Brechando quer saber: Qual foi o seu pior primeiro encontro?

Alguém que ler o blog está solteiro? Mesmo que estivesse namorado, este post vai fazer você se identificar. Todo mundo tem uma história engraçada, bizarra, vergonhosa ou desastrada de um primeiro encontro. Atire a primeira pedra quem não teve.

Na maioria das vezes, queremos esquecer e, no máximo, contar para as amigas. Recentemente, viralizou uma tag no Twitter chamado #DateRuim, no qual vários internautas compartilharam as suas loucuras e frustrações para encontrar a metade de sua laranja.

Mas, o Brechando quer saber se natalenses e potiguares de outro municípios também passaram perrengue no famigerado primeiro encontro.

Com certeza, esses encontros pioraram principalmente com o crescimento de uso de aplicativos, como o Tinder. Todo mundo já teve um encontro ruim. A pessoa não era exatamente como nas fotos, a personalidade dela era diferente ao vivo, o papo não fluiu, o beijo não foi bom ou a cerveja do bar estava quente. Não importa. Se é para sofrer, vamos sofrer juntos.

Como faço para desabafar? Primeiramente, garantimos o sigilo, você pode assinar com um pseudônimo, caso tenha vergonha de assumir os seus pecados ou da pessoa que ajudou neste momento constrangedor.

 

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As melhores respostas coletadas no formulário serão postadas no dia dos namorados, 12 de junho. Como falamos anteriormente, o sigilo é absoluto.

Fitas k7 estão voltando aos poucos

Eu sempre gostei de coisas antigas. Coleciono máquinas fotográficas analógicas e também vinis. Agora pode ter mais uma coisa hipster e descolada na minha coleção, pois gravadoras estão investindo na moda da fita cassete ou k7.

Toda criança dos anos 80 e 90 já usou estas fitinhas para escutar no walkman, gravar suas besteiras em um gravador, ouvir naquele Tempra do seu pai e dentre outras coisas. Antigamente, as k7 eram ótimas para gravar aquele vinil que você não tinha dinheiro para comprar, mas queria ouvir mesmo assim, ou espalhar um som bacana de forma mais fácil, nos tempos que o mp3 ainda não existia.

Hoje, elas são utilizadas para distribuição de gravações religiosas ou produtoras que ainda trabalham com os meios analógicos.

No Brasil, as lojas de K7 estão aparecendo aos poucos, principalmente em São Paulo. Mas, nas cidades, como Los Angeles, já tem lojas especializadas no assunto.

A brasileira Hearts Bleed Blue, conhecida pela sigla HBB, selo paulista está fazendo, por exemplo.

Nos Estados Unidos, eles podem custar em torno de 41 reais. Ou seja, um hobby muito caro para colecionar.

Percebendo que artistas como Eminem, Justin Bieber e Kanye West estão gravando seu material através das cassetes, eles também colocaram alguns EPs de seus artistas nesse formato. Dentro do catálogo, inclui os trabalhos das bandas Water Rats, Ugly By Nature e Acidental.

O resultado veio junto com a reforma do site da loja da gravadora. “A ideia de lançar os EPs em K7 surgiu devido à possibilidade de fazer tiragens baixas, já que cada EP tem somente duas faixas. Foi legal utilizar esse formato, que novamente, aos poucos, está ganhando novos admiradores”, conta Alexandre M., vocalista do Acidental.

Outro grupo da gravadora que apostou no antigo formato foi o Water Rats, que acaba de lançar o EP “Hellway to High” e o recente álbum “Year 3000” em fita cassete.

Ainda é possível encontrar na loja da HBB a K7 do disco de estreia da banda, “Ugly By Nature”. Os preços das fitas custam, cada uma, 39 reais.

K7s vendidas pela HBB

Por enquanto, nenhuma banda local ainda aderiu esta ideia. Mas, vamos ver o que vai rolar.

Para quem nasceu nos 2000 e não sabe do que estou falando, a fita cassete era uma fita magnética que gravava áudio e a mesma fica dentro de um comartilhamento de plástico. Assim como nos vinis, ela tem o lado A e B. A fita fica em dois carretéis, que fica dentro de uma caixa plástica. A intenção é quando colocar a caixa dentro do toca-fita que ativa o mecanismo de movimento, levando um carretel para o outro.

Quando acaba, o que faz? Alguns toca-fitas tem um botão para rebobinar, que faz com que a fita volte ao ponto de origem. Mas tem gente que utilizava a caneta ou dedo e girava os carreteis manualmente. Escolha a sua tática!