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Conheça a banca 7ª Arte, no bairro de Cidade Alta

No meio do Centro de Natal, quanto mais ando e vejo que tem mais história da cidade, de diferentes ângulos, começando o primeiro parágrafo para falar sobre o camelódromo de Natal e a banca 7ª Arte. Entre lojas de conserto de equipamentos, bugigangas e bares com gostos duvidosos existe um box dedicado ao cinema. Era um sábado de manhã quando isto aconteceu e conseguimos pegar as últimas horas de seu funcionamento. Há mais de 20 anos, a banca traz inúmeras obras, desde o clássico da Era de Ouro até os filmes mais populares da última década. “Vocês estão gravando em Pen Drive?”, perguntava a moça enquanto chegava para ver os DVDs. De acordo com o vendedor, como boa parte da clientela era de pessoas mais velhas, muitos ainda não tem acesso a plataforma streaming muito menos acesso às novas tecnologias. “Mas também gravamos e enviamos por pendrive, além do link no Google Drive”, contou. Também comentou que é normal as pessoas pedirem para coletar material de canais de streaming, visto que não tem dinheiro para fazer a assinatura. A banca não é fácil de encontrar, pois você precisa entrar dentro do camelódromo, entre boxes fechados e uma estrutura que precisa de reforma, ao ver a 7ª Arte parece aquela lenda de encontrar um pote de ouro no final do arco-íris. Como é a banca É uma banca quadrangular, cuja a parte das arestas do Box mostra a prateleira cheia de DVDs, dividindo sob as categorias. E não pense que é apenas filmes cults, o local também…

No meio do Centro de Natal, quanto mais ando e vejo que tem mais história da cidade, de diferentes ângulos, começando o primeiro parágrafo para falar sobre o camelódromo de Natal e a banca 7ª Arte. Entre lojas de conserto de equipamentos, bugigangas e bares com gostos duvidosos existe um box dedicado ao cinema.

Era um sábado de manhã quando isto aconteceu e conseguimos pegar as últimas horas de seu funcionamento.

Há mais de 20 anos, a banca traz inúmeras obras, desde o clássico da Era de Ouro até os filmes mais populares da última década. “Vocês estão gravando em Pen Drive?”, perguntava a moça enquanto chegava para ver os DVDs.

De acordo com o vendedor, como boa parte da clientela era de pessoas mais velhas, muitos ainda não tem acesso a plataforma streaming muito menos acesso às novas tecnologias. “Mas também gravamos e enviamos por pendrive, além do link no Google Drive”, contou.

Também comentou que é normal as pessoas pedirem para coletar material de canais de streaming, visto que não tem dinheiro para fazer a assinatura.

Alguns títulos disponíveis

A banca não é fácil de encontrar, pois você precisa entrar dentro do camelódromo, entre boxes fechados e uma estrutura que precisa de reforma, ao ver a 7ª Arte parece aquela lenda de encontrar um pote de ouro no final do arco-íris.

Como é a banca

É uma banca quadrangular, cuja a parte das arestas do Box mostra a prateleira cheia de DVDs, dividindo sob as categorias. E não pense que é apenas filmes cults, o local também disponibiliza produções da Rede Globo e musicais de grandes artistas.

Inclusive, os shows de rock de bandas famosas como Led Zeppelin. Sem contar que é o verdadeiro encontro entre os cinéfilos.

Seo Inácio

A banca ficou famosa por conta do curta “Sêo Inácio”, por ser um cliente assíduo da banca 7ª Arte do Camelódromo do bairro. A direção de Hélio Ronivon, no qual foi exibido no Festival de Gramado.

Inácio Magalhães é ex-funcionário dos Correios e ex-arquivista da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ele ficou tornou-se famoso pelo documentário que rendeu diversos prêmios tanto nos festivais do estado quanto em outros locais.

banca 7ª arte
O camelódromo de Natal, onde Sêo Inácio frequentava

Magalhães estudou até a quarta-série do ensino fundamental. Ainda mais já assistiu mais de 20 mil filmes, cuja maioria vieram de uma banca do bairro de Cidade Alta por vender DVDs de filmes cults e raros. Inicialmente, o documentário era para retratar a pequena loja, porém o visitante ilustre chamava mais atenção.

Ele não é funcionário da banca, mas está lá todas as segundas, quartas e sextas, pela manhã, dando dicas de cinema a qualquer um que estiver interessado.

A sua aparição no Festival de Gramado rendeu entrevistas em jornais e portais de notícia de grande circulação nacional.

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Conheça a banca 7ª Arte, no bairro de Cidade Alta

No meio do Centro de Natal, quanto mais ando e vejo que tem mais história da cidade, de diferentes ângulos, começando o primeiro parágrafo para falar sobre o camelódromo de Natal e a banca 7ª Arte. Entre lojas de conserto de equipamentos, bugigangas e bares com gostos duvidosos existe um box dedicado ao cinema. Era um sábado de manhã quando isto aconteceu e conseguimos pegar as últimas horas de seu funcionamento. Há mais de 20 anos, a banca traz inúmeras obras, desde o clássico da Era de Ouro até os filmes mais populares da última década. “Vocês estão gravando em Pen Drive?”, perguntava a moça enquanto chegava para ver os DVDs. De acordo com o vendedor, como boa parte da clientela era de pessoas mais velhas, muitos ainda não tem acesso a plataforma streaming muito menos acesso às novas tecnologias. “Mas também gravamos e enviamos por pendrive, além do link no Google Drive”, contou. Também comentou que é normal as pessoas pedirem para coletar material de canais de streaming, visto que não tem dinheiro para fazer a assinatura. A banca não é fácil de encontrar, pois você precisa entrar dentro do camelódromo, entre boxes fechados e uma estrutura que precisa de reforma, ao ver a 7ª Arte parece aquela lenda de encontrar um pote de ouro no final do arco-íris. Como é a banca É uma banca quadrangular, cuja a parte das arestas do Box mostra a prateleira cheia de DVDs, dividindo sob as categorias. E não pense que é apenas filmes cults, o local também…

No meio do Centro de Natal, quanto mais ando e vejo que tem mais história da cidade, de diferentes ângulos, começando o primeiro parágrafo para falar sobre o camelódromo de Natal e a banca 7ª Arte. Entre lojas de conserto de equipamentos, bugigangas e bares com gostos duvidosos existe um box dedicado ao cinema.

Era um sábado de manhã quando isto aconteceu e conseguimos pegar as últimas horas de seu funcionamento.

Há mais de 20 anos, a banca traz inúmeras obras, desde o clássico da Era de Ouro até os filmes mais populares da última década. “Vocês estão gravando em Pen Drive?”, perguntava a moça enquanto chegava para ver os DVDs.

De acordo com o vendedor, como boa parte da clientela era de pessoas mais velhas, muitos ainda não tem acesso a plataforma streaming muito menos acesso às novas tecnologias. “Mas também gravamos e enviamos por pendrive, além do link no Google Drive”, contou.

Também comentou que é normal as pessoas pedirem para coletar material de canais de streaming, visto que não tem dinheiro para fazer a assinatura.

Alguns títulos disponíveis

A banca não é fácil de encontrar, pois você precisa entrar dentro do camelódromo, entre boxes fechados e uma estrutura que precisa de reforma, ao ver a 7ª Arte parece aquela lenda de encontrar um pote de ouro no final do arco-íris.

Como é a banca

É uma banca quadrangular, cuja a parte das arestas do Box mostra a prateleira cheia de DVDs, dividindo sob as categorias. E não pense que é apenas filmes cults, o local também disponibiliza produções da Rede Globo e musicais de grandes artistas.

Inclusive, os shows de rock de bandas famosas como Led Zeppelin. Sem contar que é o verdadeiro encontro entre os cinéfilos.

Seo Inácio

A banca ficou famosa por conta do curta “Sêo Inácio”, por ser um cliente assíduo da banca 7ª Arte do Camelódromo do bairro. A direção de Hélio Ronivon, no qual foi exibido no Festival de Gramado.

Inácio Magalhães é ex-funcionário dos Correios e ex-arquivista da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ele ficou tornou-se famoso pelo documentário que rendeu diversos prêmios tanto nos festivais do estado quanto em outros locais.

banca 7ª arte
O camelódromo de Natal, onde Sêo Inácio frequentava

Magalhães estudou até a quarta-série do ensino fundamental. Ainda mais já assistiu mais de 20 mil filmes, cuja maioria vieram de uma banca do bairro de Cidade Alta por vender DVDs de filmes cults e raros. Inicialmente, o documentário era para retratar a pequena loja, porém o visitante ilustre chamava mais atenção.

Ele não é funcionário da banca, mas está lá todas as segundas, quartas e sextas, pela manhã, dando dicas de cinema a qualquer um que estiver interessado.

A sua aparição no Festival de Gramado rendeu entrevistas em jornais e portais de notícia de grande circulação nacional.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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