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Achamos o registro mais antigo da Balsa para Redinha

Para chegar à Praia da Redinha, antes tinha a balsa, caso quisesse fugir do caótico trânsito da Ponte de Igapó ou viajar de trem. Havia uma outra opção: a balsa, que era o caminho mais charmoso e bastante requisitado pelos turistas. Como fazia a travessia? O primeiro passo para chegar na embarcação era chegar ao bairro de Santos Reis, em seguida pagava uma certa quantia (dependendo de que tipo de carro estava locomovendo) e finalmente entrava na balsa. Os pedestres, que utilizava a balsa como transporte, não pagava e muita gente que trabalhava ou estudava na Ribeira e Cidade Alta faziam bastante, uma vez que o trem poderia demorar. A imagem acima mostra o registro mais antigo da balsa da última praia urbana de Natal, no sentido norte. A imagem é da década de 60. Também achamos trechos de algumas reportagens deste período, que você pode ver a seguir. Como funcionara o caminho As embarcações, construídas de forma rústica, atravessavam todo o rio Potengi. Além disso, lá, o usuário da balsa poderia ver as belas paisagens da capital potiguar, o manguezal e entre outras coisas. Era o principal forma de acesso dos bugres para as Dunas do Litoral Norte, principalmente a praia de Genipabu. Não funcionava durante a noite, só quando tinha a presença do sol. Por que ela está inativa? Após o fim da travessia, o turista chegava na Praia da Redinha. O trajeto durava em torno de 20 minutos e evitava pegar o forte trânsito da ponte de Igapó, que é um problema até…

Para chegar à Praia da Redinha, antes tinha a balsa, caso quisesse fugir do caótico trânsito da Ponte de Igapó ou viajar de trem. Havia uma outra opção: a balsa, que era o caminho mais charmoso e bastante requisitado pelos turistas. Como fazia a travessia?

O primeiro passo para chegar na embarcação era chegar ao bairro de Santos Reis, em seguida pagava uma certa quantia (dependendo de que tipo de carro estava locomovendo) e finalmente entrava na balsa. Os pedestres, que utilizava a balsa como transporte, não pagava e muita gente que trabalhava ou estudava na Ribeira e Cidade Alta faziam bastante, uma vez que o trem poderia demorar.

A imagem acima mostra o registro mais antigo da balsa da última praia urbana de Natal, no sentido norte. A imagem é da década de 60. Também achamos trechos de algumas reportagens deste período, que você pode ver a seguir.

Como funcionara o caminho

As embarcações, construídas de forma rústica, atravessavam todo o rio Potengi. Além disso, lá, o usuário da balsa poderia ver as belas paisagens da capital potiguar, o manguezal e entre outras coisas. Era o principal forma de acesso dos bugres para as Dunas do Litoral Norte, principalmente a praia de Genipabu.

Não funcionava durante a noite, só quando tinha a presença do sol.

Por que ela está inativa?

Após o fim da travessia, o turista chegava na Praia da Redinha. O trajeto durava em torno de 20 minutos e evitava pegar o forte trânsito da ponte de Igapó, que é um problema até hoje na cidade.

Com a inauguração da Ponte Newton Navarro, a bolsa foi desativada, portanto, em novembro de 2007.

A Ponte Newton Navarro liga os bairros da Zona Norte de Natal e os municípios do litoral norte do estado aos bairros da Zona Leste de Natal e do litoral sul, além de outras regiões da cidade passando pelo Rio Potengi. Ainda mais, devido a sua altura e imponência, logo virou atração turística.

A principal finalidade é a desobstrução do tráfego da Ponte de Igapó, melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante e a novos empreendimentos que vem se instalando na região norte, além de facilitar e, inclusive, aumentar o fluxo de turistas.

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1 Comentário

  • Aparecida Gondim

    O NATALENSE DEVERIA AONDA ATRAVESSAR O RIO POTENGI DE BARCO COMO É NO RIO DE JANEIRO E NITERÓI. A PONTE DE IGAPÓ AINDA DEVERIA EXISTIR COM PASSAGEM DO TREM COMO É EM FLORIANÓPOLIS SÇ. OBRIGADA

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Achamos o registro mais antigo da Balsa para Redinha

Para chegar à Praia da Redinha, antes tinha a balsa, caso quisesse fugir do caótico trânsito da Ponte de Igapó ou viajar de trem. Havia uma outra opção: a balsa, que era o caminho mais charmoso e bastante requisitado pelos turistas. Como fazia a travessia? O primeiro passo para chegar na embarcação era chegar ao bairro de Santos Reis, em seguida pagava uma certa quantia (dependendo de que tipo de carro estava locomovendo) e finalmente entrava na balsa. Os pedestres, que utilizava a balsa como transporte, não pagava e muita gente que trabalhava ou estudava na Ribeira e Cidade Alta faziam bastante, uma vez que o trem poderia demorar. A imagem acima mostra o registro mais antigo da balsa da última praia urbana de Natal, no sentido norte. A imagem é da década de 60. Também achamos trechos de algumas reportagens deste período, que você pode ver a seguir. Como funcionara o caminho As embarcações, construídas de forma rústica, atravessavam todo o rio Potengi. Além disso, lá, o usuário da balsa poderia ver as belas paisagens da capital potiguar, o manguezal e entre outras coisas. Era o principal forma de acesso dos bugres para as Dunas do Litoral Norte, principalmente a praia de Genipabu. Não funcionava durante a noite, só quando tinha a presença do sol. Por que ela está inativa? Após o fim da travessia, o turista chegava na Praia da Redinha. O trajeto durava em torno de 20 minutos e evitava pegar o forte trânsito da ponte de Igapó, que é um problema até…

Para chegar à Praia da Redinha, antes tinha a balsa, caso quisesse fugir do caótico trânsito da Ponte de Igapó ou viajar de trem. Havia uma outra opção: a balsa, que era o caminho mais charmoso e bastante requisitado pelos turistas. Como fazia a travessia?

O primeiro passo para chegar na embarcação era chegar ao bairro de Santos Reis, em seguida pagava uma certa quantia (dependendo de que tipo de carro estava locomovendo) e finalmente entrava na balsa. Os pedestres, que utilizava a balsa como transporte, não pagava e muita gente que trabalhava ou estudava na Ribeira e Cidade Alta faziam bastante, uma vez que o trem poderia demorar.

A imagem acima mostra o registro mais antigo da balsa da última praia urbana de Natal, no sentido norte. A imagem é da década de 60. Também achamos trechos de algumas reportagens deste período, que você pode ver a seguir.

Como funcionara o caminho

As embarcações, construídas de forma rústica, atravessavam todo o rio Potengi. Além disso, lá, o usuário da balsa poderia ver as belas paisagens da capital potiguar, o manguezal e entre outras coisas. Era o principal forma de acesso dos bugres para as Dunas do Litoral Norte, principalmente a praia de Genipabu.

Não funcionava durante a noite, só quando tinha a presença do sol.

Por que ela está inativa?

Após o fim da travessia, o turista chegava na Praia da Redinha. O trajeto durava em torno de 20 minutos e evitava pegar o forte trânsito da ponte de Igapó, que é um problema até hoje na cidade.

Com a inauguração da Ponte Newton Navarro, a bolsa foi desativada, portanto, em novembro de 2007.

A Ponte Newton Navarro liga os bairros da Zona Norte de Natal e os municípios do litoral norte do estado aos bairros da Zona Leste de Natal e do litoral sul, além de outras regiões da cidade passando pelo Rio Potengi. Ainda mais, devido a sua altura e imponência, logo virou atração turística.

A principal finalidade é a desobstrução do tráfego da Ponte de Igapó, melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante e a novos empreendimentos que vem se instalando na região norte, além de facilitar e, inclusive, aumentar o fluxo de turistas.

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  • Aparecida Gondim

    O NATALENSE DEVERIA AONDA ATRAVESSAR O RIO POTENGI DE BARCO COMO É NO RIO DE JANEIRO E NITERÓI. A PONTE DE IGAPÓ AINDA DEVERIA EXISTIR COM PASSAGEM DO TREM COMO É EM FLORIANÓPOLIS SÇ. OBRIGADA

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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