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Civone Medeiros e sua arte retratada no curta Madrigal

“Madrigal: Um conto de imagens por palavras” (2018) produzido Felipe Silva de Oliveira, Gustavo Alcântara e Allyne Rayanne Mota dos Santos, com o apoio da Farolete Filmes, da DGround e da Namastê Studios, retrata a sensibilidade criativa da multiartista potiguar Civone Medeiros. “Multiartista” é realmente a palavra que nos ajuda a entender mais sobre Civone. Isso porque ela perpassa por diferentes expressões da arte: a poesia, a performance, as artes visuais. O curta-metragem se destacou em 1º lugar na categoria “mostra de curtas potiguares” na 10º edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa – FINC 2019; e o prêmio de melhor direção de arte e melhor montagem, na categoria “mostra potiguar”, na 3º edição do Festival de Cinema Curta Caicó 2020. As premiações são reflexo de um trabalho que permite ao espectador não somente ver, mas também sentir a poesia e a performance da artista. Principalmente porque as imagens do curta transparecem a sensibilidade da visão criativa de Civone. Arte e acessibilidade Um dos pontos de destaque do mini documentário é a questão da arte acessível, tão valorizada por Civone Medeiros. Na produção, pode-se ver o seu trabalho com crianças no Instituto dos Cegos. A artista também fala de suas motivações para que mais pessoas possam acessar sua arte: “Eu sempre fiz um trabalho aberto ao público. As pessoas que passam em frente a uma galeria ou a um museu não se sentem convidadas a usufruir da arte que é feita na cidade. Eu quero fazer isso na rua. Para os olhos abertos, para…

“Madrigal: Um conto de imagens por palavras” (2018) produzido Felipe Silva de Oliveira, Gustavo Alcântara e Allyne Rayanne Mota dos Santos, com o apoio da Farolete Filmes, da DGround e da Namastê Studios, retrata a sensibilidade criativa da multiartista potiguar Civone Medeiros.

“Multiartista” é realmente a palavra que nos ajuda a entender mais sobre Civone. Isso porque ela perpassa por diferentes expressões da arte: a poesia, a performance, as artes visuais.

O curta-metragem se destacou em 1º lugar na categoria “mostra de curtas potiguares” na 10º edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa – FINC 2019; e o prêmio de melhor direção de arte e melhor montagem, na categoria “mostra potiguar”, na 3º edição do Festival de Cinema Curta Caicó 2020.

As premiações são reflexo de um trabalho que permite ao espectador não somente ver, mas também sentir a poesia e a performance da artista. Principalmente porque as imagens do curta transparecem a sensibilidade da visão criativa de Civone.

Arte e acessibilidade

Um dos pontos de destaque do mini documentário é a questão da arte acessível, tão valorizada por Civone Medeiros. Na produção, pode-se ver o seu trabalho com crianças no Instituto dos Cegos.

A artista também fala de suas motivações para que mais pessoas possam acessar sua arte: “Eu sempre fiz um trabalho aberto ao público. As pessoas que passam em frente a uma galeria ou a um museu não se sentem convidadas a usufruir da arte que é feita na cidade. Eu quero fazer isso na rua.

Para os olhos abertos, para os olhos fechados […] Isso sempre se tornou algo que me move. Eu quero que minha arte seja acessível”, comenta a poeta.

Madrigal é uma expressão audiovisual sobre o que é viver a arte. O documentário traz para nós, que assistimos, uma visão sobre o relacionamento entre artista, seu processo de produção da arte e o seu público; de modo que visualizemos a alma artística de Civone.

Assista ao curta neste endereço, dando o play abaixo:

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Civone Medeiros e sua arte retratada no curta Madrigal

“Madrigal: Um conto de imagens por palavras” (2018) produzido Felipe Silva de Oliveira, Gustavo Alcântara e Allyne Rayanne Mota dos Santos, com o apoio da Farolete Filmes, da DGround e da Namastê Studios, retrata a sensibilidade criativa da multiartista potiguar Civone Medeiros. “Multiartista” é realmente a palavra que nos ajuda a entender mais sobre Civone. Isso porque ela perpassa por diferentes expressões da arte: a poesia, a performance, as artes visuais. O curta-metragem se destacou em 1º lugar na categoria “mostra de curtas potiguares” na 10º edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa – FINC 2019; e o prêmio de melhor direção de arte e melhor montagem, na categoria “mostra potiguar”, na 3º edição do Festival de Cinema Curta Caicó 2020. As premiações são reflexo de um trabalho que permite ao espectador não somente ver, mas também sentir a poesia e a performance da artista. Principalmente porque as imagens do curta transparecem a sensibilidade da visão criativa de Civone. Arte e acessibilidade Um dos pontos de destaque do mini documentário é a questão da arte acessível, tão valorizada por Civone Medeiros. Na produção, pode-se ver o seu trabalho com crianças no Instituto dos Cegos. A artista também fala de suas motivações para que mais pessoas possam acessar sua arte: “Eu sempre fiz um trabalho aberto ao público. As pessoas que passam em frente a uma galeria ou a um museu não se sentem convidadas a usufruir da arte que é feita na cidade. Eu quero fazer isso na rua. Para os olhos abertos, para…

“Madrigal: Um conto de imagens por palavras” (2018) produzido Felipe Silva de Oliveira, Gustavo Alcântara e Allyne Rayanne Mota dos Santos, com o apoio da Farolete Filmes, da DGround e da Namastê Studios, retrata a sensibilidade criativa da multiartista potiguar Civone Medeiros.

“Multiartista” é realmente a palavra que nos ajuda a entender mais sobre Civone. Isso porque ela perpassa por diferentes expressões da arte: a poesia, a performance, as artes visuais.

O curta-metragem se destacou em 1º lugar na categoria “mostra de curtas potiguares” na 10º edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa – FINC 2019; e o prêmio de melhor direção de arte e melhor montagem, na categoria “mostra potiguar”, na 3º edição do Festival de Cinema Curta Caicó 2020.

As premiações são reflexo de um trabalho que permite ao espectador não somente ver, mas também sentir a poesia e a performance da artista. Principalmente porque as imagens do curta transparecem a sensibilidade da visão criativa de Civone.

Arte e acessibilidade

Um dos pontos de destaque do mini documentário é a questão da arte acessível, tão valorizada por Civone Medeiros. Na produção, pode-se ver o seu trabalho com crianças no Instituto dos Cegos.

A artista também fala de suas motivações para que mais pessoas possam acessar sua arte: “Eu sempre fiz um trabalho aberto ao público. As pessoas que passam em frente a uma galeria ou a um museu não se sentem convidadas a usufruir da arte que é feita na cidade. Eu quero fazer isso na rua.

Para os olhos abertos, para os olhos fechados […] Isso sempre se tornou algo que me move. Eu quero que minha arte seja acessível”, comenta a poeta.

Madrigal é uma expressão audiovisual sobre o que é viver a arte. O documentário traz para nós, que assistimos, uma visão sobre o relacionamento entre artista, seu processo de produção da arte e o seu público; de modo que visualizemos a alma artística de Civone.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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