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Por que a Telern fechou as portas?

Fizemos este texto para explicar o porquê que a companhia estadual telefônica, a Telern, fechou e as mudanças posteriores. Saiba mais no Brechando!

A Telern foi criada em 3 de setembro de 1963, no governo de Aluízio Alves, como uma iniciativa pioneira que contribuiu a interligação, através do sistema interurbano, de várias cidades do estado com a cidade de Natal e podendo ligar para os outros estados.

Nos anos 70, a Telern integrou a Telebrás, sigla para Telecomunicações Brasileiras S.A. Sua criação aconteceu em 1972, durante o regime militar, consolidando diversas empresas estatais de telecomunicações existentes na época.

Era normal ver nas ruas torres e orelhões escrito Telern. Além disso, uma pessoa que trabalhava como telefonista da companhia, por exemplo, era bem-sucedida financeiramente.

No entanto, ao longo dos anos, enfrentou desafios relacionados à ineficiência, burocracia e falta de investimentos. E foi aí os primeiros sinais de que estaria perto da falência.

Por que a Telern fechou?

Na década de 1990, com a abertura do setor de telecomunicações à iniciativa privada, o governo brasileiro iniciou um processo de privatização, visando melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços. A Telebrás foi dividida em diversas subsidiárias, e a privatização foi concluída em 1998. Transformando-se em Telemar. Como resultado, a Telern fechou.

A transformação da Telemar em Oi ocorreu oficialmente em 27 de fevereiro de 2007. Antes dessa mudança, a Telemar era uma das principais empresas de telecomunicações do Brasil, atuando principalmente na região Nordeste. O processo de rebranding para Oi foi parte de uma estratégia de unificação da marca para abranger todas as operações da empresa em todo o país.

A Oi, após a fusão e a adoção da nova marca, tornou-se uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, oferecendo serviços como telefonia fixa, telefonia móvel, internet banda larga e serviços de televisão por assinatura.

Hoje é apenas para um serviço de internet de banda larga e fibra ótica.


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Por que a Telern fechou as portas?

Fizemos este texto para explicar o porquê que a companhia estadual telefônica, a Telern, fechou e as mudanças posteriores. Saiba mais no Brechando!

A Telern foi criada em 3 de setembro de 1963, no governo de Aluízio Alves, como uma iniciativa pioneira que contribuiu a interligação, através do sistema interurbano, de várias cidades do estado com a cidade de Natal e podendo ligar para os outros estados.

Nos anos 70, a Telern integrou a Telebrás, sigla para Telecomunicações Brasileiras S.A. Sua criação aconteceu em 1972, durante o regime militar, consolidando diversas empresas estatais de telecomunicações existentes na época.

Era normal ver nas ruas torres e orelhões escrito Telern. Além disso, uma pessoa que trabalhava como telefonista da companhia, por exemplo, era bem-sucedida financeiramente.

No entanto, ao longo dos anos, enfrentou desafios relacionados à ineficiência, burocracia e falta de investimentos. E foi aí os primeiros sinais de que estaria perto da falência.

Por que a Telern fechou?

Na década de 1990, com a abertura do setor de telecomunicações à iniciativa privada, o governo brasileiro iniciou um processo de privatização, visando melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços. A Telebrás foi dividida em diversas subsidiárias, e a privatização foi concluída em 1998. Transformando-se em Telemar. Como resultado, a Telern fechou.

A transformação da Telemar em Oi ocorreu oficialmente em 27 de fevereiro de 2007. Antes dessa mudança, a Telemar era uma das principais empresas de telecomunicações do Brasil, atuando principalmente na região Nordeste. O processo de rebranding para Oi foi parte de uma estratégia de unificação da marca para abranger todas as operações da empresa em todo o país.

A Oi, após a fusão e a adoção da nova marca, tornou-se uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, oferecendo serviços como telefonia fixa, telefonia móvel, internet banda larga e serviços de televisão por assinatura.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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