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Como era ser emo em Natal, explicamos em live

Quando pensamos em emo, pensamos em rock triste, olhos pintados com lápis preto, franjão, roupas escuras, all star e entre outros acessórios. Todo jovem roqueiro que nasceu nos anos 90 já presenciou o estilo, que mistura o hardcore com músicas românticas. Em Natal e no resto do Brasil chegou nos anos 2000, onde o estilo se popularizou com bandas. Oes exemplos estão com My Chemical Romance, Fresno, Simple Plan, Fall out Boys, CPM 22 e entre outros. O estilo não mudou apenas o rock, mas também a forma de expressão que os adolescentes faziam em uma época que a rede social relevante era apenas o Fotolog, Orkut e MSN. Por isso, neste domingo (29), o Brechando realizou uma live para falar “Como era ser emo em Natal”, com Juliana Dantas e Liliane Almeida. Vocês vão ver que o bate-papo foi bem longo, mas vale a pena, pois é um dos poucos relatos de como era a juventude roqueira natalense nos anos 2000. Além disso, mostra que os emos também conversavam com outras tribos urbanas e deixou marcas no que chamamos de Geração X. Quer saber como era ser emo em Natal? Dê o play a seguir, portanto, e divirta-se.

Quando pensamos em emo, pensamos em rock triste, olhos pintados com lápis preto, franjão, roupas escuras, all star e entre outros acessórios. Todo jovem roqueiro que nasceu nos anos 90 já presenciou o estilo, que mistura o hardcore com músicas românticas. Em Natal e no resto do Brasil chegou nos anos 2000, onde o estilo se popularizou com bandas. Oes exemplos estão com My Chemical Romance, Fresno, Simple Plan, Fall out Boys, CPM 22 e entre outros.

O estilo não mudou apenas o rock, mas também a forma de expressão que os adolescentes faziam em uma época que a rede social relevante era apenas o Fotolog, Orkut e MSN.

Por isso, neste domingo (29), o Brechando realizou uma live para falar “Como era ser emo em Natal”, com Juliana Dantas e Liliane Almeida. Vocês vão ver que o bate-papo foi bem longo, mas vale a pena, pois é um dos poucos relatos de como era a juventude roqueira natalense nos anos 2000.

Além disso, mostra que os emos também conversavam com outras tribos urbanas e deixou marcas no que chamamos de Geração X. Quer saber como era ser emo em Natal? Dê o play a seguir, portanto, e divirta-se.

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Quando pensamos em emo, pensamos em rock triste, olhos pintados com lápis preto, franjão, roupas escuras, all star e entre outros acessórios. Todo jovem roqueiro que nasceu nos anos 90 já presenciou o estilo, que mistura o hardcore com músicas românticas. Em Natal e no resto do Brasil chegou nos anos 2000, onde o estilo se popularizou com bandas. Oes exemplos estão com My Chemical Romance, Fresno, Simple Plan, Fall out Boys, CPM 22 e entre outros. O estilo não mudou apenas o rock, mas também a forma de expressão que os adolescentes faziam em uma época que a rede social relevante era apenas o Fotolog, Orkut e MSN. Por isso, neste domingo (29), o Brechando realizou uma live para falar “Como era ser emo em Natal”, com Juliana Dantas e Liliane Almeida. Vocês vão ver que o bate-papo foi bem longo, mas vale a pena, pois é um dos poucos relatos de como era a juventude roqueira natalense nos anos 2000. Além disso, mostra que os emos também conversavam com outras tribos urbanas e deixou marcas no que chamamos de Geração X. Quer saber como era ser emo em Natal? Dê o play a seguir, portanto, e divirta-se.

Quando pensamos em emo, pensamos em rock triste, olhos pintados com lápis preto, franjão, roupas escuras, all star e entre outros acessórios. Todo jovem roqueiro que nasceu nos anos 90 já presenciou o estilo, que mistura o hardcore com músicas românticas. Em Natal e no resto do Brasil chegou nos anos 2000, onde o estilo se popularizou com bandas. Oes exemplos estão com My Chemical Romance, Fresno, Simple Plan, Fall out Boys, CPM 22 e entre outros.

O estilo não mudou apenas o rock, mas também a forma de expressão que os adolescentes faziam em uma época que a rede social relevante era apenas o Fotolog, Orkut e MSN.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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