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Code Girl rola nesta semana no IFRN

Na próxima quinta-feira (26), no Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a 6ª edição do evento Code Girl. Iniciado por estudantes do Instituto, com coordenação da professora Cláudia Ribeiro. O evento tem o objetivo de mudar o quadro de participação feminina na área de Tecnologia da Informação no Brasil. A programação será divulgada em breve.  Ou seja, meninas bora programar e mostrar que a gente sabe fazer as mesmas coisas que os homens. Sabia que ainda são poucas meninas programadoras no mercado brasileiro? O evento Code Girl conta com palestras de mulheres da área para motivar alunas a seguirem essa profissão e provar a importância da inclusão para o sucesso em um ambiente de trabalho. Para assessoria do IFRN, a coordenadora do projeto conta como surgiu o evento: “Como professora, eu tenho poucas alunas. Quando me via em sala de aula observando a imensa maioria de homens, era frustrante para mim não ver meninas”, explica Cláudia, que se juntou com duas alunas para criar o projeto. Após o início do Code Girl em 2013, a professora declara que já observa mudanças, incluindo um índice maior de meninas concluindo cursos da área tecnológica e ingressando neles. Cláudia acrescenta ainda que, apesar do foco ser as meninas, os meninos também são bem-vindos ao Code Girl, tanto que alguns são convidados para fazer a palestra e veste a camiseta para que exista a igualdade entre os gêneros na área da Tecnologia da Informação.   Clique no link para inscrição

Na próxima quinta-feira (26), no Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a 6ª edição do evento Code Girl. Iniciado por estudantes do Instituto, com coordenação da professora Cláudia Ribeiro. O evento tem o objetivo de mudar o quadro de participação feminina na área de Tecnologia da Informação no Brasil.

A programação será divulgada em breve. 

Ou seja, meninas bora programar e mostrar que a gente sabe fazer as mesmas coisas que os homens. Sabia que ainda são poucas meninas programadoras no mercado brasileiro?

O evento Code Girl conta com palestras de mulheres da área para motivar alunas a seguirem essa profissão e provar a importância da inclusão para o sucesso em um ambiente de trabalho.

Para assessoria do IFRN, a coordenadora do projeto conta como surgiu o evento:

“Como professora, eu tenho poucas alunas. Quando me via em sala de aula observando a imensa maioria de homens, era frustrante para mim não ver meninas”, explica Cláudia, que se juntou com duas alunas para criar o projeto.

Após o início do Code Girl em 2013, a professora declara que já observa mudanças, incluindo um índice maior de meninas concluindo cursos da área tecnológica e ingressando neles.

Cláudia acrescenta ainda que, apesar do foco ser as meninas, os meninos também são bem-vindos ao Code Girl, tanto que alguns são convidados para fazer a palestra e veste a camiseta para que exista a igualdade entre os gêneros na área da Tecnologia da Informação.  

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Na próxima quinta-feira (26), no Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a 6ª edição do evento Code Girl. Iniciado por estudantes do Instituto, com coordenação da professora Cláudia Ribeiro. O evento tem o objetivo de mudar o quadro de participação feminina na área de Tecnologia da Informação no Brasil. A programação será divulgada em breve.  Ou seja, meninas bora programar e mostrar que a gente sabe fazer as mesmas coisas que os homens. Sabia que ainda são poucas meninas programadoras no mercado brasileiro? O evento Code Girl conta com palestras de mulheres da área para motivar alunas a seguirem essa profissão e provar a importância da inclusão para o sucesso em um ambiente de trabalho. Para assessoria do IFRN, a coordenadora do projeto conta como surgiu o evento: “Como professora, eu tenho poucas alunas. Quando me via em sala de aula observando a imensa maioria de homens, era frustrante para mim não ver meninas”, explica Cláudia, que se juntou com duas alunas para criar o projeto. Após o início do Code Girl em 2013, a professora declara que já observa mudanças, incluindo um índice maior de meninas concluindo cursos da área tecnológica e ingressando neles. Cláudia acrescenta ainda que, apesar do foco ser as meninas, os meninos também são bem-vindos ao Code Girl, tanto que alguns são convidados para fazer a palestra e veste a camiseta para que exista a igualdade entre os gêneros na área da Tecnologia da Informação.   Clique no link para inscrição

Na próxima quinta-feira (26), no Campus Natal-Central do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a 6ª edição do evento Code Girl. Iniciado por estudantes do Instituto, com coordenação da professora Cláudia Ribeiro. O evento tem o objetivo de mudar o quadro de participação feminina na área de Tecnologia da Informação no Brasil.

A programação será divulgada em breve. 

Ou seja, meninas bora programar e mostrar que a gente sabe fazer as mesmas coisas que os homens. Sabia que ainda são poucas meninas programadoras no mercado brasileiro?

O evento Code Girl conta com palestras de mulheres da área para motivar alunas a seguirem essa profissão e provar a importância da inclusão para o sucesso em um ambiente de trabalho.

Para assessoria do IFRN, a coordenadora do projeto conta como surgiu o evento:

“Como professora, eu tenho poucas alunas. Quando me via em sala de aula observando a imensa maioria de homens, era frustrante para mim não ver meninas”, explica Cláudia, que se juntou com duas alunas para criar o projeto.

Após o início do Code Girl em 2013, a professora declara que já observa mudanças, incluindo um índice maior de meninas concluindo cursos da área tecnológica e ingressando neles.

Cláudia acrescenta ainda que, apesar do foco ser as meninas, os meninos também são bem-vindos ao Code Girl, tanto que alguns são convidados para fazer a palestra e veste a camiseta para que exista a igualdade entre os gêneros na área da Tecnologia da Informação.  

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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