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Foram encontradas diversas tartarugas no Litoral Sul

Nesta semana, uma equipe de pesquisadores foi acionada, juntamente com o Corpo de Bombeiros, para resgatar uma tartaruga-verde (chelonia mydas) que ficou encalhada na praia de Búzios, Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal. Ao chegar ao local, a equipe percebeu que o animal já estava morto. Tratava-se de um juvenil, medindo 51 centímetros de comprimento por 46 cm de largura. O animal, no entanto, encontrava-se em estado de decomposição muito avançado, enfisematoso e os órgãos todos liquefeitos. Havia presença de conteúdo alimentar no trato gastrointestinal (algas), indicando que o animal estava se alimentando quando veio ao óbito. Observou-se marca de rede na nadadeira direita, sugerindo a morte do animal por interação antrópica por atividade pesqueira. As atividades fazem parte do Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB), que pesquisa sobre esses animais na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), em Mossoró. Em menos de duas semanas, a equipe da Uern juntamente com o Laboratório de Morfofisiologia de Vertebrados da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foram acionados para tentar resgatar mais cinco tartarugas da mesma espécie. Por coincidência, uma delas foi encontrada em Camurupim, que também fica em Nísia Floresta. Duas foram encontradas em Natal, na Praia de Areia Preta, que fica na zona Leste de Natal, Redinha (zona Norte) e Via Costeira. Além disso,  uma outra foi encontrada na Praia de Pirangi, que fica no município de Parnamirim, na Grande Natal. A tartaruga-verde está distribuída por todos os oceanos, nas zonas de águas tropicais e subtropicais e de qualquer altitude do mundo, com…

Nesta semana, uma equipe de pesquisadores foi acionada, juntamente com o Corpo de Bombeiros, para resgatar uma tartaruga-verde (chelonia mydas) que ficou encalhada na praia de Búzios, Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal. Ao chegar ao local, a equipe percebeu que o animal já estava morto.

Tratava-se de um juvenil, medindo 51 centímetros de comprimento por 46 cm de largura. O animal, no entanto, encontrava-se em estado de decomposição muito avançado, enfisematoso e os órgãos todos liquefeitos. Havia presença de conteúdo alimentar no trato gastrointestinal (algas), indicando que o animal estava se alimentando quando veio ao óbito.

Observou-se marca de rede na nadadeira direita, sugerindo a morte do animal por interação antrópica por atividade pesqueira.

As atividades fazem parte do Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB), que pesquisa sobre esses animais na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), em Mossoró.

Em menos de duas semanas, a equipe da Uern juntamente com o Laboratório de Morfofisiologia de Vertebrados da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foram acionados para tentar resgatar mais cinco tartarugas da mesma espécie. Por coincidência, uma delas foi encontrada em Camurupim, que também fica em Nísia Floresta.

Duas foram encontradas em Natal, na Praia de Areia Preta, que fica na zona Leste de Natal, Redinha (zona Norte) e Via Costeira.

Além disso,  uma outra foi encontrada na Praia de Pirangi, que fica no município de Parnamirim, na Grande Natal.

A tartaruga-verde está distribuída por todos os oceanos, nas zonas de águas tropicais e subtropicais e de qualquer altitude do mundo, com duas populações distintas no Oceano Atlântico e no Oceano Pacífico. Ela tem esse nome por conta da coloração esverdeada da sua gordura corporal.Atualmente, a espécie está ameaçada de extinção. Como outras tartarugas marinhas, as tartarugas-verdes migram longas distâncias entre as áreas de alimentação e as suas praias de incubação.

A tartaruga-verde habitualmente se encontra em águas costeiras com muita vegetação (áreas de forrageio).

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Nesta semana, uma equipe de pesquisadores foi acionada, juntamente com o Corpo de Bombeiros, para resgatar uma tartaruga-verde (chelonia mydas) que ficou encalhada na praia de Búzios, Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal. Ao chegar ao local, a equipe percebeu que o animal já estava morto.

Tratava-se de um juvenil, medindo 51 centímetros de comprimento por 46 cm de largura. O animal, no entanto, encontrava-se em estado de decomposição muito avançado, enfisematoso e os órgãos todos liquefeitos. Havia presença de conteúdo alimentar no trato gastrointestinal (algas), indicando que o animal estava se alimentando quando veio ao óbito.

Observou-se marca de rede na nadadeira direita, sugerindo a morte do animal por interação antrópica por atividade pesqueira.

As atividades fazem parte do Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB), que pesquisa sobre esses animais na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), em Mossoró.

Em menos de duas semanas, a equipe da Uern juntamente com o Laboratório de Morfofisiologia de Vertebrados da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foram acionados para tentar resgatar mais cinco tartarugas da mesma espécie. Por coincidência, uma delas foi encontrada em Camurupim, que também fica em Nísia Floresta.

Duas foram encontradas em Natal, na Praia de Areia Preta, que fica na zona Leste de Natal, Redinha (zona Norte) e Via Costeira.

Além disso,  uma outra foi encontrada na Praia de Pirangi, que fica no município de Parnamirim, na Grande Natal.

A tartaruga-verde está distribuída por todos os oceanos, nas zonas de águas tropicais e subtropicais e de qualquer altitude do mundo, com duas populações distintas no Oceano Atlântico e no Oceano Pacífico. Ela tem esse nome por conta da coloração esverdeada da sua gordura corporal.Atualmente, a espécie está ameaçada de extinção. Como outras tartarugas marinhas, as tartarugas-verdes migram longas distâncias entre as áreas de alimentação e as suas praias de incubação.

A tartaruga-verde habitualmente se encontra em águas costeiras com muita vegetação (áreas de forrageio).

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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