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Cinco anos sem o Arco do Sol

A gente já falou no Brechando sobre o Arco do Sol e dois anos depois de ter falado dele, o monumento que ficava na Avenida Engenheiro Roberto Freire ainda não retornou. Para quem não sabe, o arco era este da foto acima e estava próximo da entrada da Via Costeira e no caminho da orla da praia de Ponta Negra, principal cartão postal da cidade. Foi projeto pelo arquiteto Felipe Bezerra e foi um presente da construtora Ecocil pela comemoração dos 400 anos de Natal e os 50 anos da construtora. A arte simbolizava o sol e mar, uma vez que a cidade era conhecida como “Cidade do Sol”. O monimento foi retirado em março de 2011. Qual foi o motivo? O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea/RN), na época, realizou uma vistoria e recomendou que a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) retirasse o monumento e fizesse os seus respectivos reajustes. Na época a Prefeitura do Natal retirou para realizar uma obra de recuperação, pois as chapas de alumínio do pilar principal, que sofreram desgaste por oxidação, estão sendo retiradas para que as obras de recuperação possam ser iniciadas. A estrutura do monumento consistia em parte principal, revestida com chapas de alumínio na cor prata e pilar principal de sustentação, que era de aço pintado na cor dourada, com cabos de aço segurando toda a estrutura. Ondulado, sua altura máxima era de 7,60 m e a mínima é de 3,65 m. Hoje, a sua base virou uma obra do grafiteiro Kefren Pok. 

A gente já falou no Brechando sobre o Arco do Sol e dois anos depois de ter falado dele, o monumento que ficava na Avenida Engenheiro Roberto Freire ainda não retornou. Para quem não sabe, o arco era este da foto acima e estava próximo da entrada da Via Costeira e no caminho da orla da praia de Ponta Negra, principal cartão postal da cidade.

Foi projeto pelo arquiteto Felipe Bezerra e foi um presente da construtora Ecocil pela comemoração dos 400 anos de Natal e os 50 anos da construtora. A arte simbolizava o sol e mar, uma vez que a cidade era conhecida como “Cidade do Sol”. O monimento foi retirado em março de 2011. Qual foi o motivo?

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea/RN), na época, realizou uma vistoria e recomendou que a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) retirasse o monumento e fizesse os seus respectivos reajustes.

Na época a Prefeitura do Natal retirou para realizar uma obra de recuperação, pois as chapas de alumínio do pilar principal, que sofreram desgaste por oxidação, estão sendo retiradas para que as obras de recuperação possam ser iniciadas.

A estrutura do monumento consistia em parte principal, revestida com chapas de alumínio na cor prata e pilar principal de sustentação, que era de aço pintado na cor dourada, com cabos de aço segurando toda a estrutura. Ondulado, sua altura máxima era de 7,60 m e a mínima é de 3,65 m.

Hoje, a sua base virou uma obra do grafiteiro Kefren Pok. 

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Cinco anos sem o Arco do Sol

A gente já falou no Brechando sobre o Arco do Sol e dois anos depois de ter falado dele, o monumento que ficava na Avenida Engenheiro Roberto Freire ainda não retornou. Para quem não sabe, o arco era este da foto acima e estava próximo da entrada da Via Costeira e no caminho da orla da praia de Ponta Negra, principal cartão postal da cidade. Foi projeto pelo arquiteto Felipe Bezerra e foi um presente da construtora Ecocil pela comemoração dos 400 anos de Natal e os 50 anos da construtora. A arte simbolizava o sol e mar, uma vez que a cidade era conhecida como “Cidade do Sol”. O monimento foi retirado em março de 2011. Qual foi o motivo? O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea/RN), na época, realizou uma vistoria e recomendou que a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) retirasse o monumento e fizesse os seus respectivos reajustes. Na época a Prefeitura do Natal retirou para realizar uma obra de recuperação, pois as chapas de alumínio do pilar principal, que sofreram desgaste por oxidação, estão sendo retiradas para que as obras de recuperação possam ser iniciadas. A estrutura do monumento consistia em parte principal, revestida com chapas de alumínio na cor prata e pilar principal de sustentação, que era de aço pintado na cor dourada, com cabos de aço segurando toda a estrutura. Ondulado, sua altura máxima era de 7,60 m e a mínima é de 3,65 m. Hoje, a sua base virou uma obra do grafiteiro Kefren Pok. 

A gente já falou no Brechando sobre o Arco do Sol e dois anos depois de ter falado dele, o monumento que ficava na Avenida Engenheiro Roberto Freire ainda não retornou. Para quem não sabe, o arco era este da foto acima e estava próximo da entrada da Via Costeira e no caminho da orla da praia de Ponta Negra, principal cartão postal da cidade.

Foi projeto pelo arquiteto Felipe Bezerra e foi um presente da construtora Ecocil pela comemoração dos 400 anos de Natal e os 50 anos da construtora. A arte simbolizava o sol e mar, uma vez que a cidade era conhecida como “Cidade do Sol”. O monimento foi retirado em março de 2011. Qual foi o motivo?

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea/RN), na época, realizou uma vistoria e recomendou que a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) retirasse o monumento e fizesse os seus respectivos reajustes.

Na época a Prefeitura do Natal retirou para realizar uma obra de recuperação, pois as chapas de alumínio do pilar principal, que sofreram desgaste por oxidação, estão sendo retiradas para que as obras de recuperação possam ser iniciadas.

A estrutura do monumento consistia em parte principal, revestida com chapas de alumínio na cor prata e pilar principal de sustentação, que era de aço pintado na cor dourada, com cabos de aço segurando toda a estrutura. Ondulado, sua altura máxima era de 7,60 m e a mínima é de 3,65 m.

Hoje, a sua base virou uma obra do grafiteiro Kefren Pok. 

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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