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Por que as orlas das praias de Natal não são planas?

Se você ficou questionou o porquê de ter que descer ladeiras gigantes para as praias de Natal, vamos explicar o porquê delas não serem planas. Saiba mais no Brechando!

Você já parou para perguntar porque demoramos muito tempo para chegar até a beira da praia. Primeiramente, a gente estaciona o carro, depois desce uma ladeirinha e finalmente chegamos ao mar de águas azuis e quentinhas (até Marina Sena comprovou o banho de mar).

Mas, a explicação tem relação ao relevo da capital potiguar, uma vez que a cidade fica 30 metros acima do mar. Logo, impossível que as praias de Natal fossem planas.

O relevo da cidade também explica porque precisamos descer até a praia

O relevo do município, com altitudes inferiores a cem metros, é constituído pela planície costeira, que abrange uma série de terrenos planos de transição entre o mar e os tabuleiros costeiros, alterados pela presença de dunas. Natal situa-se em uma área de abrangência terrenos formados por sedimentos do Grupo Barreiras, oriundos da Idade Terciária, com a predominância variada de arenitos.

Geomorfologicamente predominam os tabuleiros, formado por uma cobertura espessa de dois metros de areia, nas cores castanha ou vermelha, e borda coberta pelas dunas, que se estende por vinte quilômetros de comprimento, chegando em alguns pontos a atingir noventa metros de altura.

Apenas no Parque das Dunas, elas são mais fixas e cobertas por vegetação nativa.

E aí, gostou da explicação sobre o porquê das praias de Natal não serem planas? Deixe aqui, portanto, o seu comentário.


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Por que as orlas das praias de Natal não são planas?

Se você ficou questionou o porquê de ter que descer ladeiras gigantes para as praias de Natal, vamos explicar o porquê delas não serem planas. Saiba mais no Brechando!

Você já parou para perguntar porque demoramos muito tempo para chegar até a beira da praia. Primeiramente, a gente estaciona o carro, depois desce uma ladeirinha e finalmente chegamos ao mar de águas azuis e quentinhas (até Marina Sena comprovou o banho de mar).

Mas, a explicação tem relação ao relevo da capital potiguar, uma vez que a cidade fica 30 metros acima do mar. Logo, impossível que as praias de Natal fossem planas.

O relevo da cidade também explica porque precisamos descer até a praia

O relevo do município, com altitudes inferiores a cem metros, é constituído pela planície costeira, que abrange uma série de terrenos planos de transição entre o mar e os tabuleiros costeiros, alterados pela presença de dunas. Natal situa-se em uma área de abrangência terrenos formados por sedimentos do Grupo Barreiras, oriundos da Idade Terciária, com a predominância variada de arenitos.

Geomorfologicamente predominam os tabuleiros, formado por uma cobertura espessa de dois metros de areia, nas cores castanha ou vermelha, e borda coberta pelas dunas, que se estende por vinte quilômetros de comprimento, chegando em alguns pontos a atingir noventa metros de altura.

Apenas no Parque das Dunas, elas são mais fixas e cobertas por vegetação nativa.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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