinheiro, do Natal Real Studio.

“Escolhi topar esse desafio de fazer uma tatuagem pelo fato de adorar desafios e saber como é tatuar partes que nunca tinha feito antes, como a região do nariz e dos olhos”, afirmou o Ruy em entrevista para o Brechando. Inicialmente, a tatuagem seria feita no Rio de Janeiro, porém os tatuadores recusaram a ideia.

Ruy explicou que a elaboração da tatuagem será feita em duas sessões, sendo que a primeira parte foi feita do lado esquerdo da face, que já havia sido feito por um outro profissional que desistiu de continuar o trabalho. “Praticamente refizemos a tatuagem do zero”, explicou.

Os vídeos de como foi esse procedimento pode ser visto a seguir:

E como foi tatuar? O Ruy prontamente responder: “Sei que vai demorar muito um outro cliente querer fazer uma tatuagem como essa, porém está sendo um trabalho muito interessante, um processo muito demorado, mas prazeroso e tudo foi na base da intuição, para saber aonde a tinta pegaria melhor e a agulha que ajudaria neste processo”. O tatuador comentou que com essa tatuagem ajudou a matar uma de suas curiosidades: tatuar o nariz.

“Tatuar o nariz é interessante, mas foi muito difícil, porque é cartilagem, mole e não sabia se a tinta iria absorver. Além disso, o olho foi bastante complicado, principalmente porque iria colocar tinta em toda a pálpebra, segundo o cliente a sensação era de estava furando o olho o tempo todo. Mas deu certo”, disse.

Agora o próximo passo é fazer a segunda sessão e ver como estará a cara do nosso Zombie Boy brasileiro. Mas confira algumas fotos do Alan já com a primeira parte pronta:

 

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Living life style! #praiadoamorpipa #brasilmeuamor #mecadosurfpipa #surfpipa

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Cafeína! …

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Quer ser uma caveira humana? Em agosto de 2018, o modelo Rick Genest faleceu e ficou conhecido como Zombie Boy. Por que esse apelido? Por conta de ter ficado conhecido por ter tatuagens por todo seu corpo, imitando a forma de um esqueleto, chamando a atenção de Lady Gaga, que o convidou para participar do videoclipe do hit Born this Way em 2011, o que proporcionou a ele reconhecimento mundial. Aos 21 anos procurou o artista Frank Lewis, responsável por criar a maior parte de suas tatuagens (cerca de oitenta por cento do corpo de Zombie Boy foram feitas por ele) . O processo durou mais que 6 anos e Zombie Boy gastou muito dinheiro no que considera ser uma obra de arte, concebida por para retratar “o corpo humano como um corpo em decomposição, a arte de um cadáver apodrecendo”, e também um “tributo aos filmes de horror”, seu gênero favorito. Ele tornou-se uma figura popular no cenário underground de Montreal, mas passou por dificuldades financeiras e acabou se tornando um sem-teto. Em 5 de março de 2010, uma página do Facebook foi criada sobre a escolha inusitada de Zombie Boy por suas tatuagens. A página chegou a ter mais de 1,5 milhões de membros, e culminou com a descoberta de Zombie Boy por Nicola Formichetti, diretor de moda de Lady Gaga. Assim, ficando famoso. Antes, o rosto de Alan Mattos era assim:   Visualizar esta foto no Instagram.   Só pra juntar no álbum… Uma publicação compartilhada por Alan Mattos (@kvra_lifestyle) em 9 de…

Quer ser uma caveira humana? Em agosto de 2018, o modelo Rick Genest faleceu e ficou conhecido como Zombie Boy. Por que esse apelido? Por conta de ter ficado conhecido por ter tatuagens por todo seu corpo, imitando a forma de um esqueleto, chamando a atenção de Lady Gaga, que o convidou para participar do videoclipe do hit Born this Way em 2011, o que proporcionou a ele reconhecimento mundial. Aos 21 anos procurou o artista Frank Lewis, responsável por criar a maior parte de suas tatuagens (cerca de oitenta por cento do corpo de Zombie Boy foram feitas por ele) .

O processo durou mais que 6 anos e Zombie Boy gastou muito dinheiro no que considera ser uma obra de arte, concebida por para retratar “o corpo humano como um corpo em decomposição, a arte de um cadáver apodrecendo”, e também um “tributo aos filmes de horror”, seu gênero favorito. Ele tornou-se uma figura popular no cenário underground de Montreal, mas passou por dificuldades financeiras e acabou se tornando um sem-teto.

Em 5 de março de 2010, uma página do Facebook foi criada sobre a escolha inusitada de Zombie Boy por suas tatuagens. A página chegou a ter mais de 1,5 milhões de membros, e culminou com a descoberta de Zombie Boy por Nicola Formichetti, diretor de moda de Lady Gaga. Assim, ficando famoso.

Antes, o rosto de Alan Mattos era assim:

 

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Saindo do Canadá e chegando para as terrasn potiguares, um carioca radicado em Pipa, praia localizada em Tibau do Sul, também resolveu ser um Zombie Boy e está fazendo uma tatuagem em sua face em forma de caveira. O rapaz se chama Alan Mattos, já conhecido como caveira, e é fã assumido do falecido modelo. Viajou para Natal com o objetivo de fazer esse projeto junto com Ruy Pinheiro, do Natal Real Studio.

“Escolhi topar esse desafio de fazer uma tatuagem pelo fato de adorar desafios e saber como é tatuar partes que nunca tinha feito antes, como a região do nariz e dos olhos”, afirmou o Ruy em entrevista para o Brechando. Inicialmente, a tatuagem seria feita no Rio de Janeiro, porém os tatuadores recusaram a ideia.

Ruy explicou que a elaboração da tatuagem será feita em duas sessões, sendo que a primeira parte foi feita do lado esquerdo da face, que já havia sido feito por um outro profissional que desistiu de continuar o trabalho. “Praticamente refizemos a tatuagem do zero”, explicou.

Os vídeos de como foi esse procedimento pode ser visto a seguir:

E como foi tatuar? O Ruy prontamente responder: “Sei que vai demorar muito um outro cliente querer fazer uma tatuagem como essa, porém está sendo um trabalho muito interessante, um processo muito demorado, mas prazeroso e tudo foi na base da intuição, para saber aonde a tinta pegaria melhor e a agulha que ajudaria neste processo”. O tatuador comentou que com essa tatuagem ajudou a matar uma de suas curiosidades: tatuar o nariz.

“Tatuar o nariz é interessante, mas foi muito difícil, porque é cartilagem, mole e não sabia se a tinta iria absorver. Além disso, o olho foi bastante complicado, principalmente porque iria colocar tinta em toda a pálpebra, segundo o cliente a sensação era de estava furando o olho o tempo todo. Mas deu certo”, disse.

Agora o próximo passo é fazer a segunda sessão e ver como estará a cara do nosso Zombie Boy brasileiro. Mas confira algumas fotos do Alan já com a primeira parte pronta:

 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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