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Oi, uma entrevista minha parou em um livro didático!

Quando resolvi fazer jornalismo, eu não sabia o que esperararia por vir, se seria daquelas que ganharia muitos prêmios ou só seria recatada, mais na minha.  Recentemente, estava discutindo com um amigo dizendo que a única coisa que lamento durante os nove períodos de graduação era que deveria ter feito os meus estudos mais devagar, curtindo mais e menos preça de querer me formar e arranjar um emprego a qualquer custo. Mas, ao mesmo tempo, a minha carreira (eita, se achando) sempre foi feita de plot twist. Com 25 anos, eu achava que iria trabalhar numa grande redação, viver em outra cidade e visitar Natal uma vez por mês. Hoje, com 25 anos,  eu tenho um blog sobre Natal, vivo na mesma cidade e tive que criar a minha própria forma de trabalhar. Antes do Brechando, porém, veio o blog O Chaplin na minha vida, que me motivou cada vez mais a trabalhar com jornalismo cultural, numa época que estava em dúvida em qual área queria trabalhar, visto que estava estagiando em uma assessoria de imprensa e sentia falta em fazer reportagem. Foi aí que dona Andressa Vieira me abraçou e aceitou todos os tipos de loucuras que escrevi no site, além de guardar amigos até hoje. Uma dessas loucuras foi uma entrevista que fiz com o cartunista paraibano Shiko, que aconteceu durante uma das edições do Bazar Independente, feita um mês antes da criação deste site e recentemente o conteúdo será estampado para o livro didático de língua portuguesa para o nono ano (antiga oitava série).  A…

Quando resolvi fazer jornalismo, eu não sabia o que esperararia por vir, se seria daquelas que ganharia muitos prêmios ou só seria recatada, mais na minha.  Recentemente, estava discutindo com um amigo dizendo que a única coisa que lamento durante os nove períodos de graduação era que deveria ter feito os meus estudos mais devagar, curtindo mais e menos preça de querer me formar e arranjar um emprego a qualquer custo. Mas, ao mesmo tempo, a minha carreira (eita, se achando) sempre foi feita de plot twist. Com 25 anos, eu achava que iria trabalhar numa grande redação, viver em outra cidade e visitar Natal uma vez por mês.

Hoje, com 25 anos,  eu tenho um blog sobre Natal, vivo na mesma cidade e tive que criar a minha própria forma de trabalhar. Antes do Brechando, porém, veio o blog O Chaplin na minha vida, que me motivou cada vez mais a trabalhar com jornalismo cultural, numa época que estava em dúvida em qual área queria trabalhar, visto que estava estagiando em uma assessoria de imprensa e sentia falta em fazer reportagem. Foi aí que dona Andressa Vieira me abraçou e aceitou todos os tipos de loucuras que escrevi no site, além de guardar amigos até hoje.

Uma dessas loucuras foi uma entrevista que fiz com o cartunista paraibano Shiko, que aconteceu durante uma das edições do Bazar Independente, feita um mês antes da criação deste site e recentemente o conteúdo será estampado para o livro didático de língua portuguesa para o nono ano (antiga oitava série).  A editora Ática (responsável pelo livro), recentemente, mostrou a página e os alunos vão responder sobre gêneros literários. A imagem está acima do título.

Capa da edição mais recente do livro

Na época, eu e Shiko discutimos sobre o crescimento de quadrinistas nordestinos, além de ter falado um pouco de sua carreira.

O livro didático em questão é o Teláris – Língua Portuguesa 9º ano, de autoria de Ana Triconi, Terezinha Bertin e Vera Marchezi. Fico feliz que o jornalismo ainda pode deixar marcas na educação brasileira, mais honrada com um texto e entrevista que eu mesma elaborei.

A entrevista completa do Shiko você pode ser vista por aqui.

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Oi, uma entrevista minha parou em um livro didático!

Quando resolvi fazer jornalismo, eu não sabia o que esperararia por vir, se seria daquelas que ganharia muitos prêmios ou só seria recatada, mais na minha.  Recentemente, estava discutindo com um amigo dizendo que a única coisa que lamento durante os nove períodos de graduação era que deveria ter feito os meus estudos mais devagar, curtindo mais e menos preça de querer me formar e arranjar um emprego a qualquer custo. Mas, ao mesmo tempo, a minha carreira (eita, se achando) sempre foi feita de plot twist. Com 25 anos, eu achava que iria trabalhar numa grande redação, viver em outra cidade e visitar Natal uma vez por mês. Hoje, com 25 anos,  eu tenho um blog sobre Natal, vivo na mesma cidade e tive que criar a minha própria forma de trabalhar. Antes do Brechando, porém, veio o blog O Chaplin na minha vida, que me motivou cada vez mais a trabalhar com jornalismo cultural, numa época que estava em dúvida em qual área queria trabalhar, visto que estava estagiando em uma assessoria de imprensa e sentia falta em fazer reportagem. Foi aí que dona Andressa Vieira me abraçou e aceitou todos os tipos de loucuras que escrevi no site, além de guardar amigos até hoje. Uma dessas loucuras foi uma entrevista que fiz com o cartunista paraibano Shiko, que aconteceu durante uma das edições do Bazar Independente, feita um mês antes da criação deste site e recentemente o conteúdo será estampado para o livro didático de língua portuguesa para o nono ano (antiga oitava série).  A…

Quando resolvi fazer jornalismo, eu não sabia o que esperararia por vir, se seria daquelas que ganharia muitos prêmios ou só seria recatada, mais na minha.  Recentemente, estava discutindo com um amigo dizendo que a única coisa que lamento durante os nove períodos de graduação era que deveria ter feito os meus estudos mais devagar, curtindo mais e menos preça de querer me formar e arranjar um emprego a qualquer custo. Mas, ao mesmo tempo, a minha carreira (eita, se achando) sempre foi feita de plot twist. Com 25 anos, eu achava que iria trabalhar numa grande redação, viver em outra cidade e visitar Natal uma vez por mês.

Hoje, com 25 anos,  eu tenho um blog sobre Natal, vivo na mesma cidade e tive que criar a minha própria forma de trabalhar. Antes do Brechando, porém, veio o blog O Chaplin na minha vida, que me motivou cada vez mais a trabalhar com jornalismo cultural, numa época que estava em dúvida em qual área queria trabalhar, visto que estava estagiando em uma assessoria de imprensa e sentia falta em fazer reportagem. Foi aí que dona Andressa Vieira me abraçou e aceitou todos os tipos de loucuras que escrevi no site, além de guardar amigos até hoje.

Uma dessas loucuras foi uma entrevista que fiz com o cartunista paraibano Shiko, que aconteceu durante uma das edições do Bazar Independente, feita um mês antes da criação deste site e recentemente o conteúdo será estampado para o livro didático de língua portuguesa para o nono ano (antiga oitava série).  A editora Ática (responsável pelo livro), recentemente, mostrou a página e os alunos vão responder sobre gêneros literários. A imagem está acima do título.

Capa da edição mais recente do livro

Na época, eu e Shiko discutimos sobre o crescimento de quadrinistas nordestinos, além de ter falado um pouco de sua carreira.

O livro didático em questão é o Teláris – Língua Portuguesa 9º ano, de autoria de Ana Triconi, Terezinha Bertin e Vera Marchezi. Fico feliz que o jornalismo ainda pode deixar marcas na educação brasileira, mais honrada com um texto e entrevista que eu mesma elaborei.

A entrevista completa do Shiko você pode ser vista por aqui.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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