Início / brechadas / Em 88, Fundação José Augusto proibiu metal em uma feira

Em 88, Fundação José Augusto proibiu metal em uma feira

Achamos uma matéria no qual vimos que a Fundação José Augusto realizou um boicote aos shows de metal numa Feira de Sebos. Saiba mais no Brechando!

O lead do Diário de Natal sobre o fato que a Fundação José Augusto proibiu o heavy metal disse:

“Boicote da Fundação José Augusto aos conjuntos de rock em Natal”. Assim definiu ontem o tesoureiro da Associação dos Sebos de Natal, José Abimael, na 2ª Feira de Sebos, na Praça André de Albuquerque, Cidade Alta, à atitude da FJA acusando um dos assessores daquele órgão cultural, o músico Babal, de colocar uma série de dificuldades para liberar uma bateria necessária para as apresentações de vários conjuntos – punk, heavy metal, hardcore, de Natal, estavam programadas para se apresentar a partir das 19 horas, quando fariam uma homenagem póstuma ao jovem roqueiro de Natal, Edu Heavy, hoje símbolo das várias correntes do rock natalense, mas faltava bateria.

O Abimael citado na matéria é hoje proprietário de um dos sebos da cidade mais tradicionais, o Sebo Vermelho. Já o Babal mencionado é um dos compositores e músicos famosos do estado. Na época, a falta de promessa da bateria chegou a uma briga que quase levou a agressão física.

O Edu Heavy que mencionaram na matéria era o guitarrista da banda Sodoma e filho de Luiz Maria Alves, editor-chefe do Diário de Natal.

Edu Heavy em primeiro plano a esquerda com a banda Sodoma

Além disso, a Fundação José Augusto também não trouxe cavaletes para os expositores.

Mesmo com o boicote da Fundação José Augusto ao metal, a Feira bombou

Apesar do roçoio por conta das bandas de heavy metal, a feira, que estava em seu segundo ano consecutivo, foi um tremendo sucesso e muitas pessoas visitando os pontos de venda. Além disso, a organização comentou que os recursos vindos da Prefeitura Municipal foram cumpridos.

“Marize Castro disse a mim que a Fundação poderia pagar o aluguel do som, que é de 450 mil cruzeiros (moeda da época), mas acabou entrando apenas 50 mil”, disse Abimael na época.

A reportagem em questão coletei no site Diário do Natal, assim como a foto de destaque acima do título.

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Em 88, Fundação José Augusto proibiu metal em uma feira

Achamos uma matéria no qual vimos que a Fundação José Augusto realizou um boicote aos shows de metal numa Feira de Sebos. Saiba mais no Brechando!

O lead do Diário de Natal sobre o fato que a Fundação José Augusto proibiu o heavy metal disse:

“Boicote da Fundação José Augusto aos conjuntos de rock em Natal”. Assim definiu ontem o tesoureiro da Associação dos Sebos de Natal, José Abimael, na 2ª Feira de Sebos, na Praça André de Albuquerque, Cidade Alta, à atitude da FJA acusando um dos assessores daquele órgão cultural, o músico Babal, de colocar uma série de dificuldades para liberar uma bateria necessária para as apresentações de vários conjuntos – punk, heavy metal, hardcore, de Natal, estavam programadas para se apresentar a partir das 19 horas, quando fariam uma homenagem póstuma ao jovem roqueiro de Natal, Edu Heavy, hoje símbolo das várias correntes do rock natalense, mas faltava bateria.

O Abimael citado na matéria é hoje proprietário de um dos sebos da cidade mais tradicionais, o Sebo Vermelho. Já o Babal mencionado é um dos compositores e músicos famosos do estado. Na época, a falta de promessa da bateria chegou a uma briga que quase levou a agressão física.

O Edu Heavy que mencionaram na matéria era o guitarrista da banda Sodoma e filho de Luiz Maria Alves, editor-chefe do Diário de Natal.

Edu Heavy em primeiro plano a esquerda com a banda Sodoma

Além disso, a Fundação José Augusto também não trouxe cavaletes para os expositores.

Mesmo com o boicote da Fundação José Augusto ao metal, a Feira bombou

Apesar do roçoio por conta das bandas de heavy metal, a feira, que estava em seu segundo ano consecutivo, foi um tremendo sucesso e muitas pessoas visitando os pontos de venda. Além disso, a organização comentou que os recursos vindos da Prefeitura Municipal foram cumpridos.

“Marize Castro disse a mim que a Fundação poderia pagar o aluguel do som, que é de 450 mil cruzeiros (moeda da época), mas acabou entrando apenas 50 mil”, disse Abimael na época.

A reportagem em questão coletei no site Diário do Natal, assim como a foto de destaque acima do título.

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

Clique aqui para saber mais. 

Arquivo

Arquivos

Arquivo

março 2023
S T Q Q S S D
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  
Arquivos

Jornalismo Gonzo desenvolvido desde 2015 no Rio Grande do Norte. Layout desenvolvido por Lara Paiva. Todos os direitos reservados.