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Escola particular promove ação contra bullying

Para as pessoas que sofreram bullying, a escola sempre vai deixar marcas, conforme falamos nesta matéria. Recentemente, um colégio privado de Natal foi condenado a pagar uma indenização ao jovem por racismo. Mas, cadê as ações dos colégios particulares? Por que pergunto isso? A maioria dos casos acontecem são em instituições mais elitistas, segundo o IBGE, no ano passado, que 46,6% dos alunos entrevistados diz que já sofreu algum tipo de bullying e se sentiu humilhado por colegas da escola. Desse número, 39,2% afirmou que se sentiu humilhado às vezes ou raramente e 7,4% disseram que essa humilhação acontece com frequência e entre os principais motivos está a aparência. Comparando a pesquisa anterior, feita em 2012, o número de casos de alunos que relataram já ter se sentido assim no colégio aumentou. Em 2015, eram 46,6% dos alunos. Em 2012, eram 35,3%. Recentemente, eu recebi uma sugestão de pauta da assessoria dos colégios Salesianos em Natal, no qual as duas instituições de ensino (São José e Dom Bosco) promovem, respectivamente, nos dias 30 e 31 de janeiro, a apresentação do projeto “Escola sem Bullyng” e para enfatizar a importância da participação dos pais na escola. A programação começará na terça-feira (30), no Salesiano São José, a partir das 18h30. Já na quarta-feira (31), ocorrerá no Salesiano Dom Bosco, em Parnamirim, a partir das 19h. O acesso será permitido para os pais dos alunos de forma gratuita. A implementação do projeto Escola Sem Bullying será feita pela empresa curitibana Abrace Programas Preventivos, especializada em prevenção de bullying, assédio…

Para as pessoas que sofreram bullying, a escola sempre vai deixar marcas, conforme falamos nesta matéria. Recentemente, um colégio privado de Natal foi condenado a pagar uma indenização ao jovem por racismo. Mas, cadê as ações dos colégios particulares? Por que pergunto isso? A maioria dos casos acontecem são em instituições mais elitistas, segundo o IBGE, no ano passado, que 46,6% dos alunos entrevistados diz que já sofreu algum tipo de bullying e se sentiu humilhado por colegas da escola.

Desse número, 39,2% afirmou que se sentiu humilhado às vezes ou raramente e 7,4% disseram que essa humilhação acontece com frequência e entre os principais motivos está a aparência. Comparando a pesquisa anterior, feita em 2012, o número de casos de alunos que relataram já ter se sentido assim no colégio aumentou. Em 2015, eram 46,6% dos alunos. Em 2012, eram 35,3%.

Recentemente, eu recebi uma sugestão de pauta da assessoria dos colégios Salesianos em Natal, no qual as duas instituições de ensino (São José e Dom Bosco) promovem, respectivamente, nos dias 30 e 31 de janeiro, a apresentação do projeto “Escola sem Bullyng” e para enfatizar a importância da participação dos pais na escola.

A programação começará na terça-feira (30), no Salesiano São José, a partir das 18h30. Já na quarta-feira (31), ocorrerá no Salesiano Dom Bosco, em Parnamirim, a partir das 19h. O acesso será permitido para os pais dos alunos de forma gratuita.

A implementação do projeto Escola Sem Bullying será feita pela empresa curitibana Abrace Programas Preventivos, especializada em prevenção de bullying, assédio moral e promoção da vida, que auxilia escolas e instituições de ensino na criação e aplicação de projetos que enfatizem essencialmente a prevenção da violência escolar, e promovam saúde socioemocional. A consultoria é referência no segmento, e hoje, a instituição é responsável pelas ações da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e outras Formas de Violência, no Congresso Nacional.

Projeto acontece nos Salesianos

Pesquisas realizadas pela Abrace no ano de 2015 apresentaram outro número alarmante.

Aproximadamente 43% dos alunos de instituições de ensino particular estavam envolvidos em casos de bullying. E para combater esses números a empresa irá desenvolver ao longo de todo o ano de 2018 a formação dos profissionais das duas unidades, capacitando professores e funcionários para agirem de maneira efetiva diante do problema. Por meio de uma abordagem pedagógica leve e instrutiva, utilizando a metodologia do maior programa de combate ao bullying do mundo, e utilizada pela “Escola sem Bullyng, o “Olweus Bullying Prevention Program”.

O projeto é feito de maneira interdisciplinar, combatendo a questão em diferentes frentes. Com uma grade que inclui pesquisas para medição do índice de bullying escolar, cursos de capacitação, palestras para alunos e pais, planos de aula, livros paradidáticos exclusivos, auxílio na criação de políticas pedagógicas de prevenção, disponibilização de aplicativo para combater o cyberbullying e apoio na intervenção e mediação de casos de bullying.

Esperamos que outros colégios façam ações similares e que os Salesianos utilizam isso de forma de verdadeira e sem marketing. Adoraríamos que a assessoria de imprensa divulgasse os dados sobre os efeitos que o projeto causou na vida escolar dos alunos.

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Escola particular promove ação contra bullying

Para as pessoas que sofreram bullying, a escola sempre vai deixar marcas, conforme falamos nesta matéria. Recentemente, um colégio privado de Natal foi condenado a pagar uma indenização ao jovem por racismo. Mas, cadê as ações dos colégios particulares? Por que pergunto isso? A maioria dos casos acontecem são em instituições mais elitistas, segundo o IBGE, no ano passado, que 46,6% dos alunos entrevistados diz que já sofreu algum tipo de bullying e se sentiu humilhado por colegas da escola. Desse número, 39,2% afirmou que se sentiu humilhado às vezes ou raramente e 7,4% disseram que essa humilhação acontece com frequência e entre os principais motivos está a aparência. Comparando a pesquisa anterior, feita em 2012, o número de casos de alunos que relataram já ter se sentido assim no colégio aumentou. Em 2015, eram 46,6% dos alunos. Em 2012, eram 35,3%. Recentemente, eu recebi uma sugestão de pauta da assessoria dos colégios Salesianos em Natal, no qual as duas instituições de ensino (São José e Dom Bosco) promovem, respectivamente, nos dias 30 e 31 de janeiro, a apresentação do projeto “Escola sem Bullyng” e para enfatizar a importância da participação dos pais na escola. A programação começará na terça-feira (30), no Salesiano São José, a partir das 18h30. Já na quarta-feira (31), ocorrerá no Salesiano Dom Bosco, em Parnamirim, a partir das 19h. O acesso será permitido para os pais dos alunos de forma gratuita. A implementação do projeto Escola Sem Bullying será feita pela empresa curitibana Abrace Programas Preventivos, especializada em prevenção de bullying, assédio…

Para as pessoas que sofreram bullying, a escola sempre vai deixar marcas, conforme falamos nesta matéria. Recentemente, um colégio privado de Natal foi condenado a pagar uma indenização ao jovem por racismo. Mas, cadê as ações dos colégios particulares? Por que pergunto isso? A maioria dos casos acontecem são em instituições mais elitistas, segundo o IBGE, no ano passado, que 46,6% dos alunos entrevistados diz que já sofreu algum tipo de bullying e se sentiu humilhado por colegas da escola.

Desse número, 39,2% afirmou que se sentiu humilhado às vezes ou raramente e 7,4% disseram que essa humilhação acontece com frequência e entre os principais motivos está a aparência. Comparando a pesquisa anterior, feita em 2012, o número de casos de alunos que relataram já ter se sentido assim no colégio aumentou. Em 2015, eram 46,6% dos alunos. Em 2012, eram 35,3%.

Recentemente, eu recebi uma sugestão de pauta da assessoria dos colégios Salesianos em Natal, no qual as duas instituições de ensino (São José e Dom Bosco) promovem, respectivamente, nos dias 30 e 31 de janeiro, a apresentação do projeto “Escola sem Bullyng” e para enfatizar a importância da participação dos pais na escola.

A programação começará na terça-feira (30), no Salesiano São José, a partir das 18h30. Já na quarta-feira (31), ocorrerá no Salesiano Dom Bosco, em Parnamirim, a partir das 19h. O acesso será permitido para os pais dos alunos de forma gratuita.

A implementação do projeto Escola Sem Bullying será feita pela empresa curitibana Abrace Programas Preventivos, especializada em prevenção de bullying, assédio moral e promoção da vida, que auxilia escolas e instituições de ensino na criação e aplicação de projetos que enfatizem essencialmente a prevenção da violência escolar, e promovam saúde socioemocional. A consultoria é referência no segmento, e hoje, a instituição é responsável pelas ações da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e outras Formas de Violência, no Congresso Nacional.

Projeto acontece nos Salesianos

Pesquisas realizadas pela Abrace no ano de 2015 apresentaram outro número alarmante.

Aproximadamente 43% dos alunos de instituições de ensino particular estavam envolvidos em casos de bullying. E para combater esses números a empresa irá desenvolver ao longo de todo o ano de 2018 a formação dos profissionais das duas unidades, capacitando professores e funcionários para agirem de maneira efetiva diante do problema. Por meio de uma abordagem pedagógica leve e instrutiva, utilizando a metodologia do maior programa de combate ao bullying do mundo, e utilizada pela “Escola sem Bullyng, o “Olweus Bullying Prevention Program”.

O projeto é feito de maneira interdisciplinar, combatendo a questão em diferentes frentes. Com uma grade que inclui pesquisas para medição do índice de bullying escolar, cursos de capacitação, palestras para alunos e pais, planos de aula, livros paradidáticos exclusivos, auxílio na criação de políticas pedagógicas de prevenção, disponibilização de aplicativo para combater o cyberbullying e apoio na intervenção e mediação de casos de bullying.

Esperamos que outros colégios façam ações similares e que os Salesianos utilizam isso de forma de verdadeira e sem marketing. Adoraríamos que a assessoria de imprensa divulgasse os dados sobre os efeitos que o projeto causou na vida escolar dos alunos.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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