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Pernambucanos querem roubar o nosso boyzinha

Quando você visita a capital potiguar, logo de cara vai ouvir a palavra “boy”, que é quase o nosso “mano”, “cara” e “macho”. Utilizamos o boy para tudo, inclusive em atividades formais. Até para chamar os nossos namorados, utilizamos o termo para se referir que aquele cara que estou envolvendo “amorosamente” é o nosso “boyzinho” ou “boyzinha”. A palavra entrou nas nossas vidas quando os Estados Unidos montou a base militar no Rio Grande do Norte na Segunda Guerra Mundial. Mas, alguém falou que boyzinha é genuinamente pernambucano neste tweet: a palavra mais bem construída da língua pernambucana é boyzinha, pega o inglês, bota no diminutivo e muda o gênero pq foda-se o gênero — neto (@netoaires38) 19 de outubro de 2018 Claro que isso gerou diversas revoltas nos natalenses no Twitter: meu cu que boyzinha é de Pernambuco c licença amore https://t.co/BZCvIWLPXf — berna addams (@cattymob) 21 de outubro de 2018 Foi um momento que todos natalenses estiveram reunidos numa enorme causa: mostrar a sua naturalidade. Eu amo ver minha cidade unida e só vi Natal tão unida em 3 momentos na história 1. Fora Micarla 2. Torcendo pra Plutão Já Foi Planeta no programa da Globo 3. Defendendo a posse do termo “boyzinha” que pernambuco JURA que eles inventaram — acássio (@acacassio) 21 de outubro de 2018 Ainda alguns explicaram a história de onde veio o boy e boyzinha: amor só aprende certo: boyzinha é original de Natal/RN da época da 2ª Guerra quando os americanos se instalaram aqui. Amamos Pernambuco mas vamos corrigir…

Quando você visita a capital potiguar, logo de cara vai ouvir a palavra “boy”, que é quase o nosso “mano”, “cara” e “macho”. Utilizamos o boy para tudo, inclusive em atividades formais. Até para chamar os nossos namorados, utilizamos o termo para se referir que aquele cara que estou envolvendo “amorosamente” é o nosso “boyzinho” ou “boyzinha”. A palavra entrou nas nossas vidas quando os Estados Unidos montou a base militar no Rio Grande do Norte na Segunda Guerra Mundial.

Mas, alguém falou que boyzinha é genuinamente pernambucano neste tweet:

Claro que isso gerou diversas revoltas nos natalenses no Twitter:

Foi um momento que todos natalenses estiveram reunidos numa enorme causa: mostrar a sua naturalidade.

Ainda alguns explicaram a história de onde veio o boy e boyzinha:

Já basta Fernando de Noronha:

O Consulado do Estados Unidos, em Pernambuco, vai perder gente para retirar visto:

Não roube o nosso boyzinha!

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Pernambucanos querem roubar o nosso boyzinha

Quando você visita a capital potiguar, logo de cara vai ouvir a palavra “boy”, que é quase o nosso “mano”, “cara” e “macho”. Utilizamos o boy para tudo, inclusive em atividades formais. Até para chamar os nossos namorados, utilizamos o termo para se referir que aquele cara que estou envolvendo “amorosamente” é o nosso “boyzinho” ou “boyzinha”. A palavra entrou nas nossas vidas quando os Estados Unidos montou a base militar no Rio Grande do Norte na Segunda Guerra Mundial. Mas, alguém falou que boyzinha é genuinamente pernambucano neste tweet: a palavra mais bem construída da língua pernambucana é boyzinha, pega o inglês, bota no diminutivo e muda o gênero pq foda-se o gênero — neto (@netoaires38) 19 de outubro de 2018 Claro que isso gerou diversas revoltas nos natalenses no Twitter: meu cu que boyzinha é de Pernambuco c licença amore https://t.co/BZCvIWLPXf — berna addams (@cattymob) 21 de outubro de 2018 Foi um momento que todos natalenses estiveram reunidos numa enorme causa: mostrar a sua naturalidade. Eu amo ver minha cidade unida e só vi Natal tão unida em 3 momentos na história 1. Fora Micarla 2. Torcendo pra Plutão Já Foi Planeta no programa da Globo 3. Defendendo a posse do termo “boyzinha” que pernambuco JURA que eles inventaram — acássio (@acacassio) 21 de outubro de 2018 Ainda alguns explicaram a história de onde veio o boy e boyzinha: amor só aprende certo: boyzinha é original de Natal/RN da época da 2ª Guerra quando os americanos se instalaram aqui. Amamos Pernambuco mas vamos corrigir…

Quando você visita a capital potiguar, logo de cara vai ouvir a palavra “boy”, que é quase o nosso “mano”, “cara” e “macho”. Utilizamos o boy para tudo, inclusive em atividades formais. Até para chamar os nossos namorados, utilizamos o termo para se referir que aquele cara que estou envolvendo “amorosamente” é o nosso “boyzinho” ou “boyzinha”. A palavra entrou nas nossas vidas quando os Estados Unidos montou a base militar no Rio Grande do Norte na Segunda Guerra Mundial.

Mas, alguém falou que boyzinha é genuinamente pernambucano neste tweet:

Claro que isso gerou diversas revoltas nos natalenses no Twitter:

Foi um momento que todos natalenses estiveram reunidos numa enorme causa: mostrar a sua naturalidade.

Ainda alguns explicaram a história de onde veio o boy e boyzinha:

Já basta Fernando de Noronha:

O Consulado do Estados Unidos, em Pernambuco, vai perder gente para retirar visto:

Não roube o nosso boyzinha!

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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