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Jailson Patola era o justiceiro da zona Norte de Natal

Seu nome é Jailson Bezerra e sua missão era “vingar” dos bandidos que cometeram crimes na cidade.

Nas páginas policiais de Natal têm vários famosos e são lembrados até hoje. Já falamos de Galegal, Trio Ternura, Brinquedo do Cão, Baracho e dentre outros. Mas, hoje vamos falar do justiceiro da zona Norte de Natal. O Jailson Patola era conhecido na região mais populosa da capital potiguar. 

Seu nome é Jailson Bezerra e sua missão era “vingar” dos bandidos que cometeram crimes na cidade. A primeira “justiça” veio a partir de uma reclamação do vizinho que teve a sua casa roubada e foi lamentar para Bezerra. 

Sabendo que eram os menores de idade que roubavam no bairro, ele foi em direção a gangue de pivetes e tomou os objetos de volta. Posteriormente, Jailson começou a combater outros criminosos. Primeiramente foram socos e outras agressões, no qual ficou conhecido como protetor de Pajuçara, Guamaré e Nova Natal chamando atenção do Caderno da Polícia da imprensa. 

A falta de policiamento, inclusive, fazia com que as pessoas não ligassem mais para o 190 e, sim, chamara o Jailson Patola. 

Isto causou conflitos tanto com a Polícia Militar quanto as gangues, causando diversas ameaças de morte ao justiceiro da zona Norte. Um dos bandidos, inclusive, chegou a dar um tiro na cabeça, mas passou de raspão e o mesmo lhe vingou agredindo com um pedaço de madeira. 

Prisão

A sua prisão oficial aconteceu em 1993 quando tirou a vida de um de seus rivais na favela José Sarney e foi encaminhado para a Penitenciária João Chaves, conhecida pelo apelido nada carinhoso de “Caldeirão do Diabo”. Uma entrevista ao repórter J. Gomes conta mais detalhes acerca do assunto. 

Logo, muitos presos queriam a cabeça de Jailson, visto que matou muitos membros de gangues e parceiros dos detentos. Um deles era o Demir, integrante do Trio Ternura. 

A primeira tentativa de assassinato veio com Coquinho, parceiro de Paulo Queixada, no qual junto com seis membros. No entanto, policiais penais conseguiram intervir, deixando Jailson apenas com os dedos machucados. Resultado?  Transferido pela Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP). 

Toda essa biografia peguei neste link:

Hoje, Jailson Patola está vivo e é segurança de uma das feiras livres de Natal. 


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Jailson Patola era o justiceiro da zona Norte de Natal

Seu nome é Jailson Bezerra e sua missão era “vingar” dos bandidos que cometeram crimes na cidade.

Nas páginas policiais de Natal têm vários famosos e são lembrados até hoje. Já falamos de Galegal, Trio Ternura, Brinquedo do Cão, Baracho e dentre outros. Mas, hoje vamos falar do justiceiro da zona Norte de Natal. O Jailson Patola era conhecido na região mais populosa da capital potiguar. 

Seu nome é Jailson Bezerra e sua missão era “vingar” dos bandidos que cometeram crimes na cidade. A primeira “justiça” veio a partir de uma reclamação do vizinho que teve a sua casa roubada e foi lamentar para Bezerra. 

Sabendo que eram os menores de idade que roubavam no bairro, ele foi em direção a gangue de pivetes e tomou os objetos de volta. Posteriormente, Jailson começou a combater outros criminosos. Primeiramente foram socos e outras agressões, no qual ficou conhecido como protetor de Pajuçara, Guamaré e Nova Natal chamando atenção do Caderno da Polícia da imprensa. 

A falta de policiamento, inclusive, fazia com que as pessoas não ligassem mais para o 190 e, sim, chamara o Jailson Patola. 

Isto causou conflitos tanto com a Polícia Militar quanto as gangues, causando diversas ameaças de morte ao justiceiro da zona Norte. Um dos bandidos, inclusive, chegou a dar um tiro na cabeça, mas passou de raspão e o mesmo lhe vingou agredindo com um pedaço de madeira. 

Prisão

A sua prisão oficial aconteceu em 1993 quando tirou a vida de um de seus rivais na favela José Sarney e foi encaminhado para a Penitenciária João Chaves, conhecida pelo apelido nada carinhoso de “Caldeirão do Diabo”. Uma entrevista ao repórter J. Gomes conta mais detalhes acerca do assunto. 

Logo, muitos presos queriam a cabeça de Jailson, visto que matou muitos membros de gangues e parceiros dos detentos. Um deles era o Demir, integrante do Trio Ternura. 

A primeira tentativa de assassinato veio com Coquinho, parceiro de Paulo Queixada, no qual junto com seis membros. No entanto, policiais penais conseguiram intervir, deixando Jailson apenas com os dedos machucados. Resultado?  Transferido pela Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP). 

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Hoje, Jailson Patola está vivo e é segurança de uma das feiras livres de Natal. 


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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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