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Dia 7 – A saga para cruzar o estado do Rio de Janeiro

Eram 09 horas da manhã quando a gente tomara café da manhã, colocado as malas no porta-malas do carro alugado e tinha uma única missão: chegar ao estado do Rio de Janeiro. No estado fluminense, o roteiro era claro: passar o fim de semana na região serrana, mais precisamente em Teresópolis, e depois iria para capital.  Segundo o Google Maps, a expectativa era chegar às 16 horas e iríamos pagar o menor valor do pedágio. Acertamos? Claro que não! Primeiramente, resolvemos parar em um posto na cidade de Cachoeiro do Itapemirim para abastecer, beber água e comer algo doce para deixar mais forte.  No meu caso, eu despedi do picolé Paletitas de Espírito Santo e comi um picolé de Chambinho.  Depois, hora de voltar a estrada e o GPS indicou para a gente ir numa rotatória para uma outra estada. Mas, vimos a placa escrito “Rio de Janeiro” e fomos em direção ela.  Parecia estar tudo bem até ver no computador de bordo que aumentamos uma hora de viagem e entramos em desespero achando que estávamos perdidos. Até eu consultar o Google Maps e ver o “nosso erro”.  Já que sem querer escolhemos o caminho mais longo, hora de ter paciência e seguir em frente.  Passamos por Campos do Goytacazes, cruzamos sete pontos de pedágio das diferentes empresas e preços mais absurdos que os outros. Por que menciono a palavra absurdo? 1) a estrada não era diferente das que víamos em Natal – Recife administrada  publicamente e 2) A sinalização era péssima.  Após seguir a linha…

Eram 09 horas da manhã quando a gente tomara café da manhã, colocado as malas no porta-malas do carro alugado e tinha uma única missão: chegar ao estado do Rio de Janeiro. No estado fluminense, o roteiro era claro: passar o fim de semana na região serrana, mais precisamente em Teresópolis, e depois iria para capital. 

Segundo o Google Maps, a expectativa era chegar às 16 horas e iríamos pagar o menor valor do pedágio. Acertamos? Claro que não!

Primeiramente, resolvemos parar em um posto na cidade de Cachoeiro do Itapemirim para abastecer, beber água e comer algo doce para deixar mais forte.  No meu caso, eu despedi do picolé Paletitas de Espírito Santo e comi um picolé de Chambinho. 

Depois, hora de voltar a estrada e o GPS indicou para a gente ir numa rotatória para uma outra estada. Mas, vimos a placa escrito “Rio de Janeiro” e fomos em direção ela. 

Parecia estar tudo bem até ver no computador de bordo que aumentamos uma hora de viagem e entramos em desespero achando que estávamos perdidos. Até eu consultar o Google Maps e ver o “nosso erro”.  Já que sem querer escolhemos o caminho mais longo, hora de ter paciência e seguir em frente. 

Passamos por Campos do Goytacazes, cruzamos sete pontos de pedágio das diferentes empresas e preços mais absurdos que os outros. Por que menciono a palavra absurdo? 1) a estrada não era diferente das que víamos em Natal – Recife administrada  publicamente e 2) A sinalização era péssima. 

Após seguir a linha do GPS de forma bem direitinho, começamos a subir a serra e víamos uma mata verde bem bonita, montanhas, a pressão do ouvido aumentando, mas filmando todos os detalhes. Comecei ver tudo no ponto mais alto e aí vi todos descendo no mirante. Então, todos resolveram parar e registrar a vista na serra. 

Todos descemos e resolvemos tirar foto, mesmo com uma cara de cansada em demasia. Valeu a vista e ver o por do sol no alto de uma serra, mais precisamente o Dedo de Deus. 

O Dedo de Deus é o pico mais famoso da serra do Rio de Janeiro, visível especialmente dos municípios de Guapimirim e Teresópolis. Ele tem 1.692 metros de altitude e seu formato lembra uma mão apontando o dedo indicador para o céu — daí seu nome. É considerado o marco inicial da escalada no Brasil e um dos cartões-postais mais importantes do RJ, tanto que foi representado na bandeira do Estado. 

Serra de Dedo de Deus (Foto: Lara Paiva)

O pico fica dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, uma unidade de conservação federal de proteção integral com 10,6 hectares, o equivalente a 5,9 mil campos de futebol. É cercado por outros picos bem conhecidos, como o Escalavrado, o Dedo de Nossa Senhora, a Cabeça de Peixe, o Capucho e o Nariz do Frade.

E, em poucos minutos, finalmente chegamos na cidade de Teresópolis, uma das principais da região serrana.  O nome é uma homenagem à Teresa Cristina, imperatriz do segundo império e, por consequência, esposa de Dom Pedro II. 

As casas parecem que estamos na Alemanha, construídas para suportar o frio de 14 graus que marcaram os termômetros e víamos que todo mundo estava de casaco. O anoitecer veio rapidamente e pegamos o trânsito na hora do rush para chegar no Air BnB. 

A novela das seis estava começando quando chegamos ao espaço de dormida, estava tão cansada que não consegui sair e só pedi uma pizza que foi uma sugestão da anfitriã. A Livero é uma das pizzarias mais populares da cidade e a pizza chega quentinha, mesmo com delivery. 

O restaurante tem como seu carro-chefe a pizza recheada de camarão, que tem duas camadas de massa e você pode misturar o crustáceo com diversas opções. Foi uma decisão acertada, pois a pizza é muito boa e não queria parar de comer. Assim, terminamos o nosso primeiro dia em Teresópolis.

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Dia 7 – A saga para cruzar o estado do Rio de Janeiro

Eram 09 horas da manhã quando a gente tomara café da manhã, colocado as malas no porta-malas do carro alugado e tinha uma única missão: chegar ao estado do Rio de Janeiro. No estado fluminense, o roteiro era claro: passar o fim de semana na região serrana, mais precisamente em Teresópolis, e depois iria para capital.  Segundo o Google Maps, a expectativa era chegar às 16 horas e iríamos pagar o menor valor do pedágio. Acertamos? Claro que não! Primeiramente, resolvemos parar em um posto na cidade de Cachoeiro do Itapemirim para abastecer, beber água e comer algo doce para deixar mais forte.  No meu caso, eu despedi do picolé Paletitas de Espírito Santo e comi um picolé de Chambinho.  Depois, hora de voltar a estrada e o GPS indicou para a gente ir numa rotatória para uma outra estada. Mas, vimos a placa escrito “Rio de Janeiro” e fomos em direção ela.  Parecia estar tudo bem até ver no computador de bordo que aumentamos uma hora de viagem e entramos em desespero achando que estávamos perdidos. Até eu consultar o Google Maps e ver o “nosso erro”.  Já que sem querer escolhemos o caminho mais longo, hora de ter paciência e seguir em frente.  Passamos por Campos do Goytacazes, cruzamos sete pontos de pedágio das diferentes empresas e preços mais absurdos que os outros. Por que menciono a palavra absurdo? 1) a estrada não era diferente das que víamos em Natal – Recife administrada  publicamente e 2) A sinalização era péssima.  Após seguir a linha…

Eram 09 horas da manhã quando a gente tomara café da manhã, colocado as malas no porta-malas do carro alugado e tinha uma única missão: chegar ao estado do Rio de Janeiro. No estado fluminense, o roteiro era claro: passar o fim de semana na região serrana, mais precisamente em Teresópolis, e depois iria para capital. 

Segundo o Google Maps, a expectativa era chegar às 16 horas e iríamos pagar o menor valor do pedágio. Acertamos? Claro que não!

Primeiramente, resolvemos parar em um posto na cidade de Cachoeiro do Itapemirim para abastecer, beber água e comer algo doce para deixar mais forte.  No meu caso, eu despedi do picolé Paletitas de Espírito Santo e comi um picolé de Chambinho. 

Depois, hora de voltar a estrada e o GPS indicou para a gente ir numa rotatória para uma outra estada. Mas, vimos a placa escrito “Rio de Janeiro” e fomos em direção ela. 

Parecia estar tudo bem até ver no computador de bordo que aumentamos uma hora de viagem e entramos em desespero achando que estávamos perdidos. Até eu consultar o Google Maps e ver o “nosso erro”.  Já que sem querer escolhemos o caminho mais longo, hora de ter paciência e seguir em frente. 

Passamos por Campos do Goytacazes, cruzamos sete pontos de pedágio das diferentes empresas e preços mais absurdos que os outros. Por que menciono a palavra absurdo? 1) a estrada não era diferente das que víamos em Natal – Recife administrada  publicamente e 2) A sinalização era péssima. 

Após seguir a linha do GPS de forma bem direitinho, começamos a subir a serra e víamos uma mata verde bem bonita, montanhas, a pressão do ouvido aumentando, mas filmando todos os detalhes. Comecei ver tudo no ponto mais alto e aí vi todos descendo no mirante. Então, todos resolveram parar e registrar a vista na serra. 

Todos descemos e resolvemos tirar foto, mesmo com uma cara de cansada em demasia. Valeu a vista e ver o por do sol no alto de uma serra, mais precisamente o Dedo de Deus. 

O Dedo de Deus é o pico mais famoso da serra do Rio de Janeiro, visível especialmente dos municípios de Guapimirim e Teresópolis. Ele tem 1.692 metros de altitude e seu formato lembra uma mão apontando o dedo indicador para o céu — daí seu nome. É considerado o marco inicial da escalada no Brasil e um dos cartões-postais mais importantes do RJ, tanto que foi representado na bandeira do Estado. 

Serra de Dedo de Deus (Foto: Lara Paiva)

O pico fica dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, uma unidade de conservação federal de proteção integral com 10,6 hectares, o equivalente a 5,9 mil campos de futebol. É cercado por outros picos bem conhecidos, como o Escalavrado, o Dedo de Nossa Senhora, a Cabeça de Peixe, o Capucho e o Nariz do Frade.

E, em poucos minutos, finalmente chegamos na cidade de Teresópolis, uma das principais da região serrana.  O nome é uma homenagem à Teresa Cristina, imperatriz do segundo império e, por consequência, esposa de Dom Pedro II. 

As casas parecem que estamos na Alemanha, construídas para suportar o frio de 14 graus que marcaram os termômetros e víamos que todo mundo estava de casaco. O anoitecer veio rapidamente e pegamos o trânsito na hora do rush para chegar no Air BnB. 

A novela das seis estava começando quando chegamos ao espaço de dormida, estava tão cansada que não consegui sair e só pedi uma pizza que foi uma sugestão da anfitriã. A Livero é uma das pizzarias mais populares da cidade e a pizza chega quentinha, mesmo com delivery. 

O restaurante tem como seu carro-chefe a pizza recheada de camarão, que tem duas camadas de massa e você pode misturar o crustáceo com diversas opções. Foi uma decisão acertada, pois a pizza é muito boa e não queria parar de comer. Assim, terminamos o nosso primeiro dia em Teresópolis.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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