Início / Cidades / Como era comprar jogos em Natal nos anos 80

Como era comprar jogos em Natal nos anos 80

Nos anos 70, o que pensávamos sobre jogos eram as sinucas, cartas e loteria nos bares da cidade. Somente na década de 80 que veio a ideia de jogo que os Milennials e Geração Z vem até hoje.

Os primeiros videogames surgiram entre as décadas de 1950 e 1960, ainda longe do formato doméstico que dominaria os anos seguintes. Desenvolvidos em laboratórios universitários e centros de pesquisa, eram experiências experimentais que uniam ciência, programação e curiosidade tecnológica. 

Máquinas como Tennis for Two (1958), criado por William Higinbotham, e Spacewar! (1962), desenvolvido no MIT, inauguraram uma nova forma de interação entre humanos e computadores. Embora simples, esses projetos estabeleceram a base de toda a indústria dos games, mostrando que as telas poderiam ser não apenas ferramentas, mas também espaços de diversão, criatividade e imaginação.

Nos anos 70, o que pensávamos sobre jogos eram as sinucas, cartas e loteria nos bares da cidade. Somente na década de 80 que veio a ideia de jogo que os Milennials e Geração Z vem até hoje. Vamos contar, a seguir, a saga para comprar um videogame no Rio Grande do Norte. 

O início dos jogos eletrônicos de Natal vieram aos poucos. Era comum, inicialmente, ver anúncios de Atari ou Telejogo (sua versão mais humilde) em lojas de móveis e artigos para as casas. Mas, devido à hiperinflação dos anos 80 e o dólar alto, somente quem tinha boas condições quem poderia comprar os consoles verdadeiros ou ter a coragem de atravessarn a fronteira ao Paraguai. 

A Phillips, por exemplo, tinha a Odyssey, veja o anúncio do jornal Diário de Natal da loja A Sertaneja: 

Odyssey era um dos jogos vendidos no país

Segunda ideia

Uma outra forma era lendo os classificados dos jornais, onde os jogos eletrônicos eram anunciados, desde cartuchos, máquinas de fliperamas e os próprios consoles. Nos anos 80, por exemplo, existia a Casa do Videogame do Alecrim. Veja a seguir:

Merchan do Fliperama no Classificados do Diário de Natal

Como vocês viram no anúncio acima que a loja ficava por trás do Nordestão da Avenida 6 do Alecrim. Depois, vieram várias lojas, como a Dinda Games e a Magic Games, que hoje é referência até hoje do jogo. 

Depois, as fliperamas vieram ao shopping e se transformaram em um mini-parque de diversões, além de que os consoles estão mais fáceis de comprar. Por isso, basta ir ao Mercado Livre ou qualquer loja virtual para comprar seu console. 

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Como era comprar jogos em Natal nos anos 80

Nos anos 70, o que pensávamos sobre jogos eram as sinucas, cartas e loteria nos bares da cidade. Somente na década de 80 que veio a ideia de jogo que os Milennials e Geração Z vem até hoje.

Os primeiros videogames surgiram entre as décadas de 1950 e 1960, ainda longe do formato doméstico que dominaria os anos seguintes. Desenvolvidos em laboratórios universitários e centros de pesquisa, eram experiências experimentais que uniam ciência, programação e curiosidade tecnológica. 

Máquinas como Tennis for Two (1958), criado por William Higinbotham, e Spacewar! (1962), desenvolvido no MIT, inauguraram uma nova forma de interação entre humanos e computadores. Embora simples, esses projetos estabeleceram a base de toda a indústria dos games, mostrando que as telas poderiam ser não apenas ferramentas, mas também espaços de diversão, criatividade e imaginação.

Nos anos 70, o que pensávamos sobre jogos eram as sinucas, cartas e loteria nos bares da cidade. Somente na década de 80 que veio a ideia de jogo que os Milennials e Geração Z vem até hoje. Vamos contar, a seguir, a saga para comprar um videogame no Rio Grande do Norte. 

O início dos jogos eletrônicos de Natal vieram aos poucos. Era comum, inicialmente, ver anúncios de Atari ou Telejogo (sua versão mais humilde) em lojas de móveis e artigos para as casas. Mas, devido à hiperinflação dos anos 80 e o dólar alto, somente quem tinha boas condições quem poderia comprar os consoles verdadeiros ou ter a coragem de atravessarn a fronteira ao Paraguai. 

A Phillips, por exemplo, tinha a Odyssey, veja o anúncio do jornal Diário de Natal da loja A Sertaneja: 

Odyssey era um dos jogos vendidos no país

Segunda ideia

Uma outra forma era lendo os classificados dos jornais, onde os jogos eletrônicos eram anunciados, desde cartuchos, máquinas de fliperamas e os próprios consoles. Nos anos 80, por exemplo, existia a Casa do Videogame do Alecrim. Veja a seguir:

Merchan do Fliperama no Classificados do Diário de Natal

Como vocês viram no anúncio acima que a loja ficava por trás do Nordestão da Avenida 6 do Alecrim. Depois, vieram várias lojas, como a Dinda Games e a Magic Games, que hoje é referência até hoje do jogo. 

Depois, as fliperamas vieram ao shopping e se transformaram em um mini-parque de diversões, além de que os consoles estão mais fáceis de comprar. Por isso, basta ir ao Mercado Livre ou qualquer loja virtual para comprar seu console. 

Compartilhe

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

Clique aqui para saber mais. 

Arquivo

Arquivos

Arquivo

dezembro 2025
S T Q Q S S D
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
Arquivos

Jornalismo Gonzo desenvolvido desde 2015 no Rio Grande do Norte. Layout desenvolvido por Lara Paiva. Todos os direitos reservados.