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Quilombolas contabilizados no Censo 2022

Quilombolas contabilizados no Censo 2022 No Rio Grande do Norte, por exemplo, a chefia do IBGE fez uma reportagem especial de Capoeiras, um quilombola fundado por escravos do Engenho Torto e que já falamos um pouco no Brechando, visto que se transformou em documentário. De acordo com a assessoria de imprensa do IBGE, a pesquisa conta com a coleta dos 38 recenseadores treinados para trabalhar nessas áreas no RN. Além disso, haverá a possibilidade de informar a qual comunidade a família pertence. Em Capoeiras, o estudante de Educação Física João Neto (foto acima), de 36 anos, é o responsável pelas entrevistas do Censo. Ele mora no local e se considera quilombola. “Agora a gente tá tendo essa oportunidade de saber quantos somos, como vivemos e a quantidade de famílias que temos aqui. É uma expectativa enorme não só para mim, e pros que moram na comunidade”, declarou o recenseador. Quilombolas no Censo 2022 também será contado em outros estados Pela primeira vez na história, os povos quilombolas serão incluídos no Censo Demográfico. Um levantamento prévio realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou 5.972 localidades quilombolas e 2.308 agrupamentos quilombolas – aqueles em que há 15 ou mais pessoas residindo em um ou mais domicílios próximos e nos quais as pessoas estabelecem laços de parentescos ou comunitários. Entre agosto e novembro, os recenseadores vão visitar os locais previamente mapeados para produzir um retrato inédito da realidade dos quilombolas e de suas comunidades. De acordo com o IBGE, a pesquisa mostrará como vive essa parcela…

Quilombolas contabilizados no Censo 2022

Quilombolas contabilizados no Censo 2022

No Rio Grande do Norte, por exemplo, a chefia do IBGE fez uma reportagem especial de Capoeiras, um quilombola fundado por escravos do Engenho Torto e que já falamos um pouco no Brechando, visto que se transformou em documentário.

De acordo com a assessoria de imprensa do IBGE, a pesquisa conta com a coleta dos 38 recenseadores treinados para trabalhar nessas áreas no RN. Além disso, haverá a possibilidade de informar a qual comunidade a família pertence.

Em Capoeiras, o estudante de Educação Física João Neto (foto acima), de 36 anos, é o responsável pelas entrevistas do Censo. Ele mora no local e se considera quilombola. “Agora a gente tá tendo essa oportunidade de saber quantos somos, como vivemos e a quantidade de famílias que temos aqui. É uma expectativa enorme não só para mim, e pros que moram na comunidade”, declarou o recenseador.

Quilombolas no Censo 2022 também será contado em outros estados

Pela primeira vez na história, os povos quilombolas serão incluídos no Censo Demográfico. Um levantamento prévio realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou 5.972 localidades quilombolas e 2.308 agrupamentos quilombolas – aqueles em que há 15 ou mais pessoas residindo em um ou mais domicílios próximos e nos quais as pessoas estabelecem laços de parentescos ou comunitários.

Entre agosto e novembro, os recenseadores vão visitar os locais previamente mapeados para produzir um retrato inédito da realidade dos quilombolas e de suas comunidades. De acordo com o IBGE, a pesquisa mostrará como vive essa parcela da população, suas diferentes formas de organização social e a enorme riqueza cultural que eles preservam.

Entre as preocupações do IBGE em relação à pesquisa estava fazer com que o público-alvo estivesse à vontade para respondê-la.

Como IBGE considera o Quilombola

Em respeito à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho e de forma coerente às boas práticas de produção estatística, o IBGE considera quilombola toda pessoa que se autoidentifica como quilombola, assim como sobre as pessoas ausentes no domicílio no momento do recenseamento. O recenseador perguntará “Você se considera quilombola?”. Em caso afirmativo, é feita uma segunda pergunta: “Qual é o nome da sua comunidade?”.

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Quilombolas contabilizados no Censo 2022

Quilombolas contabilizados no Censo 2022 No Rio Grande do Norte, por exemplo, a chefia do IBGE fez uma reportagem especial de Capoeiras, um quilombola fundado por escravos do Engenho Torto e que já falamos um pouco no Brechando, visto que se transformou em documentário. De acordo com a assessoria de imprensa do IBGE, a pesquisa conta com a coleta dos 38 recenseadores treinados para trabalhar nessas áreas no RN. Além disso, haverá a possibilidade de informar a qual comunidade a família pertence. Em Capoeiras, o estudante de Educação Física João Neto (foto acima), de 36 anos, é o responsável pelas entrevistas do Censo. Ele mora no local e se considera quilombola. “Agora a gente tá tendo essa oportunidade de saber quantos somos, como vivemos e a quantidade de famílias que temos aqui. É uma expectativa enorme não só para mim, e pros que moram na comunidade”, declarou o recenseador. Quilombolas no Censo 2022 também será contado em outros estados Pela primeira vez na história, os povos quilombolas serão incluídos no Censo Demográfico. Um levantamento prévio realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou 5.972 localidades quilombolas e 2.308 agrupamentos quilombolas – aqueles em que há 15 ou mais pessoas residindo em um ou mais domicílios próximos e nos quais as pessoas estabelecem laços de parentescos ou comunitários. Entre agosto e novembro, os recenseadores vão visitar os locais previamente mapeados para produzir um retrato inédito da realidade dos quilombolas e de suas comunidades. De acordo com o IBGE, a pesquisa mostrará como vive essa parcela…

Quilombolas contabilizados no Censo 2022

Quilombolas contabilizados no Censo 2022

No Rio Grande do Norte, por exemplo, a chefia do IBGE fez uma reportagem especial de Capoeiras, um quilombola fundado por escravos do Engenho Torto e que já falamos um pouco no Brechando, visto que se transformou em documentário.

De acordo com a assessoria de imprensa do IBGE, a pesquisa conta com a coleta dos 38 recenseadores treinados para trabalhar nessas áreas no RN. Além disso, haverá a possibilidade de informar a qual comunidade a família pertence.

Em Capoeiras, o estudante de Educação Física João Neto (foto acima), de 36 anos, é o responsável pelas entrevistas do Censo. Ele mora no local e se considera quilombola. “Agora a gente tá tendo essa oportunidade de saber quantos somos, como vivemos e a quantidade de famílias que temos aqui. É uma expectativa enorme não só para mim, e pros que moram na comunidade”, declarou o recenseador.

Quilombolas no Censo 2022 também será contado em outros estados

Pela primeira vez na história, os povos quilombolas serão incluídos no Censo Demográfico. Um levantamento prévio realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou 5.972 localidades quilombolas e 2.308 agrupamentos quilombolas – aqueles em que há 15 ou mais pessoas residindo em um ou mais domicílios próximos e nos quais as pessoas estabelecem laços de parentescos ou comunitários.

Entre agosto e novembro, os recenseadores vão visitar os locais previamente mapeados para produzir um retrato inédito da realidade dos quilombolas e de suas comunidades. De acordo com o IBGE, a pesquisa mostrará como vive essa parcela da população, suas diferentes formas de organização social e a enorme riqueza cultural que eles preservam.

Entre as preocupações do IBGE em relação à pesquisa estava fazer com que o público-alvo estivesse à vontade para respondê-la.

Como IBGE considera o Quilombola

Em respeito à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho e de forma coerente às boas práticas de produção estatística, o IBGE considera quilombola toda pessoa que se autoidentifica como quilombola, assim como sobre as pessoas ausentes no domicílio no momento do recenseamento. O recenseador perguntará “Você se considera quilombola?”. Em caso afirmativo, é feita uma segunda pergunta: “Qual é o nome da sua comunidade?”.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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