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Segurança agride cliente mulher após lhe confundir com homem

Foto: Google Maps A atriz Lúcia Koch Freire relatou, a partir de seu perfil no Facebook, que foi agredida por um segurança no bar Casanova, conhecido pelo público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).  A agressão aconteceu neste sábado (17), quando ela com os amigos na entrada do bar e teve um desentendimento com um dos seguranças por conta de um cigarro. Após questionar a grosseria do segurança pelo fato de uma das amigas da atriz ter acendido o cigarro, Lúcia e um amigo foram agredidos pelo segurança. “Tentamos diálogo com a administração da casa, mas além de impossibilitarem a conversa – pasmem – foram bem enfáticos em afirmar que o Casanova Ecobar não é um espaço LGBT e sim “aberto ao público em geral”. E o agressor em nenhum momento se desculpou mas, tentando se justificar, DISSE QUE SÓ ME AGREDIU PORQUE EU “PAREÇO UM MENINO””, afirmou em um dos trechos da postagem. Ou seja, o segurança disse à Lúcia que só a agrediu pois pensava que era um rapaz. O depoimento dela pode ser lido a seguir: Procurada pelo blog, a atriz comentou que esta não é a primeira vez que sofre descriminação por conta de sua aparência. “Esse tipo de preconceito e violência eu já vivi anteriormente em diferente fases da minha vida”. O Brechando também entrou em contato com a equipe do Casanova, que prontamente respondeu e disse que já procurou a cliente para “tomar todas as medidas cabíveis”. “A casa está conversando diretamente com ela, na tentativa de tomar todas as…

Foto: Google Maps

A atriz Lúcia Koch Freire relatou, a partir de seu perfil no Facebook, que foi agredida por um segurança no bar Casanova, conhecido pelo público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).  A agressão aconteceu neste sábado (17), quando ela com os amigos na entrada do bar e teve um desentendimento com um dos seguranças por conta de um cigarro.

Após questionar a grosseria do segurança pelo fato de uma das amigas da atriz ter acendido o cigarro, Lúcia e um amigo foram agredidos pelo segurança. “Tentamos diálogo com a administração da casa, mas além de impossibilitarem a conversa – pasmem – foram bem enfáticos em afirmar que o Casanova Ecobar não é um espaço LGBT e sim “aberto ao público em geral”. E o agressor em nenhum momento se desculpou mas, tentando se justificar, DISSE QUE SÓ ME AGREDIU PORQUE EU “PAREÇO UM MENINO””, afirmou em um dos trechos da postagem.

Ou seja, o segurança disse à Lúcia que só a agrediu pois pensava que era um rapaz.

O depoimento dela pode ser lido a seguir:

Procurada pelo blog, a atriz comentou que esta não é a primeira vez que sofre descriminação por conta de sua aparência. “Esse tipo de preconceito e violência eu já vivi anteriormente em diferente fases da minha vida”.

O Brechando também entrou em contato com a equipe do Casanova, que prontamente respondeu e disse que já procurou a cliente para “tomar todas as medidas cabíveis”.

“A casa está conversando diretamente com ela, na tentativa de tomar todas as medidas cabíveis, já que pregamos direito de igualdade e respeito em todos os sentidos. Se qualquer funcionário da casa errou ou não, iremos sim responder por ele, e tentar corrigir qualquer falha nossa, sempre”, comentou.

Lúcia confirmou a procura e independente do que for conversado entre o bar, ela pretende processar o estabelecimento.

Esta não é a primeira vez que o bar, localizado na Avenida Senador Salgado Filho, passa por problemas com os clientes. Eles já foram acusados em outros momentos por LGBTfobia.

O bar foi criado em 2010 com a proposta e o compromisso de ser uma empresa focada na sustentabilidade ambiental. Além disso ficou conhecido pelas festas temáticas realizadas sempre na sexta e nos sábados, no qual muitas pessoas do LGBT frequentam. De acordo com a descrição da página no Facebook, “naturalmente que entretenimento de qualidade e sustentabilidade podem e devem caminhar juntos. Sejam todos bem vindos”.

 

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Segurança agride cliente mulher após lhe confundir com homem

Foto: Google Maps A atriz Lúcia Koch Freire relatou, a partir de seu perfil no Facebook, que foi agredida por um segurança no bar Casanova, conhecido pelo público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).  A agressão aconteceu neste sábado (17), quando ela com os amigos na entrada do bar e teve um desentendimento com um dos seguranças por conta de um cigarro. Após questionar a grosseria do segurança pelo fato de uma das amigas da atriz ter acendido o cigarro, Lúcia e um amigo foram agredidos pelo segurança. “Tentamos diálogo com a administração da casa, mas além de impossibilitarem a conversa – pasmem – foram bem enfáticos em afirmar que o Casanova Ecobar não é um espaço LGBT e sim “aberto ao público em geral”. E o agressor em nenhum momento se desculpou mas, tentando se justificar, DISSE QUE SÓ ME AGREDIU PORQUE EU “PAREÇO UM MENINO””, afirmou em um dos trechos da postagem. Ou seja, o segurança disse à Lúcia que só a agrediu pois pensava que era um rapaz. O depoimento dela pode ser lido a seguir: Procurada pelo blog, a atriz comentou que esta não é a primeira vez que sofre descriminação por conta de sua aparência. “Esse tipo de preconceito e violência eu já vivi anteriormente em diferente fases da minha vida”. O Brechando também entrou em contato com a equipe do Casanova, que prontamente respondeu e disse que já procurou a cliente para “tomar todas as medidas cabíveis”. “A casa está conversando diretamente com ela, na tentativa de tomar todas as…

Foto: Google Maps

A atriz Lúcia Koch Freire relatou, a partir de seu perfil no Facebook, que foi agredida por um segurança no bar Casanova, conhecido pelo público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).  A agressão aconteceu neste sábado (17), quando ela com os amigos na entrada do bar e teve um desentendimento com um dos seguranças por conta de um cigarro.

Após questionar a grosseria do segurança pelo fato de uma das amigas da atriz ter acendido o cigarro, Lúcia e um amigo foram agredidos pelo segurança. “Tentamos diálogo com a administração da casa, mas além de impossibilitarem a conversa – pasmem – foram bem enfáticos em afirmar que o Casanova Ecobar não é um espaço LGBT e sim “aberto ao público em geral”. E o agressor em nenhum momento se desculpou mas, tentando se justificar, DISSE QUE SÓ ME AGREDIU PORQUE EU “PAREÇO UM MENINO””, afirmou em um dos trechos da postagem.

Ou seja, o segurança disse à Lúcia que só a agrediu pois pensava que era um rapaz.

O depoimento dela pode ser lido a seguir:

Procurada pelo blog, a atriz comentou que esta não é a primeira vez que sofre descriminação por conta de sua aparência. “Esse tipo de preconceito e violência eu já vivi anteriormente em diferente fases da minha vida”.

O Brechando também entrou em contato com a equipe do Casanova, que prontamente respondeu e disse que já procurou a cliente para “tomar todas as medidas cabíveis”.

“A casa está conversando diretamente com ela, na tentativa de tomar todas as medidas cabíveis, já que pregamos direito de igualdade e respeito em todos os sentidos. Se qualquer funcionário da casa errou ou não, iremos sim responder por ele, e tentar corrigir qualquer falha nossa, sempre”, comentou.

Lúcia confirmou a procura e independente do que for conversado entre o bar, ela pretende processar o estabelecimento.

Esta não é a primeira vez que o bar, localizado na Avenida Senador Salgado Filho, passa por problemas com os clientes. Eles já foram acusados em outros momentos por LGBTfobia.

O bar foi criado em 2010 com a proposta e o compromisso de ser uma empresa focada na sustentabilidade ambiental. Além disso ficou conhecido pelas festas temáticas realizadas sempre na sexta e nos sábados, no qual muitas pessoas do LGBT frequentam. De acordo com a descrição da página no Facebook, “naturalmente que entretenimento de qualidade e sustentabilidade podem e devem caminhar juntos. Sejam todos bem vindos”.

 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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