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O Porto de Natal na visão de Roger Van Rogger

“Natal é um porto em construção, que se projetou primeiro no azul, através do movimento intenso de suas asas, ou da vida vigilante e gloriosa da sua formidável base aérea, envolvida numa atmosfera de violeta e rosa”. Essas foram as palavras que a farmacêutica Roche descreveu sobre o porto de Natal na visão de Roger Van Rogger. A imagem acima é a quinta de uma série de gravuras a falar sobre os portos brasileiros. O pintor deste óleo sobre tela, medindo 0,65 x 0,81 cm foi deste pintor belga conhecido pelas artes voltadas para a natureza. Antes de vir para Natal precisamos falar da história de Roger Van Rogger. Primeiramente, ele nasceu na Bélgica em 1914 e veio de uma família burguesa, mas abandonou o conforto para ficar próximo da natureza. Como resultado, trabalha como pescador, marinheiro, estivador e camponês. Em 1927 inicia de forma autoditada a fazer pintura e desenho. Em 1943 se refugiou ao Brasil por conta da invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial, onde começou a fazer alguns trabalhos. Nesse período, portanto, ele recebe um contrato do Laboratório Roche, da Suíça, e pintou todos os portos do Brasil, do Amazonas a Santa Catarina.   Atualmente, a obra está conservada na Biblioteca Nacional, cuja sede fica no Rio de Janeiro.  Além disso, o órgão digitalizou o documento, clique aqui para ver na íntegra.

“Natal é um porto em construção, que se projetou primeiro no azul, através do movimento intenso de suas asas, ou da vida vigilante e gloriosa da sua formidável base aérea, envolvida numa atmosfera de violeta e rosa”. Essas foram as palavras que a farmacêutica Roche descreveu sobre o porto de Natal na visão de Roger Van Rogger. A imagem acima é a quinta de uma série de gravuras a falar sobre os portos brasileiros.

O pintor deste óleo sobre tela, medindo 0,65 x 0,81 cm foi deste pintor belga conhecido pelas artes voltadas para a natureza.

O pintor belga Roger Van Rogger

Antes de vir para Natal precisamos falar da história de Roger Van Rogger. Primeiramente, ele nasceu na Bélgica em 1914 e veio de uma família burguesa, mas abandonou o conforto para ficar próximo da natureza. Como resultado, trabalha como pescador, marinheiro, estivador e camponês. Em 1927 inicia de forma autoditada a fazer pintura e desenho. Em 1943 se refugiou ao Brasil por conta da invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial, onde começou a fazer alguns trabalhos.

Nesse período, portanto, ele recebe um contrato do Laboratório Roche, da Suíça, e pintou todos os portos do Brasil, do Amazonas a Santa Catarina.  

Atualmente, a obra está conservada na Biblioteca Nacional, cuja sede fica no Rio de Janeiro.  Além disso, o órgão digitalizou o documento, clique aqui para ver na íntegra.

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O Porto de Natal na visão de Roger Van Rogger

“Natal é um porto em construção, que se projetou primeiro no azul, através do movimento intenso de suas asas, ou da vida vigilante e gloriosa da sua formidável base aérea, envolvida numa atmosfera de violeta e rosa”. Essas foram as palavras que a farmacêutica Roche descreveu sobre o porto de Natal na visão de Roger Van Rogger. A imagem acima é a quinta de uma série de gravuras a falar sobre os portos brasileiros. O pintor deste óleo sobre tela, medindo 0,65 x 0,81 cm foi deste pintor belga conhecido pelas artes voltadas para a natureza. Antes de vir para Natal precisamos falar da história de Roger Van Rogger. Primeiramente, ele nasceu na Bélgica em 1914 e veio de uma família burguesa, mas abandonou o conforto para ficar próximo da natureza. Como resultado, trabalha como pescador, marinheiro, estivador e camponês. Em 1927 inicia de forma autoditada a fazer pintura e desenho. Em 1943 se refugiou ao Brasil por conta da invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial, onde começou a fazer alguns trabalhos. Nesse período, portanto, ele recebe um contrato do Laboratório Roche, da Suíça, e pintou todos os portos do Brasil, do Amazonas a Santa Catarina.   Atualmente, a obra está conservada na Biblioteca Nacional, cuja sede fica no Rio de Janeiro.  Além disso, o órgão digitalizou o documento, clique aqui para ver na íntegra.

“Natal é um porto em construção, que se projetou primeiro no azul, através do movimento intenso de suas asas, ou da vida vigilante e gloriosa da sua formidável base aérea, envolvida numa atmosfera de violeta e rosa”. Essas foram as palavras que a farmacêutica Roche descreveu sobre o porto de Natal na visão de Roger Van Rogger. A imagem acima é a quinta de uma série de gravuras a falar sobre os portos brasileiros.

O pintor deste óleo sobre tela, medindo 0,65 x 0,81 cm foi deste pintor belga conhecido pelas artes voltadas para a natureza.

O pintor belga Roger Van Rogger

Antes de vir para Natal precisamos falar da história de Roger Van Rogger. Primeiramente, ele nasceu na Bélgica em 1914 e veio de uma família burguesa, mas abandonou o conforto para ficar próximo da natureza. Como resultado, trabalha como pescador, marinheiro, estivador e camponês. Em 1927 inicia de forma autoditada a fazer pintura e desenho. Em 1943 se refugiou ao Brasil por conta da invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial, onde começou a fazer alguns trabalhos.

Nesse período, portanto, ele recebe um contrato do Laboratório Roche, da Suíça, e pintou todos os portos do Brasil, do Amazonas a Santa Catarina.  

Atualmente, a obra está conservada na Biblioteca Nacional, cuja sede fica no Rio de Janeiro.  Além disso, o órgão digitalizou o documento, clique aqui para ver na íntegra.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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