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Chernobyl Bar foi a semente dos eventos alternativos em Natal

Se você vai aos shows de rock em bares alternativos da cidade nos principais pontos urbanos de Natal aconteceu principalmente nos anos 80. Antes da gente frequentar a Ribeira, Cidade Alta, Ponta Negra e qualquer área para ouvir as principais bandas potiguares, os nossos pais frequentavam a Praia do Meio. Além da Bandagália, o local abrigou vários shows de importantes bandas potiguares do rock, da música eletrônica e pop. Sem contar que os principais comícios rolavam por lá. Mas a semente dos eventos alternativos que conhecemos hoje somente surgiu por conta do Chernobyl Bar. A Ponta do Morcego é uma via bastante movimentada, com restaurantes e bares. Sendo que nos anos 80, a badalação ainda era maior. Antes, o Chaplin Recepções era uma boate bastante requisitada pela elite natlense. No entanto, o gaúcho Max Fonseca, após trabalhar em vários restaurante, em 1986 resolveu abrir o Chernobyl. O nome é uma homenagem ao acidente nuclear da Ucrânia de mesmo nome. A foto acima está o cineasta Carito Cavalcanti, na época vocalista do grupo Modus Vivendi. Como funcionava Chernobyl Frequentado pelos moradores Tirol e Petrópolis, Chernobyl funcionava em uma garagem que cabia dois carros no mesmo prédio do Café de Paris. Apesar do tamanho, o local recebia muita gente que ficava na calçada consumindo o que tinha dentro do estabelecimento, além dos shows das principais bandas de rock e lançamento de fanzines da época. “Eu colocava música ao vivo sem cobrar couvert; pagava as bandas com o consumo, que era todo concentrado no bar”, disse Max em matéria…

Se você vai aos shows de rock em bares alternativos da cidade nos principais pontos urbanos de Natal aconteceu principalmente nos anos 80. Antes da gente frequentar a Ribeira, Cidade Alta, Ponta Negra e qualquer área para ouvir as principais bandas potiguares, os nossos pais frequentavam a Praia do Meio. Além da Bandagália, o local abrigou vários shows de importantes bandas potiguares do rock, da música eletrônica e pop. Sem contar que os principais comícios rolavam por lá. Mas a semente dos eventos alternativos que conhecemos hoje somente surgiu por conta do Chernobyl Bar.

A Ponta do Morcego é uma via bastante movimentada, com restaurantes e bares. Sendo que nos anos 80, a badalação ainda era maior. Antes, o Chaplin Recepções era uma boate bastante requisitada pela elite natlense. No entanto, o gaúcho Max Fonseca, após trabalhar em vários restaurante, em 1986 resolveu abrir o Chernobyl.

O nome é uma homenagem ao acidente nuclear da Ucrânia de mesmo nome. A foto acima está o cineasta Carito Cavalcanti, na época vocalista do grupo Modus Vivendi.

Como funcionava Chernobyl

Frequentado pelos moradores Tirol e Petrópolis, Chernobyl funcionava em uma garagem que cabia dois carros no mesmo prédio do Café de Paris. Apesar do tamanho, o local recebia muita gente que ficava na calçada consumindo o que tinha dentro do estabelecimento, além dos shows das principais bandas de rock e lançamento de fanzines da época. “Eu colocava música ao vivo sem cobrar couvert; pagava as bandas com o consumo, que era todo concentrado no bar”, disse Max em matéria para Tribuna do Norte.

No fim do beco do Chernobyl eram as pedras e o mar, onde muitos ficavam nas redondezas para namorar ou ficar no famoso F1.

Além disso, o Chernobyl fechava 6h ou 7h da manhã, corriqueiramente.

Por que o Bar fechou?

De acordo com Max, em uma mesma entrevista, disse que aconteceu porque Quanto a saída de lá, o dono do Café de Paris passou o ponto pra outra pessoa e o novo proprietário queria todo o espaço. Max, saiu, e o novo dono abriu o novo Chernobyl Bar, que não deu certo.

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Chernobyl Bar foi a semente dos eventos alternativos em Natal

Se você vai aos shows de rock em bares alternativos da cidade nos principais pontos urbanos de Natal aconteceu principalmente nos anos 80. Antes da gente frequentar a Ribeira, Cidade Alta, Ponta Negra e qualquer área para ouvir as principais bandas potiguares, os nossos pais frequentavam a Praia do Meio. Além da Bandagália, o local abrigou vários shows de importantes bandas potiguares do rock, da música eletrônica e pop. Sem contar que os principais comícios rolavam por lá. Mas a semente dos eventos alternativos que conhecemos hoje somente surgiu por conta do Chernobyl Bar. A Ponta do Morcego é uma via bastante movimentada, com restaurantes e bares. Sendo que nos anos 80, a badalação ainda era maior. Antes, o Chaplin Recepções era uma boate bastante requisitada pela elite natlense. No entanto, o gaúcho Max Fonseca, após trabalhar em vários restaurante, em 1986 resolveu abrir o Chernobyl. O nome é uma homenagem ao acidente nuclear da Ucrânia de mesmo nome. A foto acima está o cineasta Carito Cavalcanti, na época vocalista do grupo Modus Vivendi. Como funcionava Chernobyl Frequentado pelos moradores Tirol e Petrópolis, Chernobyl funcionava em uma garagem que cabia dois carros no mesmo prédio do Café de Paris. Apesar do tamanho, o local recebia muita gente que ficava na calçada consumindo o que tinha dentro do estabelecimento, além dos shows das principais bandas de rock e lançamento de fanzines da época. “Eu colocava música ao vivo sem cobrar couvert; pagava as bandas com o consumo, que era todo concentrado no bar”, disse Max em matéria…

Se você vai aos shows de rock em bares alternativos da cidade nos principais pontos urbanos de Natal aconteceu principalmente nos anos 80. Antes da gente frequentar a Ribeira, Cidade Alta, Ponta Negra e qualquer área para ouvir as principais bandas potiguares, os nossos pais frequentavam a Praia do Meio. Além da Bandagália, o local abrigou vários shows de importantes bandas potiguares do rock, da música eletrônica e pop. Sem contar que os principais comícios rolavam por lá. Mas a semente dos eventos alternativos que conhecemos hoje somente surgiu por conta do Chernobyl Bar.

A Ponta do Morcego é uma via bastante movimentada, com restaurantes e bares. Sendo que nos anos 80, a badalação ainda era maior. Antes, o Chaplin Recepções era uma boate bastante requisitada pela elite natlense. No entanto, o gaúcho Max Fonseca, após trabalhar em vários restaurante, em 1986 resolveu abrir o Chernobyl.

O nome é uma homenagem ao acidente nuclear da Ucrânia de mesmo nome. A foto acima está o cineasta Carito Cavalcanti, na época vocalista do grupo Modus Vivendi.

Como funcionava Chernobyl

Frequentado pelos moradores Tirol e Petrópolis, Chernobyl funcionava em uma garagem que cabia dois carros no mesmo prédio do Café de Paris. Apesar do tamanho, o local recebia muita gente que ficava na calçada consumindo o que tinha dentro do estabelecimento, além dos shows das principais bandas de rock e lançamento de fanzines da época. “Eu colocava música ao vivo sem cobrar couvert; pagava as bandas com o consumo, que era todo concentrado no bar”, disse Max em matéria para Tribuna do Norte.

No fim do beco do Chernobyl eram as pedras e o mar, onde muitos ficavam nas redondezas para namorar ou ficar no famoso F1.

Além disso, o Chernobyl fechava 6h ou 7h da manhã, corriqueiramente.

Por que o Bar fechou?

De acordo com Max, em uma mesma entrevista, disse que aconteceu porque Quanto a saída de lá, o dono do Café de Paris passou o ponto pra outra pessoa e o novo proprietário queria todo o espaço. Max, saiu, e o novo dono abriu o novo Chernobyl Bar, que não deu certo.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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