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Crônica: Arrependimento de não renovar

Você teve aquele arrependimento ao não saber renovar? Sabe aquela sensação que poderia ter feito diferente? Essa sensação é o que sinto toda vez que realizo um processo seletivo. Tinha dois projetos para inscrever no edital: 1) A Continuação de um projeto existente, e 2) Colocar um projeto inédito. Mas a zona de Conforto falou mais alto e o medo de colocar um projeto inédito, além de ser considerado algo que pudesse diferir do edital do processo, me fez continuar a insistir no processo existente. Além disso, eu queria colocar os dois, mas só podia escolher um. Então, eu trabalhar tentei provar que a continuação é um trabalho de sucesso e coloquei todo o amor no processo seletivo. Eu tinha a “certeza” que seria sucesso. Sabe aquela expressão, chamada ‘Quanto maior o orgulho maior a queda!‘, certo? Foi assim que aconteceu. Apesar de a colocação ter sido boa, não passei e a maioria dos selecionados voltavam aos projetos inéditos. Minha ansiedade esperando o resultado virou dúvida se estava colocado no caminho certo ou deveria botar o que era inédito. E fica a culpa por se sentir ansiosa e confiante. Escrevendo este texto, fiz um desabafo de que você nunca vai ter aquela certeza e pode se arriscar para não ter o arrependimento em renovar.

Você teve aquele arrependimento ao não saber renovar? Sabe aquela sensação que poderia ter feito diferente? Essa sensação é o que sinto toda vez que realizo um processo seletivo. Tinha dois projetos para inscrever no edital: 1) A Continuação de um projeto existente, e 2) Colocar um projeto inédito.

Mas a zona de Conforto falou mais alto e o medo de colocar um projeto inédito, além de ser considerado algo que pudesse diferir do edital do processo, me fez continuar a insistir no processo existente. Além disso, eu queria colocar os dois, mas só podia escolher um. Então, eu trabalhar tentei provar que a continuação é um trabalho de sucesso e coloquei todo o amor no processo seletivo.

Eu tinha a “certeza” que seria sucesso. Sabe aquela expressão, chamada ‘Quanto maior o orgulho maior a queda!‘, certo? Foi assim que aconteceu. Apesar de a colocação ter sido boa, não passei e a maioria dos selecionados voltavam aos projetos inéditos.

Minha ansiedade esperando o resultado virou dúvida se estava colocado no caminho certo ou deveria botar o que era inédito. E fica a culpa por se sentir ansiosa e confiante.

Escrevendo este texto, fiz um desabafo de que você nunca vai ter aquela certeza e pode se arriscar para não ter o arrependimento em renovar.

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Você teve aquele arrependimento ao não saber renovar? Sabe aquela sensação que poderia ter feito diferente? Essa sensação é o que sinto toda vez que realizo um processo seletivo. Tinha dois projetos para inscrever no edital: 1) A Continuação de um projeto existente, e 2) Colocar um projeto inédito. Mas a zona de Conforto falou mais alto e o medo de colocar um projeto inédito, além de ser considerado algo que pudesse diferir do edital do processo, me fez continuar a insistir no processo existente. Além disso, eu queria colocar os dois, mas só podia escolher um. Então, eu trabalhar tentei provar que a continuação é um trabalho de sucesso e coloquei todo o amor no processo seletivo. Eu tinha a “certeza” que seria sucesso. Sabe aquela expressão, chamada ‘Quanto maior o orgulho maior a queda!‘, certo? Foi assim que aconteceu. Apesar de a colocação ter sido boa, não passei e a maioria dos selecionados voltavam aos projetos inéditos. Minha ansiedade esperando o resultado virou dúvida se estava colocado no caminho certo ou deveria botar o que era inédito. E fica a culpa por se sentir ansiosa e confiante. Escrevendo este texto, fiz um desabafo de que você nunca vai ter aquela certeza e pode se arriscar para não ter o arrependimento em renovar.

Você teve aquele arrependimento ao não saber renovar? Sabe aquela sensação que poderia ter feito diferente? Essa sensação é o que sinto toda vez que realizo um processo seletivo. Tinha dois projetos para inscrever no edital: 1) A Continuação de um projeto existente, e 2) Colocar um projeto inédito.

Mas a zona de Conforto falou mais alto e o medo de colocar um projeto inédito, além de ser considerado algo que pudesse diferir do edital do processo, me fez continuar a insistir no processo existente. Além disso, eu queria colocar os dois, mas só podia escolher um. Então, eu trabalhar tentei provar que a continuação é um trabalho de sucesso e coloquei todo o amor no processo seletivo.

Eu tinha a “certeza” que seria sucesso. Sabe aquela expressão, chamada ‘Quanto maior o orgulho maior a queda!‘, certo? Foi assim que aconteceu. Apesar de a colocação ter sido boa, não passei e a maioria dos selecionados voltavam aos projetos inéditos.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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