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Cinco trans brasileiras que ajudaram na militância LGBT

Ser transgênero em um dos país que mais mata pessoas apresentando característica já é difícil, mas no século XX os problemas eram elevados a quinta potência. Mas, teve mulheres que não desistiram e lutaram de frente contra o preconceito, inclusive chegaram a morrer por essa causa. Recentemente, o Buzz Feed colocou uma lista de trans gringas que ajudaram na militância LGBT, mas também lembrei que tinha algumas trans. Algumas vivas e outras não, que foram pioneiras na luta e no combate ao preconceito, aonde na televisão eram consideradas figuras “estranhas” e estavam desde cedo lutando pela igualdade, mais facilidades para mudança de documentos, cirurgias de designação sexual e também direito para algum trabalho, visto que eram só vistas como artistas de teatro, música e performance ou entrava na prostituição. Infelizmente, não temos muitas biografias de trans pioneiras na militância, mas é bastante valorizada principalmente em reportagens de jornalismo gonzo. Confira a lista a seguir:

Ser transgênero em um dos país que mais mata pessoas apresentando característica já é difícil, mas no século XX os problemas eram elevados a quinta potência. Mas, teve mulheres que não desistiram e lutaram de frente contra o preconceito, inclusive chegaram a morrer por essa causa.

Recentemente, o Buzz Feed colocou uma lista de trans gringas que ajudaram na militância LGBT, mas também lembrei que tinha algumas trans.

Algumas vivas e outras não, que foram pioneiras na luta e no combate ao preconceito, aonde na televisão eram consideradas figuras “estranhas” e estavam desde cedo lutando pela igualdade, mais facilidades para mudança de documentos, cirurgias de designação sexual e também direito para algum trabalho, visto que eram só vistas como artistas de teatro, música e performance ou entrava na prostituição.

Infelizmente, não temos muitas biografias de trans pioneiras na militância, mas é bastante valorizada principalmente em reportagens de jornalismo gonzo.

Confira a lista a seguir:

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Ser transgênero em um dos país que mais mata pessoas apresentando característica já é difícil, mas no século XX os problemas eram elevados a quinta potência. Mas, teve mulheres que não desistiram e lutaram de frente contra o preconceito, inclusive chegaram a morrer por essa causa. Recentemente, o Buzz Feed colocou uma lista de trans gringas que ajudaram na militância LGBT, mas também lembrei que tinha algumas trans. Algumas vivas e outras não, que foram pioneiras na luta e no combate ao preconceito, aonde na televisão eram consideradas figuras “estranhas” e estavam desde cedo lutando pela igualdade, mais facilidades para mudança de documentos, cirurgias de designação sexual e também direito para algum trabalho, visto que eram só vistas como artistas de teatro, música e performance ou entrava na prostituição. Infelizmente, não temos muitas biografias de trans pioneiras na militância, mas é bastante valorizada principalmente em reportagens de jornalismo gonzo. Confira a lista a seguir:

Ser transgênero em um dos país que mais mata pessoas apresentando característica já é difícil, mas no século XX os problemas eram elevados a quinta potência. Mas, teve mulheres que não desistiram e lutaram de frente contra o preconceito, inclusive chegaram a morrer por essa causa.

Recentemente, o Buzz Feed colocou uma lista de trans gringas que ajudaram na militância LGBT, mas também lembrei que tinha algumas trans.

Algumas vivas e outras não, que foram pioneiras na luta e no combate ao preconceito, aonde na televisão eram consideradas figuras “estranhas” e estavam desde cedo lutando pela igualdade, mais facilidades para mudança de documentos, cirurgias de designação sexual e também direito para algum trabalho, visto que eram só vistas como artistas de teatro, música e performance ou entrava na prostituição.

Infelizmente, não temos muitas biografias de trans pioneiras na militância, mas é bastante valorizada principalmente em reportagens de jornalismo gonzo.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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